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terça-feira, 26 de junho de 2012

TODO DIA É DIA DE CIRCO

Eu gosto de circo.
Fui a muitos circos nos meus tempos de criança e tenho muitas histórias de circo pra contar.
Os circos são mágicos.
E pelo jeito o jornalista multitudo Ayrton Mugnaini também gosta.
Ayrton também é mágico, uno, na fala, no pensamento e nas acrobacias.
Raciocínio rápido.
Como cidadão, solidário, franco, briguento.
Agora ele inventou de tocar em circo, mas precisamente no Pindorama Circo de Variedades, que tem acrobatas, malabaristas, palhaços, músicos e tudo e muito mais que se espera de um bom circo e seus intérpretes e personagens.
Tudo é dinâmico e muito rápido no circo do Ayrton.
“Estamos todos os domingos de junho, e agora de julho, das 11 às 12h, no teatro Oficina, à Rua Jaceguai, 520, com ingressos a R$ 5 (crianças moradoras do Bixiga), R$ 10 (adultos moradores do Bixiga e meia-entrada em geral) e R$ 20 (inteira)”, ele informa.
A banda na qual Ayrton está é formada por João Pedro Tognonato (teclados), Wilson Feitosa (acordeão), Luan Frenk (violino), Ícaro Mart inelli (contrabaixo), Fernando Bola (bateria) e o próprio Ayrton, ao violão.
Por que circo?
O próprio Ayrton responde:
"Sempre gostei de circo, e esta é minha primeira experiência como participante; embora eu já seja palhaço em tempo integral. Já posso falar que contabilizo 41 anos de instrumentos musicais, 36 anos de palco e algumas semanas de circo. Tocar acompanhando espetáculos circenses é um pouco análogo aos músicos que faziam trilha ao vivo na época do cinema mudo, só que mais difícil, pois o filme não muda, e um número de circo pode sair a cada hora um pouquinho diferente. Por exemplo: um artista equilibra um chapéu no nariz, tendo pedido para a banda parar quando o chapéu cair na cabeça dele. A banda tem de estar atenta, de olho no picadeiro, para parar todo mundo junto quando o chapéu cair... Nada de tocar “viajando” na música de olhos fechados, como nos shows”.
Números de acrobacia - trapézio, corda, tecido - ficam ainda mais emocionantes, segundo Ayrton. E explica: “Imagine o artista a cinco ou mais metros do chão, geralmente sem rede de segurança, e você tocando com os olhos grudados nele. Às vezes dá até medo de errar e assustar o artista... Daí que temos de tocar o melhor que pudermos”.
Ainda Ayrton:
“E a nossa banda é muito boa”.
Eu vou lá, vamos?

FLÁVIO TINÉ
E aí, meu compadre, que história é essa de cirurgia na coluna?

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