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domingo, 30 de abril de 2017

VIVER MUITO E BEM, FAZ BEM.


A procura pela eternidade em vida tem sido incansável. Desde sempre o homem procura isso. E antes disso procura a juventude. A juventude eterna.
Moisés morreu com uns mil anos, e outras figuras bíblicas também.
É verdade que a medicina tem avançado muito nos últimos anos. Mas os avanços não garantem a eternidade em vida. E até, se fosse possível, faltaria espaço neste mundinho velho de meu Deus do Céu para tanta gente.
Morreu, acabou.
Pelo menos no tocante à matéria, pois o espírito sobrevive, não é mesmo?
É antiga a frase, segundo a qual a gente nasce, vive e morre, ou vira borboleta, há quem diga.
O legal para viver em paz é descartar a possibilidade da eternidade em vida. Seria chato e cansativo, não seria?
É bom nascer e é bom viver.
Felizes são aqueles que chegam à velhice em condições boas de saúde e de mente.
Mente sã, corpo são...
Mas você, meu amigo, minha amiga, já percebeu que há muita gente nova, velha?
E já percebeu também que tem muita gente idosa e nova?
Exercitar o corpo e a alma faz muito bem.
A última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, registra que há 11.422 cidadãos e cidadãs vivendo com mais de cem anos de idade.
O mesmo IBGE projeta para o ano de 2060 uma população de 20 milhões de brasileiros com 80 ou mais anos de idade, no Brasil.
Agora há pouco o meu amigo oitentão José Cortez leu-me o texto que você vai ler agora, publicado originalmente no dia 29 de dezembro de 2016, por Humberto Abdo.
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Ah, ia me esquecendo, esse negócio de "terceira idade" e "melhor idade", é coisa de marqueteiro que não tem o que fazer, vá de retro!

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