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domingo, 8 de julho de 2012

HOJE É DIA DE AUDÁLIO DANTAS!


Como o fabulista francês La Fontaine ou o cantor e instrumentista baiano Morais Moreira, o jornalista alagoano Audálio Ferreira Dantas nasceu num 8 de julho, como hoje.
Fontaine em 1621, Moreira em 1947 e Audálio em 1929, três meses depois de o estudioso tieteense Cornélio Pires iniciar a série de 104 gravações para a extinta Columbia em discos de 78 RPM que ficaria famosa por conter os primeiros registros de modas rurais.
La Fontaine se preocupou com o mundo infantil e, portanto, com a educação das pessoas em formação.
Morais Moreira nunca será descartável num repertório de boa música, da mesma forma que Audálio Dantas jamais deixará de ser lembrado no mundo do bom e responsável jornalismo.
Por isso é de se aplaudir a iniciativa da direção do mais importante newsletter do Brasil, Jornalistas&Cia, por elaborar e lançar com tanto carinho e respeito um caderno especial sobre a vida do brasileiro Audálio e sua trajetória impecável na imprensa.
Esse caderno é para ser lido num só fôlego, depois indicá-lo aos amigos e guardá-lo.
Audálio Dantas começou a carreira na extinta Folha da Manhã, hoje Folha de S.Paulo.
Ele tem muita história pra contar.
Como diria a cantora e amiga Inezita Barroso:
- E é tão compriiiiiiiiida!
Tim, tim, Audálio.
Nos veremos terça 17, para um bota-fora no Jacaré Grill, ali na Vila Madalena.
Ninguém faz 80 anos à toa, não é mesmo?

CANTORIA
O feriadão tirou público da roda de violeiros repentistas ontem, à tarde, no espaço cultural Gam Yoga, na Vila Madalena. Mas foi bonita a festa sim, com direito a cobertura da TV Brasil.
De surpresa compareceram a grande improvisadora Mocinha de Passira e o presidente da Ucran, Sebastião Marinho, acompanhado do apologista de cantoria Heleno Barros.
Numa beira da roda apresentaram-se Erivaldo da Silva, Zé Milson Ferreira e Chico Pereira, depois de discorrermos um pouco sobre a magia do mundo do repentismo e suas modalidades.
Um baião em décimas, na linha dos Dez-de-Queixo-Caído, foi desenvolvido em homenagem à memória do poeta e político paraibano Ronaldo da Cunha Lima, que ontem de manhã se despediu deste mundinho besta.
A modalidade Dez-de-Queixo-Caído é feita com versos de sete sílabas, tendo rimas obrigatórias em "ido" o sexto e o sétimo versos.
Cliquem:
PS - A foto lá de cima, em p&b, registra um momento de prosa dos tempos em que trabalhávamos na assessoria de imprensa do Metrô paulistano.

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