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domingo, 21 de junho de 2009

CRISE NO REINO DA BRASILÉIA

Cá no hemisfério sul, o inverno chegou às 2h45, trazendo frio de gelar pingüim.
Nas bandas do Planalto, especialmente nos corredores do Senado, a temperatura tem tudo pra se elevar no correr dos próximos dias, pela chiadeira de gente como o rei do Maranhão.
Semana passada o rei subiu à tribuna para espernear, tal calango-tango em frigideira fervente. Disse que até pode ter escândalo na corte, crise, essas coisas, mas não é da sua conta. É do Senado. E nossa, é claro!
Em tom de lamentação, o velho rei discorreu sobre serviços prestados à Brasiléia.
Foram até aqui 50 anos, segundo ele.
Até presidente da República foi.
Também do Senado, agora pela segunda vez.
Como chefe da Nação verde-amarela, bem, essa foi uma peça que o destino nos pregou. Era Tancredo o homem, que partiu vítima de males do corpo há 24 anos. Na ocasião, a situação se inverteu: o vice virou rei.
E o resultado foi o que se viu.
Bom, horas antes de o inverno chegar, assisti o drama documental Frida Khalo, de Julie Taymor, com Salma Hayek e Alfred Molina nos papéis principais.
É belíssimo.
História de uma jovem mexicana (Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón; 1907-54) que se apaixona pelo pintor Diego Rivera (Maria de la Concepción Juan Nepomuceno de la Rivera (1866-1957), amigo de Picasso, Dali, Miró e Gaudí, retratado à óleo por Modigliani nos princípios do século passado.
Antes da paixão, um acidente marcou profundamente a vida de Frida. E mais não digo: vão assisti-lo que é bem melhor.
E pascalingundum para todos nós!

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