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domingo, 9 de agosto de 2015

TEM PAI QUE É MÃE



Há pais que são mães
E mães que são pais
Registra a história
Desde os tempos coloniais

Na Babilônia um menino
Na argila desenhou
A imagem do seu pai
A figura que mais amou

O simbolismo do menino
Entre nós permanece
Multiplicando a esperança
No amor que fortalece

Neste 2º domingo de agosto, países como a Argentina, Itália e Rússia, além do Brasil, comemoram o dia de todo pai, inclusive eu.
A referência à Babilônia dos versos que teci acima, tem razão de ser. Mas foi há uns dois mil anos depois que, na América do Norte, um cara ficou viúvo e com a incumbência de criar seus seis pimpolhos, entre os quais uma donzela que ao virar adulta reconheceu a dura tarefa de criar filhos. A garota confeccionou algo como um cartão e nele escreveu palavras de elogio ao pai, lembrando que ele ao cria-la e aos seus irmãos desenvolveu também a função da mãe.
A ideia dessa jovem levou outros filhos a parabenizar o pai num dia do mês de junho.
Isso, ali pela 1ª década do século passado.
Em 1972, o Presidente norte-americano Richard Nixon oficializou a data e o mercado de consumo aplaudiu.
Pelo menos nisso, ficamos à frente dos gringos do Norte.
No Brasil, o Dia dos Pais está fazendo 60 anos.
O meu pai se chamava Severino e a minha mãe, Maria. 

O meu pai e a minha mãe
Me criaram com carinho
Ensinando a respeitar
Quem cruzasse o meu caminho   












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