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sexta-feira, 23 de junho de 2017

TINHORÃO, RÔMULO, VITAL FARIAS E HUMOR.

O dia foi bom, foi bom demais.Como toda sexta, Tinhorão esteve aqui trocando papo sem sopapo comigo. E como sempre falamos de tudo, inclusive sobre o constrangimento geral que o Brasil, hoje, sofre.
Temer foi recebido pelo sub sub sub sub qualquer coisa antes do presidente Putin, antes de o próprio Putin recebê-lo coma frieza que caracteriza o tempo russo. Putin assinou meia dúzia de coisas sem importância nenhuma, que para Temer foi o máximo. Bom, pelo menos ele escapou de ficar na Sibéria...
Na Noruega, Temer foi de novo humilhado. Na verdade quem foi humilhado foi o povo brasileiro, nós. Lá ele teve de ouvir da primeira ministra, Erna Solberg,que o Brasil passará a receber somente a metade da grana destinada à preservação da Mata Amazônica. Nova humilhação...
Ah! e no parlamento norueguês, Temer nervoso trocou a Noruega pela Suécia e o parlamento Norueguês pelo parlamento brasileiro, duas gafes imperdoáveis...
Mas o dia hoje, cá em casa, foi bom. Bom não, ótimo.
À distância, pela linha Graham Bell falamos com o biógrafo do radialista e compositor pernambucano Rosil Cavalcanti, Rômulo Nóbrega. Depois falamos com Vital Farias, autor da obra prima Saga Amazônica. E Vital cantou, cantou, cantou, e mostrou os arranjos sinfônicos que fez para algumas das suas músicas e que estarão no seu próximo disco.
Muitos de vocês hão de perguntar por que falo tanto de Tinhorão. Simples: José Ramos Tinhorão é um dos mais importantes brasileiros. Sua obra, como historiador é inestimável. Tá bom?
Tinhorão está pesquisando, agora, textos poéticos que têm a ver com putaria. Ha ha ha ha, sim, putaria.
Com isso ele estará, certamente, desmascarando parte da hipocrisia humana. Não podemos esquecer, aliás, que sexo e palavrões fazem parte do repertório humano. Choca, muitas vezes. Mas é a realidade ora escondida, ora escrachada. 
Há muitas paródias que o povo tornou clássicas, inclusive de Asa Branca. O humor está presente em todo canto e usa muitas vezes repertório de baixo calão. Quem não se lembra do Costinha (Lírio Mário da Costa, 1923-1995)?
E viva a cultura popular! 







BRINCANDO COM A HISTÓRIA (31)