
De um lado, um monte de idiotas pulando como tais.
No centro, um idiota de olhos arregalados, voz enrolada dizendo besteiras após fungar ar impuro; de passagem, abarrotado de contradições a humilhar o raciocínio lógico do brasileiro médio pensante.
O nome?
Mial.
Esse tal, levado pelos cobres, muitos cobres, platas, platitas, ouros, bezouros, bezoritos e o cacete, faz de si iguais ao que diz.
Que merda!
Do outro lado da história, dois outros doentes se matam por R$ 1,5 milhão.
Heróis de nada, heróis de merda.
Que merda!
O episódio me faz lembrar o Bandido da Luz Vermelha (foto ilustrativa do texto) dos anos 70: mais justo, mais puro, mais louco ele era sem levar consigo ninguém.
Detalhe: Luz, depois de endeusado pela mulherada em êxtase, foi morto.
Idiotamente morto.
Morte, pois, ao BBB!