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terça-feira, 15 de abril de 2014

MOACYR FRANCO E LUIZ GONZAGA

Billy Fontana iniciou a carreira de artista em 1959, gravando um disco de 78 voltas com as músicas Baby Rock e Nairobi, acompanhado pelo conjunto musical Rockmarkers.
Billy era Moacyr Franco.
Nesse mesmo ano Roberto Carlos também dava início a sua discografia, com os temas bossa-novistas João e Maria e Fora do Tom.
Moacyr não tem nada a ver com Jovem Guarda e Bossa Nova, embora no correr do tempo tenha gravado nos mais diversos modos musicais, incluindo sambas, boleros e até marchinhas de carnaval; além de algumas versões estrangeiras, com sucesso.
A ver com Roberto, Erasmo e Wanderléia, que apresentavam o programa Jovem Guarda na antiga TV Record, na Miruna, tem o locutor e produtor musical Antônio Aguillar, um cara bom de papo e em dia com histórias e cidadania.
Nesse ponto, especialmente, há algo em comum com Moacyr.
O cantor, compositor, ator e humorista mineiro Moacyr Franco é do tipo que a gente sabe só fazer o bem e acha que solidariedade e amizade são palavras inventadas pra ele.
Em torno de Moacyr existem muitos causos e histórias curiosas.
Uma dessas histórias ocorreu há poucos dias, quando Aguillar o convidou para abrilhantar uma de suas festas feitas para homenagear com jantares e troféus nomes da Jovem Guarda, como seus amigos Roberto (acima, entre Darlan Ferreira e Aguillar), Erasmo &Cia.
Marcada para acontecer – como aconteceu - num clube da Avenida Paulista, a festa começou pontualmente.
Moacyr chegou atrasado, justificando que batera seu carro, fato que o fez perder  algum tempo registrando a ocorrência em delegacia. Depois ele cantou, abraçou todo mundo e recebeu os mais prolongados aplausos da noite.
Grande Moacyr!
Acima, comigo e amigos num intervalo da gravação do CD Inéditos do Capitão Furtado e Téo Azevedo.

REI DO BAIÃO
Audálio Dantas e seu parceiro de estripulias fotográficas Tiago Santana lançam hoje no Teatro Dragão do Mar, em Fortaleza, o livro Céu de Luiz, no caso, Luiz Gonzaga. A chancela é da Editora d’Imagem, com apoio do Sesc paulista.
Esse livro seria antecedido por uma exposição que faríamos em parceria com o Instituto Memória Brasil, IMB, no Centro Cultural BNB de Fortaleza, mas o BNB não apostou no projeto e bau, bau, pois o centenário de nascimento de Luiz havia expirado. Pois é, este parece ser mesmo o País “dos ganchos” e das efemérides,
pois sem isso as bancas oficiais que administram verbas públicas direta ou indiretamente não bancam nada, principalmente se tiver a ver com memória e cultura popular brasileiras.

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