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domingo, 8 de junho de 2014

TRISTEZA MATA POETA MANOEL

Uma pessoa recebeu ontem lamentável notícia, que a passou para outra, para outra, outra e outra mais até chegar ao conhecimento de Arievaldo Viana, que a repassou para Jorge Mello, que me repassou, enfim: morreu o cordelista pernambucano Manoel Monteiro, um dos mais antigos e ativos profissionais do gênero.
Manoel tinha 77 anos de idade e vivia na capital paraibana desde 1955.
Ele era ídolo das novas gerações de craques do cordel, como os já referidos Jorge e Arievaldo, Klévisson Viana e Marco Haurélio, entre muitos outros.
Há alguns anos Marco deslocou-se de São Paulo para entrevista-lo na Paraíba, voltando exultante com as respostas obtidas do poeta. “Ele é incrível!”, resumiu.
Manoel Monteiro, que deixa um rico legado de folhetos, estava desaparecido desde o dia 30 de maio último.
O seu corpo foi encontrado ontem, três dias depois de registrar entrada num hotel de Belém, capital do Pará.
Seus familiares dizem que ultimamente o poeta andava triste, macambúzio, dizendo que já vivera muito e que já fizera tudo o que tina de fazer.
Na verdade, ele andava meio adoentado e passando por dificuldades financeiras.
O corpo de Monteiro será sepultado amanhã, em Campina.

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