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terça-feira, 16 de agosto de 2011

DA MORTE VIVE DATENA

Tristeza um cara máximo-deus-da-mídia no País.
No campo policial, sei.
Fui repórter da área.
Conheço.
Anos 70.
Folha, sequestro, tiro simulado na cabeça.
Pêi!
Noite, madrugada, longe de qualquer lugar.
Lua cheia.
Frio danado.
Foi assim.
Uns fela.
Um deus sacana vive da miséria dos miseráveis.
Datena.
Deus-diabo.
Pobre diabo!
Quem?
Fela.
Bobo Datena.

Um comentário:

Júbilo Jacobino disse...

Fiquei de boca aberta ao ler seu post. Li duas vezes pra conferir se eu tinha entendido mesmo. Entendi! Precisamos sempre de textos assim.
Abraços.

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