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terça-feira, 2 de março de 2010

O SEMEADOR DE LIVROS E SUPLICY GOVERNADOR

Foi hoje 1º uma noite bonita.
Reunião no meio da tarde eu tive na região de Pinheiros, com a Clara amiga e o Gabriel amigo Martinez craque futurista que teve o privilégio de privar por um tempo com o gênio Dalí; Salvador Dalí, sabe?
Em seguida, um belíssimo almoço com a presença inesperada de Mineiro querido do século passado, das lidas metroviárias. Regado a cana, lógico, e a cerveja, a uísque e, de tira-gosto, uns matinhos bestas que ao se juntarem chamam de salada verde.
Depois, já no começo da noite, no teatro da Pontifícia Universidade Católica, PUC, cá em Sampa, mais um uisquinho aqui, ali etc. e tal, a pretexto de um filme sobre o amigo Cortês, fundador da livraria que leva o seu nome há 30 anos, em nome do que é bom, lá foi. O Semeador de Livros.
Bonito, e em película de primeira linha.
Faltou, porém, a meu ver, um pouco mais de Nordeste.
Reencontrei amigos na festa do Cortês, entre uma golada e outra de gelo úmido que há muito não via: Valdeck de Garanhuns, por exemplo, junto com sua inabalável Regina; Cacá Lopes, Marco Haurélio, João Gomes e sua Mazé; Inimá Reis e sua dona Ana etc. etc.
Quanta gente!
E fala aqui fala acolá, um abraço arrochado do próprio Cortês e a pergunta.
- Por onde andas, rapaz?
Apresento-me ao Mário Sérgio Cortella, desnecessariamente. Diz que nem precisava, pois sua senhora e ele próprio estão atentos ao que publico.
Andrea, a minha companheira, acha graça.
Mais adiante, no mesmo recinto da PUC, o senador Suplicy. Papo um pouco, pergunto se sabe o que é cordel, cultura popular.
O João Gomes, a meu lado, arregala olho.
Insisto.
Suplicy diz que sabe, sim, o que é isso; tanto que já discursou no Senado sobre Patativa do Assaré.
Opa!
E pergunto sobre novidades: vai ou não brigar pelo governo de São Paulo?
Resposta:
- Apresentei agora a noite ao meu partido um abaixo assinado com 1,7 assinaturas, pleiteando candidatura a governador do Estado de São Paulo.
Isso vai dar pano pra manga. Ou não?

3 comentários:

Marco Antonio Zanfra disse...

O que representam "1,7 assinaturas"? Pelo que me lembro das longínquas aulas de matemática, não chegam a duas!

Anônimo disse...

Provavelmente o Assis Ângelo quis escrever 1,7 mil.

Flávio Tiné disse...

Provavelmente o Assis Ângelo quis escrever 1,7 mil.

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