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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

TÚMULO DO SAMBA?

Em 1933, portanto há exatos 80 anos, o poeta Vinicius de Moraes estreava na literatura poética com o livro O Caminho Para a Distância. Nesse mesmo ano, ele tinha gravadas por João Petra de Barros, em duo com Joaquim Medina, o fox-canção Dor de Uma Saudade, além de O Beijo Que Você Não Quis Dar e Canção da Noite, essas duas, também no ritmo de fox-canção, com os Irmãos Tapajós.    
Um ano antes, em 1932, ele estreara na música através dos mesmos Irmãos Tapajós, com quem compôs Loura ou Morena e Doce Ilusão, gravadas por ambos na extinta Columbia.
Em 1963, ele lançava à praça um compacto com Samba da Benção e Deixa, pelo extinto selo musical Elenco, de Aloisio de Oliveira.
No próximo dia 18 de outubro o Poetinha faria 100 anos.
Ah, sim! Mas um dia, dizem, ele caiu na besteira de dizer que em São Paulo era o túmulo do samba. CLIQUE:
www.jornalistasecia.com.br/edicoes/culturapopular16.pdf
ASSALTO E SAMBA
No ano que Vinicius de Moraes lançava Samba da Bênção, 16 bandidos assaltavam um trem e levavam uma montanha de dinheiro. Cinco eles conseguiram escapar das garras da lei, incluindo Ronald Biggs com 84 anos desde ontem - dia em que o assalto completou 50 anos - e hoje morando num asilo na Inglaterra após cumprir oito anos da pena a que foi condenado.
No Brasil, onde viveu durante 30 anos, Biggs foi tema até de uma escola de samba carioca, a Porto da Pedra, que levou à avenida o enredo Samba no pé e Mãos ao Alto.
O filho brasileiro do assaltante, Mike, integrou o grupo musical infantil Balão Mágico.
Fica o registro.   

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