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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

PARTIU MAIS UMA GRANDE VOZ: ÂNGELA MARIA

Assis Ângelo e Onaldo Queiroga no acervo do Instituto Memória Brasil com parte da longa discografia de Ângela Maria
Elis regina imitava Ângela Maria que imitava Dalva de Oliveira que não imitava ninguém.
O Brasil, desde a lírica Bidu Sayão, é rico em tudo quanto é coisa boa. incluindo no campo das artes.
Gente de todas as cores e sexos deixaram e ainda deixam marcas profundas na cultura nacional. Geraldo Vandré, por exemplo, é um valor inestimável para todos nós. paraibanos, isso, para falar de música. Há alguns anos chegou-me ao conhecimento um grupo fantástico de artistas em inicio de carreira, fiquei encantado com o grupo Clã Brasil. Incrível. A memina Lucy Alves chamou-me sobremaneira a atenção: sanfoneira maravilhosa, compositora idem, voz, que voz!
Agora fico sabendo que o grupo Clã Brasil já não existe e que a sua líder, Lucy, trocou o regionalismo universal pelo pop que pede voz bonitinha e pancadas fortes à gisa de melodia. Pena. Tomara que Lucy volte ao eixo indicador de seu rumo inicial. Quando esse dia chegar serei o primeiro da fila a bater palmas até cansar.
É difícil manter o rumo nessa vida louca de sucessos imediatos mas Deus existe e é paraibano. Vocês vão ver. Uma coisinha a mais: é fundamental a crítica para o artista, a qualquer artista a crítica é um indicativo de um caminho. Tomara que Lucy aceite a critica. Grande Lucy!

Ó as coisinhas que a Lucy está fazendo. Não é coisa boa não.




Ângela Maria Perdeu-se por falta de repertório será que isso vai acontecer com a Lucy?
Ângela, que gravou 88 discos de 78 rpm e compactos simples e duplos além de LPs e CDs, interpretou coisas como essas ai:










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