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sábado, 30 de março de 2013

GONZAGA CONTINUA EM PAUTA

O rei do baião, Luiz Gonzaga, continua em tudo quanto é canto: em disco, livro, folheto de cordel, filme, minissérie e programas e novelas de televisão.
O baião Paraíba - resultado de parceria com Humberto Teixeira, lançado por Emilinha Borba em 1950 -, teve verso citado hoje por um dos personagens do folhetim Salve Jorge, de Glória Perez, na Globo.
Um personagem do humorístico global Zorra Total também citou hoje um verso do calango Dezessete e Setecentos feito por ele e Lauro Maia, em 1945.
Fica o registro.
Fica também aqui o registro da bela declamação de Rolando Boldrin para o poema Cunfissão de Cabôco - de autoria do paraibano Zé da Luz - que fecha a 3ª edição (revista) do livro Brasil Caboclo, que foi composta nas oficinas da gráfica O Cruzeiro, em março de 1956.
O poema, de final trágico, trás na essência a importância da alfabetização na vida de qualquer cidadão.
Belíssimo.   

PS - Uma correção: Zé da Luz, de nascimento Severino de Andrade Silva, nasceu no dia 29 de março de 1904; portanto não teria feito, como eu disse ontem, se vivo estivesse, 99 anos de idade.  

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