A morte chega de todas as formas e em todo canto ela pega quem quer. E pega a todos. É uma safada.
Mas, cá com meus botões, fico pensando o que o cabra sente quando a morte lhe escolhe.
O cabra pode estar magro, o cabra pode estar gordo, o cabra pode ser macho, ou gay desparafusado.
A morte é mulher.
A morte é feminina e dela não tem macho que escape.
E nem mulé....

Mas eu estava falando de magro, de gordo.... Pois bem, teve um francês de nome Pierre Renoir. Era pintor nascido no dia 25 de fevereiro de 1841. Ele pintava só mulher gorda, feliz, nua e gostosa. Renoir foi o pintor das gordinhas, e como tal entrou para a história. Quem me apresentou a ele foi meu professor de História da Arte, João Câmara Filho... bons tempos!
O estilo de Renoir era impressionista.
Renoir morreu com mais de 70 anos.
Mas eu comecei falando de morte. Fico pensando a dor que deve ser morrer por anorexia. Ou com uma corda no pescoço como ocorreu com Tiradentes.
Morrer por amor é uma bobagem dos infernos, até porque...
É preciso separar
a razão do amor e da paixão
a paixão é coisa louca
é um mar em convulsão
é vulcão pegando fogo
sem nenhuma explicação
O amor, todo mundo diz:
não é nada disso não
é paz, é harmonia,
é diferente da paixão
quem tem amor na vida
tem em vida salvação
a razão, por sua vez,
não é amor nem é paixão
é a vida em linha reta
é a vida em construção
é a vida em equilíbrio
entre o sim e o não
Uma sugestão dou de graça para os donos das passarelas, de moda no Brasil e por aí afora:
Substituir as magrinhas pelas gordinhas gostosas. Sei, o tema é bom, mas acho que ainda não foi adotado.
O cocorococó Roberto Carlos chegou a compor uma música para as gordinhas, depois de ter em mãos uma pesquisa que dava conta de serem, elas, fabulosas, maravilhosas, sensíveis etc e tal. Ficaram felizes, e ele também, vendeu disco a dar com pau. Clique: