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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

MORREU O ARNESTO DO SAMBA

Deixar de se manifestar contra ou a favor de alguém ou de uma situação é um absurdo sem tamanho que ainda prevalece na sociedade globalizada, por covardia ou interesse individual ou de grupo. As consequências disso para a formação de cidadãos são catastróficas, bastando dizer que a falta de opiniões gera indiferença, medo e burrice da parte de quem se deixa contaminar pelo excesso de cautela.
Deixar de opinar é deixar de pensar, de ter pensamentos e ideias próprias.

LAMPIÃO
O celerado Virgolino Ferreira, vulgo Lampião, fuzilado pela polícia alagoana em julho de 1938, foi lembrado hoje à tarde em sessão do Supremo Tribunal Federal pelo ministro Luiz Fux, ao ter seu bando comparado com os condenados pelo Mensalão atualmente presos na Papuda, em Brasília. O voto do ministro foi favorável que se mantenham inalteradas as penas aos condenados pronunciadas no ano passado pelo Supremo.

ARNESTO
O advogado e ex-vendedor de chuchu, engraxate e violonista Ernesto Paulella morreu hoje aos 99 anos de idade, após cair e fraturar o fêmur em casa, na Mooca onde morava.
O fato se deu por volta do meio-dia no Hospital Sancto Maggiore. Na capital paulista.
Em 1955 Paulella foi surpreendido ao ouvir no rádio a música Samba do Arnesto (acima, na reprodução do selo do disco), de Adoniran Barbosa, composta em sua homenagem.
Paulella é personagem da biografia que escrevi sobre o grupo Demônios da Garoa, Pascalingundum.

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