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segunda-feira, 24 de abril de 2017

EXISTE AMOR REAL?

Meu amigo, minha amiga:

Você acredita no amor? 
Em 1871 estreou na Casa da ópera do Cairo, no Egito, a grandiosa e bela Aída, do italiano Giuseppe Verdi.
Verdi foi um gênio sob todos os aspectos, e um ser humano exemplar. Tanto que construiu em vida uma enorme moradia para acolher os músicos de futuro findo, aqueles que chegam aos últimos dias da vida sem ter sequer onde morar.
Aída é uma princesa etíope, pega e escravizada pelos egípcios.
A história é baseada na mitologia grega.
O guerreiro comandante em chefe dos egípcios, Radamés, apaixona-se loucamente por Aída. E ela por ele, também. 
No meio da história, aliás muito antes do meio da história, surge outra princesa: Amneris.
Amneris era louca por Radamés, que não dava bola para ela. Portanto Aída amava Radamés que não amava Amneris...
E o pau canta depois da volta vitoriosa de Radamés contra as forças etíopes. E há traição e tudo mais nessa história.
Depois de descobrir a paixão irremediável de Radamés por Aída, Amneris faz o que pode e o que não pode para ferrar Aída e Radamés é levado a julgamento e condenado por traição a morrer emparedado, em outras palavras, enterrado vivo. E com ele, sem que ele saiba, aparece de repente burlando a segurança egípcia, sua princesa etíope: Aída. E ambos morrem abraçados para viver na eternidade...
Aída, a ópera, é uma história que nos enche os olhos de lágrimas.
É isso.




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