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segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

AMAR É BOM, AMÉM!


Por não ter o que fazer nesta vida tão bonita, continuo a ler coisas e livros que não li lá atrás.
Li quase todos os primeiros romances do Brasil, exatamente por não ter o que fazer. 
E desejo fundamentalmente ler quem está publicando o quê.
Pois é, aqui estou eu a me ver com a memória.
Por uma dessas razões inexplicáveis, chegou-me as mãos o livro chamado Os Homens que não Amavam as Mulheres. 
É um livro absolutamente fantástico por sua originalidade. O autor Stieg Larsson morreu sem saber do sucesso que alcançaria com o livro que escreveu.
Meus amigos, minhas amigas, eu quero dizer que o Stieg Larsson foi simplesmente incrível na sua forma de contar histórias.
Quero aprender a contar histórias como ele.



OS BOSSA-NOVISTAS ESTÃO PARTINDO…

Os artífices e grandes intérpretes da Bossa Nova estão desaparecendo.

No andar em que vivemos, já não se acham Vinicius, João Gilberto, Tom Jobim, Nara Leão e tantos e tantas.

Sinto saudade de alguns desses nomes. E também de um paraense chamado Billy Blanco.

Blanco foi um compositor muito inspirado e profícuo. Deixou uma obra exemplar. Muita gente boa o gravou e a seus parceiros, como Tom.

No último fim de semana partiu para a Eternidade o carioca Carlos Lyra, aos 90 anos de idade. 

Lyra foi autor e também intérprete de muita coisa boa. Entre seus parceiros o paraibano Geraldo Vandré.

Vandré está com 88 anos de idade praticamente recluso no Rio de Janeiro. Já não compõe nem grava nada. “Hoje eu só vejo TV”, disse-me outro dia indiferente a qualquer fala relacionada à música e artes em geral. O corpo de Carlos Lyra foi sepultado hoje.


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