Páginas

sábado, 23 de setembro de 2017

BRASILEIROS ESQUECIDOS

A casa dos Reis era só festa no dia 23 de setembro de 1916. O motivo era o nascimento de um rebento que ganharia na pia batismal o nome de Dilermando que o tempo tornaria num dos mais importantes violonistas do Brasil.
Dilermando nasceu em Guaratinguetá, interior de São Paulo.
Com 15 anos de idade, Dilermando já era o mais importante violonista da sua cidade. Foi morar no Rio de janeiro muito cedo e muito cedo começou a manter contato com professores e artistas. De repente viu-se acompanhando calouros num programa da extinta rádio Guanabara. Em 1944 gravou o primeiro disco (78 Rpm) com a valsa Noite de Lua e o choro Magoado, ambas composições de sua autoria e lançadas pela etiqueta Continental, que há muito não existe mais.
Dilermando Reis gravou 38 discos de 78 Rpm e umas duas dezenas de LPs. 
O Brasil legou à História outros grandes violonistas, como Rafael Rabelo e Paulinho Nogueira. O Brasil os legou , o Brasil os esqueceu.
Que país, hein?!



Ah, Dilermando Reis morreu no dia 02 de janeiro de 1977, portanto há 40 anos.

EM BUSCA DE SAÚDE

O ideal num país é que houvesse uma academia de ginástica em cada esquina, mas o ideal quando não é projeto é sonho. E nós, brasileiros, ficamos muito aquém do ideal em tudo ou quase tudo necessário para o bom viver. Mas eu sou um privilegiado. Aqui mesmo perto de casa tem uma academia e professores que me fazem muito bem. Chama-se Cia Life, e os professores, Anderson Gonzaga e Beto Jr.
Comecei a fazer treinos em academia no mês da libertação dos escravos, Maio. Sinto-me um cara livre, liberto de muitas coisas. Não pretendo ficar marombado, fortão, saradão, o que pretendo é revigorar-me fisicamente e mentalmente como cidadão.
Ando em busca de saúde. Sempre andei, mas hoje mais ainda. Com a idade chegando, temos que nos cuidar.
As coisas boas que faço, ou acho que faço, gostaria de compartilhar com os amigos. E aí está. E conclamo a todos bater pernas, braços e mente em academia de ginástica. Faz um bem danado. Na foto aí, o papai e o professor Anderson. O clique acima é do Beto.

JOSÉ CORTEZ

Meu amigo Cortez, criador da editora que leva o seu nome, topou o desafio e entrou no embalo. Está se sentindo como, digamos, um cara de meia idade. Ele treina numa academia quase pegada à sua editora, ali no paulistano bairro de Perdizes. Garante que já perdeu uns 3 Kg e tá que tá. No próximo dia 18 de novembro, José Cortez completa 81 anos de idade. E viva Cortez. Ah! Em breve publicarei aqui uma foto do jovem em atividade física na sua academia, fica a promessa.