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domingo, 16 de fevereiro de 2014

REPÓRTER, PROFISSÃO ARRISCADA

Comemora-se hoje, 16 de fevereiro, o Dia do Repórter.
Repórter é quem faz reportagem, e quem faz reportagem é um tipo de profissional meio criança, meio maluco, que atua no jornalismo, desde sempre uma profissão desgastante e altamente arriscada, inicialmente regulamentada por lei nos fins dos anos de 1960.
As perguntas básicas para a elaboração de qualquer reportagem, em qualquer língua e lugar, são: quem, como, quando, onde e por quê?
O bom profissional do jornalismo precisa, necessariamente, saber perguntar e ouvir muitíssimo; ter calma, muita calma, e respeitar o entrevistado; jamais forjar notícias ou induzir o entrevistado a responder sob qualquer tipo de pressão.
Alguns grandes repórteres viram grandes escritores, como Audálio Dantas, Joel Silveira e Caco Barcelos, entre muitos outros.

Estou no jornalismo desde o final dos anos de 1960, quando iniciei a profissão no velho e bom jornal O Norte, PB (acima); até chegar à Folha (ao lado), no começo da segunda metade da década seguinte, bati pernas e comi o pão que o Diabo amassou.
Caso eu tivesse de recomeçar a vida, recomeçaria como repórter.
Em tempo: O bloco carnavalesco Imprensa que eu Gamo, que saiu ontem pelas ruas do Rio de Janeiro, homenageou o repórter cinegrafista Santiago Andrade, em pleno exercício da profissão.

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