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quinta-feira, 16 de junho de 2011

CARLOS BRICKMANN E O JORNALISMO RESPONSÁVEL

Carlos Brickmann é um dos mais respeitados jornalistas brasileiros, com bunker fundado em parceria com Marli Gonçalves no já distante ano de 1988. Está instalado aqui na capital paulista e pode ser identificado facilmente como Brickmann & Associados Comunicação, também chamado de B&A (www.brickmann.com.br). Esse Brickmann,meus amigos, é pau pra toda obra. O seu estilo é único. Ele é mestre da escrita rápida, clara, enxuta, em cujo bojo carrega a tinta e as cores da acidez do bom humor e do jornalismo sério e capacitado. Como profissional da empresa que dirige, que chamo de bunker, ele gerencia com responsabilidade e galhardia crises em áreas diversas, como as movediças política e economia.
Duvida?
Não duvide, consulte-o.
Carlos Brickmann, que foi editor do extinto jornal Folha da Tarde, dos Frias; diretor de jornalismo da Rede Bandeirantes, repórter especial, editor de Economia e de Internacional da Folha de S.Paulo, dos bons e velhos tempos. Foi também secretário de redação e editor da extinta revista semanal Visão e bam-bam-bam do Jornal da Tarde. Hoje escreve textos para o newsletter Observatório da Imprensa, também publicados em vários jornais, entre os quais Correio Popular, O Dia, Diário do Grande ABC, Folha de Pernambuco e Gazeta de Ribeirão.
O cabra é dos bons, é de raça, é do Brasil!
E ele, não sei em quais horas, ainda escreve livros como A Vida é um Palanque, os Segredos da Comunicação Política, de 1994; e 1º Guia Básico do Candidato, de 1998.
Carlos Brickmann é o meu convidado especial hoje no programa O BRASISL TÁ NA MODA, no ar a partir das 14h30, pela rádio Trianon AM 740.
Não seja bobo, não perca o nosso papo.

SIGILO FEDERAL
O puxa e repuxa de um lado e outro continua intenso na esfera federal.
A presidente Dilma agora é a favor do sigilo eterno de documentos oficiais, especialmente aqueles referentes ao período da ditadura militar no Brasil, iniciado nos anos de 1960.
O ex-presidente Lula agora é contra a manutenção desse sigilo.
Pode?
Antes, era a favor.
Mas que diachos há nesses documentos que não possamos saber, hein?
Numa boa?
Vejo a liberação desses documentos para consulta do público como a necessidade que os familiares dos presos, torturados e mortos têm de identificar seus entes queridos tombados nos campos ou trucidados na escuridãoa das masmorras.

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