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quarta-feira, 13 de março de 2013

O PAPA É ARGENTINO; E DEUS, BRASILEIRO

Continua inalterado o estado de saúde do compositor, cantor e sanfoneiro pernambucano Dominguinhos no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, onde se acha desde o dia 13 de janeiro.
O artista está com os batimentos do coração em compasso considerado normal, mas ele não responde a nenhum estímulo dos médicos. E aparentemente não ouve. Está em coma.
Dominguinhos é o mais autêntico discípulo do rei do baião, Luiz Gonzaga. Depois dele Oswaldinho do Acordeon, um mestre do instrumento que imortalizou Gonzaga e que acaba de gravar conosco o CD O Samba do Rei do Baião, já na praça via distribuidora Trattore.
E como uma coisa puxa outra, não custa informar que o filme Gonzaga - de Pai Pra Filho já saiu de cartaz, mas pode ser encontrado nas mídias DVD e Blu-ray Disc via livrarias Cultura e da Vila, entre outras.
O filme de Breno Silveira, do qual participo como mero consultor, levou cerca de 2 milhões de pessoas às salas de boa parte do País. Sobre ele foi dito que é um filme bom, ótimo mesmo, etc. e tal. Mas houve quem dissesse também que faltou inserir muita coisa. Mas isso é mais do que compreensível. O que não é compreensível é nele faltar crédito a imagens extraídas de filmes dos quais o Rei do Baião participou como Chapéu de Couro (ao lado, cartaz do filme), de 1978, produzido pela Capri Filmes, dirigido por Salo Felzen e estrelado por Jorge Paulo, Anastácia, Zé Nilton, Jofre Soares e Venâncio, entre outros artistas, com locações em Serrita, cidade pernambucana onde desde o começo dos anos 1970 é celebrada a Missa do Vaqueiro, criação de Gonzaga, padre João Câncio e Pedro Bandeira.
Jorge Paulo, cantor, compositor e radialista dos mais importantes do País, com passagens na vida como vereador e deputado federal por São Paulo, não gostou nem um pouco de ver no filme de Breno um corte abrupto de uma cena que dividia com Luiz Gonzaga no filme Chapéu de Couro, cujos originais ele doou ao Instituto Memória Brasil.
Estou com Jorge. 
CLIQUE:
http://www.jornalistasecia.com.br/edicoes/culturapopular04.pdf

PAPA ARGENTINO
Aconteceu o que ninguém esperava. Pois é. Os argentinos sempre foram um povo pacato, mas impossível no trato. E agora, então, com o anúncio do cardeal jesuita Jorge Mario Bergoglio, de Buenos Aires, como o papa que substituirá a Bento XVI, como se já não bastassem Maradona e Messi, agora... A fumaça branca anunciando a boa nova saiu hoje da chaminé da capela Sistina pouco depois das 3 da tarde, hora de Brasília. Sob frio e uma chuva torrencial, católicos aos milhares lotaram a praça São Pedro, no Vaticano, para ver o novo papa, que escolheu o nome de Francisco para representar a Igreja.  

DEUS BRASILEIRO
Cutucam-me aqui de lado para não deixar de lembrar que Deus é brasileiro. Pois é: O papa é argentino, mas Deus é brasileiro como Pelé, Carlos Gomes, Villa-Lobos, Ary Barroso, Chico Alves, Luiz Gonzaga, Manezinho Araújo, Mário de Andrade, Câmara Cascudo, Leandro Gomes de Barros, Zé da Luz, Zé Limeira, Patativa do Assaré, João Guimarães Rosa, Augusto dos Anjos, Paulo Vanzolini...

TUMULTO NA CÂMARA
O pastor deputado Marco Feliciano, novo presidente da Comissão de Direitos Humanso e Minorias, da Câmara, iniciou hoje os trabalhos da comissão sob vaias e aplausos do público que lotou as galerias da Câmara hoje em Brasília.


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