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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

O AMOR VIVE PELA MORTE

Novembro sempre foi um mês marcante na história do Brasil, marcante por fatos históricos.
Ontem mesmo, o calendário marcou uma data que jamais podemos nos esquecer: a queda do imperador e a ascensão do marechal do militarismo.
O imperador caiu e foi posto pra correr.
O marechal foi a figura que representa, hoje, a mudança do Império para a República.
Desde esse primeiro golpe, muitos golpes foram praticados contra e durante a república que hoje vivemos, como sistema de governo.
A presidente Dilma se posicionou de modo bonito no correr da reunião do G-20, na Turquia, quando disse que o mundo civilizado deve tomar posição contra a barbárie levada avante pelo Estado Islâmico.
Que bom.
Saber que a representante do nosso país no mundo se coloca com clareza sobre questões difíceis que o mundo vive é muito bom.
É bom porque a nossa presidente chegou a crer, no momento, que seria possível negociar com o Estado Islâmico.
Não dá. E nem dará.
O Estado Islâmico é resultado de tudo quanto houve de porcaria no mundo desde as cruzadas, passando pela inquisição e culminando no Nazismo. Pois é, e a gente não está levando em conta o que disse Nostradamus...
Nas suas ideias incríveis, Nostradamus disse que o fim começaria por um lugar que o tempo identificaria como Oriente Médio...
Eu adoro um uísque.

Tim, tim. 

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