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quinta-feira, 5 de junho de 2014

DA SALA DE REBOCO Â SALA DE CONCERTO

Há quem eventualmente possa pensar que a cidade de São Paulo parou hoje por causa do grande aniversariante. Quem pensou isso poderia estar certo, mas não. A cidade praticamente parou por causa da greve dos metroviários e piorou em razão dos braços também cruzados dos “marronzinhos”, como são chamados os profissionais que ajuudam a por ordem no trânsito.
Embora carioca, o aniversariante nasceu no dia em que todos os paulistas e paulistanos comemoravam com os cariocas, inclusive, o quarto aniversário de fundação de Sampa, título, aliás, de uma canção do baiano Caetano.
Mas estou falando é de Oswaldinho do Acordeon, que com o seu instrumento passeia com facilidade por qualquer ritmo, do forró à bossa nova, do samba ao maxixe, chorinho, polca, arrasta-pé etc.
Oswaldinho é o sanfoneiro mais novo dentre seus velhos mestres e amigos Luiz Gonzaga, Sivuca, Mário Zan, Dominguinhos e Dante D´Alonzo, hoje inexplicavelmente esquecido no interior de São Paulo.
Oswaldinho tão incrível quanto o pioneiro Giuseppe Rielli em gravação de disco tocando sanfona no Brasil, como, aliás, o ídolo de Gonzaga, o mineiro Antenógenes Silva.  
Um detalhe que a história torna curiosa: fazendo 60 anos junto com Oswaldinho estão nove músicas do repertório gonzagueano, entre elas Canção do Carteiro, Cartão de Natal, Olha a Pisada e Noites Brasileiras, sua e do seu conterrâneo médico Zé Dantas.
A festa é hoje ali no Canto da Ema, vamos?
Viva Oswaldinho!
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