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terça-feira, 22 de abril de 2014

ROBERTO CABRINI E O BRASIL

Um tanto sorumbático por razões diversas, deixei de preencher este espaço ontem com texto alusivo ao feriadão em homenagem à memória do mineiro Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes e dos 19 anos de ausência entre nós de outro mineiro, Tancredo Neves, o único presidente do Brasil que foi sem ser, isto é: eleito não tomou posse por apresentar uma série de complicações que o levaram primeiro ao Hospital de Base em Brasília, e depois ao Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Tancredo foi a via de travessia entre o regime militar iniciado em 1964 e a redemocratização vigente desde 1985.
Hoje eu poderia falar um pouco sobre o achamento do Brasil pelo português Pedro Álvares Cabral, no dia 22 de abril de 1500.
Prefiro falar a respeito de um personagem contemporâneo em plena atividade profissional: Roberto Cabrini.( ao meu lado, com a editora do portal Por Dentro da Mídia, Luciana Freitas).
O piracicabano Cabrini iniciou a profissão de repórter aos 16 anos de idade, cobrindo partidas de futebol.
Aos 17 anos ele era contratado pela Rede Globo de televisão.
Foi o mais novo profisisonal de jornalismo até contratado pela plim plim.
Fiquei sabendo disso ontem de manhã ao ouví-lo falar no programa Morning Show, no ar pela Rede de Rádio Jovem Pan.
Foi uma entrevista e tanto.
Ex-correspondente de guerras em várias partes do mundo, Roberto Cabrini especializou-se na cobertura de reportagens perigosas: É o mais eficiente profissional de reportagens investigativas no Brasil.
A sua eficiência profissional refletida no programa Conexão Reporter, do SBT, nos orgulha a todos.
Na vida pessoal, também agitada, Cabrini se destaca também como um cidadão exemplar. Não à toa, ele diz que a importância de uma reportagem está no que ela pode transformar para melhor a vida de pessoas, comunidade ou país.
Cabrini não acredita em reportagens que não levem a mudanças sociais.
Viva Cabrini e a sua aposta por uma sociedade melhor.


INVASÃO BAIANA. Ontem a noite, dei uma esticada até o Vale do Anhangabaú, onde se apresentavam artistas do solo baiano. Entre as atrações Márcia Castro, Baiana System e o veterano Pepeu Gomes. Pepeu, como convidado especial, foi a diferença do projeto denominado Invasão Baiana. Aliás, uma denominação sem graça e pra lá de dúbia. Enfim, já se passou o tempo de invasão de brasileiros em terras brasileiras: brasileiros visitam e trabalham por seu território, sem necessariamente invadí-lo.

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