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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
O CEGO NA HISTÓRIA (11)
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
SÃO PAULO ANIVERSARIA DOMINGO 25
Leia aqui entrevista especial com Peter Alouche:
BLOG DO ASSIS ÂNGELO: SÃO PAULO EM PROSA, VERSO E MÚSICA (7)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
VIVA O BRASIL!
domingo, 4 de janeiro de 2026
BOM, CUIDADO COM O ANDOR...
| Crédito: InfoMoney |
O mundo está pegando fogo. Está não, sempre esteve.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
PAZ E ARTES COMBINAM
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
Viva Magrão! Viva o Brasil!
Melhor do que um dia atrás do outro, é viver.
Viver é o melhor que Deus nos dá.
Viver, porém, é uma escolha de cada um de nós: pelo bem ou pelo mal.
Eu sou da safra de 52. Nasci bebendo pimenta na mamadeira que a minha mãe Maria me dava, pra não chorar.
Chupeta?
Nunca chupei chupeta, até porque nunca gostei de tamanduá.
Esse besteirol todo até aqui dito e escrito, faço porque quero mandar de coração um abraço querido para uma figurinha fantástica chamada Magrão, que nesse amanhã, 27 de dezembro, completa meia oito de história.
Magrão, de batismo Paulo Garfunkel, é um cara da maior sensibilidade do mundo. Vive pra nos ensinar, ao lado do compadre Drauzio Varella.
Querido Magrão, viva!
Eu estou ditando essas palavras saídas do meu coração para o amigo queridíssimo, compositor, cantor e batuqueiro de pandeiro, Cadu.
Cadu, paulistano, cujo nome completo de batismo é Carlos Eduardo Ribeiro Junior, não só faz do Brasil samba. Ele e o seu grupo, Gato com Fome, fazem e cantam o melhor samba do Brasil.
Neste doido mundo, o que me faz bem e viver bem, é ter ao meu redor gente talentosíssima e de bem.
O Cadu aqui, referência grandiosa que fazia muito bem ao meu querido Rolando Boldrin, pergunta se eu conheço Edson Cordeiro.
A minha resposta é simples: de nome, sim; de música, também.
Eu já disse muitas vezes que quando pessoas queridas chegam aqui, no lugar onde vivo, casinha simples e tal, eu fico é todo ancho!
E Cadu, ora aqui, chega chegando, dizendo que tem um monte de música dele sendo gravada por um monte de gente bonita. Entre esse monte de gente bonita, a mais nova: Graça Braga.
Clique e ouça:
https://www.youtube.com/watch?v=fGyCPFJv3So
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
E EVA E ADÃO, HEIN?
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
LEMBRANÇAS DO TEMPO DE ONTEM
O texto aí é de autoria do amigo e colega JORNALISTA PAULISTANO MARCO ANTONIO ZANFRA, publicado no NEWS LETTER JORNALISTA E CIA do dia 18 deste mês de dezembro. Clic e leia:
https://www.jornalistasecia.com.br/Jornalistasecia2025/1543/
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
MÚSICA SEM GRAÇA NESTES NOVOS TEMPOS
Meu coração bimbalha toda vez que percebe a chegada de um amigo ou amiga cá no meu refúgio, por muita gente já conhecido como espaço guardião do acervo cultural que construí ao longo dos anos desde o meu querido torrão natal João Pessoa, PB. Foi isso que sucedeu ora há pouco, quando o telefone tocou anunciando a visita de Alcides Campos.
Alcides, para quem ainda não sabe, é paulistano do bairro da Lapa. É cidadão dos bons. Vive a vida com firmeza e sobriedade, procurando inteirar-se sempre do cotidiano em que se vê naturalmente envolvido..
À guisa de provocação, lembrei ao Alcides que a Lapa foi num tempo já de antigamente o reduto eleitoral do ex-presidente da República ,governador e prefeito de São Paulo ,Jânio Quadros.
"Jânio foi o diabo a quatro. Como político, ocupou todos os espaços que quis" , Diz numa risada o amigo Alcides acrescentando : "Mas no Brasil, já houve cabra mais esperto do que o marido de Dna, Eloá. Para o bem ou para o mal abaixo de Deus, temos na política brasileira, o pernambucano Lula."
A propósito, o velho e bom oitentão Lula andou e ainda anda defendendo o que de melhor há de melhor no Brasil. Além da nossa terrinha, nós o povo.
Todos nós somos políticos de uma forma ou de outra.
Alías, foi o compositor e maestro Tom Jobim quem disse uma vez que "O Brasil não é para amador",
Nesse ponto, não deixei de perguntar ao Alcides o que ele acha hoje da música brasileira. E ele : "A arte musical é uma bela arte, seja popular ou erudita. para mim nossa música popular hoje está andando para trás, sem que seus autores e interpretes se preocupem em lhe darem o brilho necessário,colocando desse jeito a política em primeiro plano".
O Alcides é um cara que diz sempre o que lhe vem à mente. Bom papo. Ele é o motor que move o trem das músicas de todos os tempos. Foi ele quem criou Ventania,Discos , espaço que acolhia boas conversas, diálogos com gente da cantoria ,colecionadores de discos e tudo mais.
Que tal um papo com ele hein?
site : www.ventania.com.br
whatsapp 11 97367-2305
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
SP: MAIS FAVELAS DO QUE NO RIO
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
FAVELA: CHEGA DE BALA!
terça-feira, 28 de outubro de 2025
EU E MEUS BOTÕES (94)
sábado, 25 de outubro de 2025
HERZOG FOI MORTO HÁ 50 ANOS
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
O CEGO NA HISTÓRIA (10)
sábado, 18 de outubro de 2025
O CEGO NA HISTÓRIA (9)
domingo, 21 de setembro de 2025
BRASIL LIVRE, SEM POLÍTICOS CANALHAS!
sábado, 20 de setembro de 2025
A NOSSA LIBERDADE AMEAÇADA
quinta-feira, 18 de setembro de 2025
O CEGO NA HISTÓRIA (8)
terça-feira, 16 de setembro de 2025
EU E MEUS BOTÕES (93)
terça-feira, 9 de setembro de 2025
PAPUDA PARA O IMBROCHÁVEL
domingo, 7 de setembro de 2025
INDEPENDÊNCIA E MAIS ESTADOS
sábado, 30 de agosto de 2025
EITA, BRASIL SEM GRAÇA!
domingo, 24 de agosto de 2025
O HUMOR ESTÁ SEM GRAÇA
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
SAFADEZA AMERICANA
terça-feira, 12 de agosto de 2025
O CEGO NA HISTÓRIA (7)
Pois bem, o romance Esaú e Jacó foi publicado em 1904. Antes disso, o nosso Machado publicara Dom Casmurro (1899).
Sem dúvida, Esaú e Jacó transformou-se num dos dez romances clássicos do bruxo do Cosme Velho.
Depois de publicar Esaú e tal, Machado deixou-se publicar o seu último livro: Memorial de Aires.
Machado era fluminense, como se deve saber.
Machado morreu em casa na madrugada de 29 de setembro de 1908. Nesse mesmo dia, madrugada, mês e ano nascia na terra mineira um cara que o futuro haveria de aplaudir: João Guimaraes Rosa.
Rosa, como Machado, inovou a literatura brasileira.
Muitos outros autores do nosso patropi fizeram-se importantes. E não são poucos.
Em 1892 nascia, em Alagoas, um menino que ganharia fama como escritor: Graciliano Ramos de Oliveira.
Leitor amigo, você saberia dizer os pontos de identificação entre Machado de Assis e Graciliano Ramos?
Bom, houve um momento na vida de Machado em que a visão lhe falhou completamente.
Houve um momento na vida de Graciliano em que seus olhos lhe negaram visão. Foi na infância, mas o problema minimizado o acompanhou no decorrer dos seus 60 anos de vida.
Como se não bastasse, há outros pontos em comum entre Machado e Graciliano.
Machado era poeta no começo da vida literária.
Graciliano também foi poeta, embora tenha iniciado a carreira como prosador. Seu primeiro conto teve por título O Pequeno Pedinte, publicado num jornalzinho da sua infância. Detalhe: tinha o futuro autor a idade de 12 anos.
Além de poeta, Machado foi quem todos nós sabemos.
Graciliano, por sua vez, foi quem todos nós sabemos.
A história de Machado de Assis e de Graciliano Ramos se cruzam em vários momentos.
Machado nasceu pobre de marré marré e aleluia!
Graciliano não nasceu em berço de ouro. O pai, um brutamontes, o castigava aos gritos e chicotadas. A mãe o humilhava de todas as formas, chamando-o de "bezerro encourado" e/ou "cabra-cega".
Bezerro encourado significava, lá no passado nordestino, pessoa enjeitada pela mãe, humana ou vaca de rebanho.
A expressão cabra-cega tem origem antiquíssima. Data de muito antes da Idade Média. Surgiu como brincadeira infantil e como brincadeira acabou. A base era vendar os olhos de uma criança, pois brincadeira de criança era e fazer com que a vendada conseguisse segurar outra criança a quem passasse a venda.
No Nordeste essa brincadeira tinha outra versão: uma criança tinha os olhos vendados e de vara em punho tentava quebrar uma panela ou pote de barro pendurada em algum lugar. Tal panela estava recheada de balas e outras guloseimas. Era uma festa.
Na obra de Machado de Assis há referências à cegueira. Na obra de Graciliano também.
Em 1938 o famoso alagoano levaria às livrarias o livro São Bernardo.
Em São Bernardo, o narrador é um ex-guia de cego.
Órfão de pai e mãe, Paulo Honório foi adotado por uma mulher chamada Margarida, que compatilhava a vida com um cego.
O tempo passou e Paulo, que nunca tirou da cabeça a ideia de ficar rico custasse o que custasse, levou a sua mãe para morar consigo na fazenda que comprou por meios questionáveis.
É uma história fortíssima a que se lê em São Bernardo.
Por questões de ciúme por uma jovem com quem teve a primeira vez na cama, Paulo é preso e condenado a três anos, nove meses e 15 dias depois de esfaquear um rival. Alfabetizou-se na cadeia, graças a um sapateiro com quem dividia a cela.
E fiquemos por aqui.
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