
Luiz Ayrão, Pery Ribeiro, Germano Mathias, Oswaldo Rodrigues, Carlos Gonzaga, Lindomar Castilho, Joelma e Ângela Maria também gravaram obras suas.
Só Germano gravou uma trintena, como São Paulo, Mãe-madrinha.
Entre seus parceiros se acham Joel de Almeida, Zé Ketti, Adoniran Barbosa, Archimedes Messina, Olmir Stocker e o maestro Portinho.
Refiro-me ao paulista de Jaboticabal Elso Augusto, que no cartório ganhou no nome esse “s” aí antes do “l”, que corrige assinando seus textos e partituras musicais com “z”, assim: Elzo Augusto, como deveria constar no documento expedido pelo cartório onde foi registrado.
Elzo vai estar comigo logo mais às 20 horas, no Sesc Santana.
Junto comigo e ele, também estará a cantora paulistana Fabiana Cozza, uma artista que só agora, 14 anos depois de iniciar a carreira profissional, começa a despontar no cenário da música brasileira.
Sem dúvida, a voz de Fabiana Cozza é privilegiada e privilegiados são todos aqueles que a ouvem.
Ela tem três CDs e um DVD à disposição do bom-gosto.
Acho que o nosso bate-papo vai ser legal.
Que tal conferir?
LANDELL DE MOURA
O Movimento Landell de Moura acabou, mas não acabou. Explico, oficialmente sim. Na edição de hoje, o newsletter Jornalistas&Cia, que esteve à frente desse movimento, informa que muitas iniciativas continuam sendo feitas pró padre-cientista inventor do rádio, o gaúcho Landell de Moura. Lida semanalmente por mais de 35 mil profissionais, Jornalistas&Cia, que circula em formato PDF, mostra a movimentação de profissionais de redações (jornais, tevês, rádios e portais), agências de comunicação e assessorias de imprensa de empresas, entidades e órgãos públicos e outras notícias sobre a área de comunicação social e corporativa.
JORNAIS
Extinguiram-se as edições impressas do 2º jornal mais antigo da capital paraibana, O Norte, onde iniciei a carreira profissional no limiar de 1970. Com ele também foi o Diário da Borborema, de Campina Grande, onde mantive coluna assinada por bom tempo. Ambos pertenciam à rede dos Diários Associados, criada pelo paraibano Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello. Uma pena a extinção desses jornais.
INEZITA BARROSO
Ontem dei a informação de que o livro A Menina Inezita Barroso, que escrevi e Ciro Fernandes ilustrou, foi incluído no disputado catálogo da Bologna Children Book´s Fair. O livro começa com um texto poético que desenvolvi em homenagem à biografada, Inezita, que o percussionista de folias internacional Papete musicou com maestria. Chama-se A Brasileira Inezita, que pode ser ouvida no Youtube. Mais esqueci de dizer que o referido livro já ganhou até uma versão em braile.