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domingo, 8 de setembro de 2013

SÓ HOJE O II SALÃO DO JORNALISTA ESCRITOR

Mauro de Almeida (aí ao lado) foi repórter policial e cronista carnavalesco de jornais cariocas, como A Folha do Dia. Ele foi também autor teatral e entrou para a história da música popular como coautor do samba amaxixado Pelo Telefone.
Os compositores da época não gostaram nem um pouco dessa história, especialmente o seu conterrâneo José Barbosa da Silva, chamado por amigos e conhecidos frequentadores da casa da Tia Ciata de Sinhô e depois, famoso, de O Rei do Samba.
Pelo Telefone - gravado por Bahiano, em 1917 - teve partitura transcrita por Pixinguinha e foi registrado no dia 1º de novembro de 1916 na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, no seu nome e no nome de Ernesto Joaquim Maria dos Santos (1890-1974), o Donga, que também assinava como E. Santos.
Mauro nasceu no Rio de Janeiro em 1882 e morreu em 1956.
Sinhô nasceu num dia como o de hoje, há 125 anos. 
Quer saber mais um pouco sobre a história do samba? 
Então clique lá em cima, na linha azul.
JORNALISTA ESCRITOR
Daqui a pouco estarei trocando ideias e experiências com Moacir Assunção e Ricardo Viveiros no auditório Simón Bolivar do Memorial da América Latina, ali no bairro da Barra Funda. O encontro faz parte da programação do II Salão Nacional do Jornalista Escritor (programação abaixo) 
iniciado anteontem com Juca Kfouri, Heródoto Barbeiro, Sérgio Gomes, 
Eliana Brum, José Nêumanne, Fernando Mitre, 
Antônio Torres, Miriam Leitão e João Batista de Andrade, 
e que seguiu ontem com Cassiano Elek Machado, Hélio Campos Mello, Quartim de Moraes, 
Fernando Morais, Ricardo Ramos Filho, Regina Echeverria, Alberto Dines, Lira Neto, 
Florestan Fernandes Júnior, Mino Carta, Ricardo Kotscho e Carlos Chaparro. 
O Salão, que é dedicado ao jornalista escritor Graciliano Ramos, termina hoje e na programação, além de mim, Moacir e Ricardo, se acham Luiz Fernando Emediato, Carlos Andreazza, Claudiney Ferreira, Domingos Meirelles, Carlos Moraes, Nildo Carlos Oliveira, Caco Barcellos, Ivan Marsaglia e Fernando Coelho. 
Eu, se fosse você, daria uma esticada até lá.

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