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sábado, 22 de julho de 2017

NÃO HÁ FUTURO SEM PASSADO, E VIVA TINHORÃO!

Viver é bom demais, que o digam meninos como José Ramos Tinhorão. No dia 07 de fevereiro do ano que vem, Tinhorão entrará soberbamente na casa ainda pouco frequentada dos 90. E ontem, como toda sexta, ele chegou supimpa e serelepe dizendo que suspeitava estar entrando na chamada fase da velhice. "Ser velho é uma merda!"
Rimos muito.
O humor do Tinhorão é do tamanho da sua sabedoria, ou seja: enorme.
No começo deste mês, o gaúcho Paixão Côrtes inaugurou a casa dos 90. Paixão, como Tinhorão, tem muito o que falar. E já falamos, trocamos ideias, sobre vida e cultura popular. Foi no tempo em que eu apresentava um programa na Rádio Trianon, daqui de Sampa.



Inezita Barroso Adorava Paixão Côrtes e dele chegou até a gravar músicas. Mas voltemos a Tinhorão.
O Brasil deveria ou deverá tomar vergonha na cara e abrir-se em homenagens a José Ramos Tinhorão. Tinhorão merece todas as glórias, todos os louvores, por ser quem é e pela obra grandiosa que nos tem legado. Este ano ele já publicou livro novo e ano passado também. E agora mesmo está às voltas de outro, dessa vez sobre a poética licenciosa da arte e compositores brasileiros. Estamos nessa, junto com Rômulo Nóbrega, Roberto Luna, Kyldemir Dantas, Oliveira de Panelas, Téo Azevedo e outros e outros, amigos e comparsas.
Eu já disse e repito, a obra de Tinhorão que beira uns 40 livros, precisa ser adotada em todas as escolas públicas e privadas deste país varonil. Ler faz bem, tanto que Tico e Teco agradecem.
Atenção Edu Ribeiro, Barão, Audálio, Luciano Martins e Zé Hamilton Ribeiro: Preparemo-nos para uma bela entrevista sobre José Ramos Tinhorão para o portal Jornalistas&Cia. Atenção, atenção Brasil, Tinhorão está indo ocupar bela cadeira na casa de poucos, a 90.
Ah! Tinhorão foi o jornalista que criou a foto-legenda no JB, por onde se aposentou.

PRESENTE

Um país sem passado, que não respeita seu passado, que não estuda seu passado, que não prima por seu passado, não pode ter um bom futuro. Não há futuro sem passado.

O HOMEM MORRE, A ESPERANÇA NÃO!

Carroças e carroceiros, desde a Idade Média existem.
Os carroceiros são modernagem desde sempre. E importantíssimos, desde a Idade Média. 
Nesta nossa Idade, relegamos a último estágio o carroceiro. Quão idiotas somos, não é mesmo?
Carroças e carroceiros são e serão importantes o tempo todo neste mundo modernoso em que vivemos.
Um homem carroceiro morreu. Tinha 39 anos e era paulistano. 
Quantos homens paulistanos e de 39 anos há no Brasil, no mundo?
Esse homem de 39 anos, paulistano, tinha por nome Ricardo Silva Nascimento.
Ricardo, tantos Ricardos brasileiros, recebeu tiros no peito à queima roupa, sem poder defender-se.
Ricardo foi morto pela polícia.
Quantos Ricardos ainda morrerão, inocentemente, pelas balas policiais?
Ricardo foi brutalmente assassinado na quarta, 12. Pessoas se movimentaram e levaram o nome do Ricardo à consciência popular.
Uma missa foi rezada em memória de Ricardo.
Que Deus nos proteja da Polícia!




BRINCANDO COM A HISTÓRIA (38)




domingo, 16 de julho de 2017

DITOS, AS PÉROLAS DO POVO

A cultura popular e seus ditos são fantásticos, portadores de grande sabedoria, certo? 
A cultura popular está em todo o canto, como em todo o canto está o povo.
A cultura popular é resultado da vivência do povo. E isso se acha no teatro, no cinema, na música, nas artes em geral. E uma coisa puxa a outra. Por exemplo quando algo não interessa aos político, eles dizem desconhecer a causa ou a razão dos fatos. Quer ver? Lula nunca soube de nada, especialmente das acusações que lhe são feitas, é o que se lê, é o que se ouve. 
O nada saber de Lula faz-me lembrar o filósofo grego da Era Clássica, Sócrates.
Sócrates foi condenado à morte no ano 4.000 a.C., sob a acusação de corromper a juventude e negar os deuses do seu tempo. Corromper no sentido de convencimento de ideias e ideias. Sócrates, como se sabe, já nasceu avançadíssimo para o seu tempo. Tanto que ele e sua obra sobrevivem. 
Ao escolher o tipo de morte, Sócrates escolheu a cicuta. 
Além da obra, Sócrates legou à Eternidade a frase clássica: "Só sei que nada sei". Simplicidade profunda, profundíssima, não é mesmo?
Pode se dizer que Sócrates foi vítima da Justiça de seu tempo. A Justiça destes tempos acaba de condenar o ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e meio de cadeia. Justiça ou injustiça?
Ao fim do laudo condenatório o juiz Sergio Mouro recorreu à sabedoria popular: "Não não importa o quão alto você esteja, a lei ainda está acima". 
Uma coisa puxa a outra: "Aqui se faz, aqui se paga". Outra: "A Justiça tarda mas não falha". Mais uma : "Olho por olho, dente por dente". E esta, que está na boca de todo mundo: "Pau que bate em Chico bate em Francisco. E tem aquela também: "É pau que bate em doido!".
Olho por olho etc., tem origem babilônica, tá na Bíblia. Consta que foi dita muitos séculos antes de Cristo vir ao mundo. Tem pinta de vingança.
Já a Justiça tarda etc., veio do povo português, como tantas outras. 
A ideia de justiça foi amplamente exposta e discutida por Aristóteles.
Segundo a visão aristotélica, justiça é uma coisa para ser aplicada igualmente a todos. É aquela história de a Lei ser para todos. A injustiça é uma variante da justiça, que recai muitas vezes sobre a cabeço do povo que não tem grana pra pagar a advogados de elite, como esses que estão ai a defender lustrosos nomes da República. 
Uma vez questionado sobre lei, Getúlio Vargas teria dito: "A Lei? Ora a Lei!". Ele também teria dito a seguinte frase: "Para os amigos tudo, para os inimigos a Lei".
Para ilustrar, um poeminha que acabo de compor:

Diógenes foi um craque
Do escracho e do saber
E viveu por muito tempo
Tentando só entender
Por quê se rouba tanto
Desde sempre até morrer

Cego, pobre e doido
Ele partiu após dizer
Que Deus não teve culpa
De o homem escolher
O verbo Ter antes do Ser
Como via prá viver

Assim o tempo passa
Sem o homem perceber
Que entrou em parafuso
Nas entranhas do seu Ter
E é certo que nem sabe
Que perdeu-se do seu Ser.

Após elo perdido
partido, o que fazer?
Terá salvação salvação?
Ou ele irá morrer
No pó e na sujeira
Dos escombros do Poder?






BRINCANDO COM A HISTÓRIA (37)








sexta-feira, 14 de julho de 2017

FORRÓ PRÁ TODO MUNDO

Anastácia, a bam bam bam do Forró telefona toda feliz para dizer que as dores fortes que sentia nas penas sumiram, depois da intervenção cirúrgica feita há poucos dias no HC. Cirurgia simples, da vesícula. Agora está em casa, de molho, mas já se preparando para apresentações no Espírito Santo e em Sergipe. Depois disso, já no primeiro dia de Setembro, já estará na Espanha rumando em seguida a Portugal. É a primeira vez que sai do Brasil, de mala, mas deixando a cuia cá na terrinha. Além disso, tem novo disco chegando ao que sobrou do mercado na próxima semana ou na outra.
Viva Anastácia!
O sanfoneiro Targino Gondim é outro que sai do Brasil pela primeira vez. Ele viajou ontem e hoje já tem apresentação em Angola. De novo estará conosco semana que vem. Targino é o coautor do sucesso Esperando na Janela, gravado por tudo quanto foi intérprete. Gil, inclusive. 
Mês passado, o canal Futura e a Tevê Caatinga levaram ao ar a série de quatro episódios intitulada Sou Forró. Apresentada por Targino, a série reuniu grandes nomes do nosso forró, entre os quais Genival Lacerda e Maciel Melo. Eu participei do último episódio falando sobre danças populares. Curtam:



TÉO AZEVEDO

O cantador mineiro Téo Azevedo só saiu do Brasil uma vez, hás muitos anos. Foi cantar e tocar em Portugal, onde identificou-se com as raízes populares. Em Setembro, acho que dia 19, ele não estará na Alemanha, mas na Alemanha será lançada uma produção musical sua em vinil, LP. Trata-se do primeiro de quatro discos de chorinho que ele acaba de produzir, todos com músicas suas, instrumentais. O primeiro eu já ouvi e gostei demais. Na verdade surpreendi-me deveras com o que ouvi. Téo é um danado. Ontem ele esteve conosco, trazendo à tiracolo o cantor, também mineiro, Toni Agreste e rapadura e uma boa cachaça. Viva Téo.

CHIQUINHA GONZAGA

A mais fértil compositora musical brasileira, Chiquinha Gonzaga (1847-1935), ainda não caiu de vez no esquecimento popular, felizmente. Chiquinha era para ser lembrada, tocada e aclamada todos os dias, inclusive nos templos de música erudita. A propósito, praticamente despercebida ocorreu a apresentação da peça Aprendiz de Maestro - O Forrobodó de Chiquinha, na Sala São Paulo, com renda destinada às Crianças e Adolescentes portadores do mal do câncer. Foi no último dia 1º. O espetáculo contou com a participação do grupo musical As Choronas.

VIDA E MORTE

A vida e a morte são eternos temas na cultura universal, em todas as línguas. São milhares os idiomas e dialetos falados nos quase 200 países catalogados pela Organização das Nações Unidas ONU. Temos certeza absoluta de uma coisa: que vamos morrer, e quem vai nos levar, a morte. Eterno, portanto, a penas a vida e a morte.

BRINCANDO COM A HISTÓRIA (36)



quinta-feira, 13 de julho de 2017

O HOMEM, INIMIGO DO CACHORRO...

Acha-se nas páginas do folclore o seguinte: "cachorro é o melhor amigo do homem". Ouvi hoje na Tevê a notícia sobre a aposentadoria de um labrador de nome Popó. Popó tem 11 anos de idade e era queridíssimo por policiais rodoviários. Uma policial, despedindo-se de Popó abraçou-se a ele e não conteve as lágrimas.
São muitas as notícias que têm cachorros como personagens. 
Mais ou menos oito séculos antes de Cristo, um cidadão criou uma história de amor, paixão e guerra. Essa história andou de boca em boca por muito tempo e hoje é lida em quase todas as línguas conhecidas. Refiro-me à obra-prima Odisséia, de Homero. Homero era um cego como eu, mas muito mais criativo.
Em Odisséia acha-se um personagem chamado Argus. Argus é um cachorro. Durante uns 20 anos o seu dono, Ulisses, andou mundo afora procurando o raptor de Helena. Helena era a mulher de Menelau. Veja o resumo dessa história na música de Otacílio Batista, interpretada por Zé Ramalho.


É uma história bonita. Ao regressar, Ulisses foi imediatamente reconhecido por Argus. Argus estava terrivelmente debilitado, tanto que deu o último suspiro assim que reconheceu o seu dono.
Lembro-me de muitas histórias envolvendo cães.
Ali pelo século 5 a.C., uma cachorra, diz a lenda, amamentou os irmãos Rômulo e Remo. E surgiu Roma.
Quem, do meu tempo, não se lembra do pastor alemão de origem francesa Rim Tim Tim? O dono de Rim Tim Tim era um menino que nos momentos em que se achava em apuros, bastava dizer: "Rim Tim Tim"! Foi um seriado que passou entre os anos de 1950 e 1960.
Sim, são muitas as histórias que envolvem cães.
O alagoano Graciliano Ramos, na sua obra-prima Vidas Secas nos traz a história de uma família formada por um casal, dois filhos, um papagaio e uma cachorra. Baleia, a cachorra, é quem salva a família da fome, caçando preás. No fim da história, Baleia é morta com um tiro na cabeça.
Além de Graciliano outros grandes autores brasileiros inseriram em suas histórias cachorros de todos os tipos e comportamentos. Vocês já leram o Auto da Compadecida, do paraibano Ariano Suassuna? Quem não leu, leia. E a história do Cachorro que Defecava Dinheiro, de outro pernambucano, o cordelista Leandro de Barros?
Os cachorros prestam os mais diversos tipos de serviços ou auxílios aos seus donos, além de divertir crianças de todas as idades.
No Brasil há cerca de 6 milhões de pessoas cegas, parcial ou totalmente.
Não são ainda muitos os cegos que se utilizam de cães guia. As informações que tenho a respeito é que não é fácil treinar e cuidar de cães guia. Mas, dizem, cego com cão guia está no céu. E deve, mesmo!
Os cães surgiram lá prás bandas da Ásia, há uns 20, 30, 100 ou 300 mil anos. Os estudiosos ainda não definiram a data exata.
Os cachorros descendem dos lobos. Aliás, o nosso cartunista especial Fausto fez um homem pré histórico adotar um animal, Lobinho.
Existem cerca de 30 milhões de cães nas ruas do Brasil, abandonados.
No Brasil existem cerca de 65 milhões de domicílios. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, 44,3% desses domicílios têm pelo menos um cachorro e 17,7% um gato, no total, segundo a pesquisa do IBGE, publicada há dois anos, adotados há pelo menos 52 milhões de cachorros e 22 milhões de gatos.
Comecei este texto fazendo referência ao cachorro como melhor amigo do homem. E o homem do cachorro, o que é?
Foi não foi, nos deparamos com notícias entristecedoras. Notícias de homens que agem criminosamente contra os cães, verdadeiros seriais killer. Agora mesmo uma notícia que dói: Panda foi assassinada. Covardemente assassinada por alimento envenenado. O caso aconteceu na rua onde morava a querida Inezita Barroso, logo ali no Bairro da Água Branca, perto do Parque de mesmo nome e do Alianz Parque. Fica a pergunta, o homem que matou Panda é homem? Ou um bicho que não presta?
Sim, esse é mais um caso policial.

BRINCANDO COM A HISTÓRIA (35)


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Cultura Popular, a alma do ser

Como é bom viver.
Como é bom viver e reencontrar pessoas queridas.
Eu vejo tanta gente, e tanta gente querida, que vem me ver e me ouvir, de modo que nem sei por que.
Ontem eu liguei por Boldrin, Rolando, e ele pediu pra eu ligar depois. Não entendi. Eu ligo pra Vital Farias e Vital me liga. Meia noite, duas da manhã. Algo parecido com Vandré. Sempre atento, sempre ouvindo.
Gato com Fome é um grupo que eu adoro.
Valdeck de Garanhuns acabou de sair daqui. E antes de sair, cantou, brincou, junto com a mulher Regina. E os Gato com Fome...
Gato com Fome é o nome de um grupo musical, paulistano, que se encantou com o Valdeck de Garanhuns.
É assim que é o Brasil: cultura popular em todos os meios e sentidos, campos e artes.
Cultura popular é a alma do ser.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

NEGREIROS ETERNOS




O mundo está doido. Mas não quero falar disso.
O mundo sempre foi maior do que imaginamos. O mundo é simples, todo simples. Nós somos imundos. Nós não gostamos de nós. Há explicação para isso?
É quase normal, porque normal não é esquecermos de tudo, de tudo e quase tudo de nós.
A tarde do dia 6 de julho de 1871 carregou um homem chamado Antonio Frederico de Castro Alves, baiano nascido no coração dos sonhos e da liberdade.
Castro Alves guerreiro, mestre da palavra e sonhador da liberdade.
Nestes tempos loucos em que vivemos, a liberdade não significa nada.
Castro Alves, que partiu para a eternidade aos 24 anos, 3 semanas e 1 dia (1847-1871), deixou a lição que não aprendemos: viver com alegria, respeitar um ao outro, cantar, dançar, dizer coisas lindas um para o outro...
Castro Alves tentou nos ensinar o viver, o bom viver, o estar bem um com o outro. Castro Alves  foi e é um professor da vida, e com ele, parece, não aprendemos porque não queremos... Que pena, não é?
Castro Alves tinha muito respeito pelo seu avô materno, José Antonio da Silva e Castro, o "Periquitão", herói da Independência do Brasil. Sob o comando do avô de Castro Alves, estava Maria Quitéria.
Meu Deus, como é grande e forte a história do Brasil!
Eu, um besta, não posso reclamar de nada. Meus amigos, meus heróis, continuam a mim me abraçando.
Só não vê quem não quer ver.   E sabe por que? Porque é tudo muito rápido e a história é como se fosse um passado inatingível.
O passado é presente, se quisermos.
A gente, presente, aprende com o passado.
O ontem é hoje, se quisermos.
Castro Alves, o poeta que fez a transição do romantismo para o realismo, nos leva se quisermos, a entender o social que vivemos.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

E A AUTO ESTIMA DO BRASILEIRO, HEIN?

A saúva, nas suas mais diferentes formas, está roendo a raiz da honestidade e do respeito brasileiros. Não é de hoje que isso acontece, mas nunca com a intensidade que tem deixado o povo tão abismado, tão surpreso, tão decepcionado, tão triste.
Uma bala perdida, mais uma, achou  o útero de uma jovem de 29 anos no Rio de Janeiro. Grávida de 9 meses, a jovem foi levada às pressas a um hospital público onde ainda se acha. Seu bebê, atingido gravemente, já está paralítico e entre a vida e a morte.
Em São Paulo, um brasileiro foi submetido a uma cirurgia no hospital do Servidor e de lá saiu com um grampo na barriga. Depois de receber alta ele reclamou de dores intensas e os médicos disseram-lhe que não era nada. Depois de insistir durante dias, o paciente finalmente recebeu a informação do grampo, que ainda lhe provoca enormes dores. 
Numa cidadezinha do Triângulo Mineiro, uma mulher foi presa furtando shampoo num supermercado. Um advogado entrou com pedido de soltura no STF, onde o ministro Edson Fachin recusou o pedido e a mulher continua presa. Fachin é o mesmo juiz que soltou o Homem da Mala, pego com a mão na botija. O STF é uma loucura, não é? O Congresso também. Enquanto isso estão soltos na buraqueira Aécio e sua irmã, a mulher do Cunha, Jucá, Lula, Dilma, Renan, Gedel, Temer, Kassab, Moreira Franco, Eliseu Padilha e mais e mais e mais larápios da nossa cidadania. Aliás, sugiro que abram-se todos os presídios do País e solte-se todos que lá estão, inclusive o Sérgio Cabral, cuja mulher já está solta. 
Você sabia meu amigo, minha amiga, que as cadeias brasileiras abrigam pelo menos 300 mil presos provisórios.
Sexta feira passada a Câmara Federal estava completamente vazia. Não, vazia não: um deputado foi flagrado marcando ponto. Detalhe: o tal estava lá porque a Justiça assim decidiu. Ele tem que marcar ponto diariamente e voltar para a cadeia à noite.
Esse Brasil, melhor, as autoridades do Judiciário, Legislativo e Executivo são de lascar, não é mesmo?
Prá ver como são as coisas: Eu ia falar hoje sobre a independência da Bahia.

BRINCANDO COM A HISTÓRIA (34)







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