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domingo, 20 de dezembro de 2009

MENINA VITÓRIA, CHICO-ISA E CORINTINHIANS. VIVA A VIDA!

Vitória, filha primeira do casal Chico-Isa, veio ao mundo ontem, 353º dia do calendário gregoriano.
Ela, Vitória, chegou a este mundo com saúde de ferro e pesando, pra comprovar, 3,5 quilos.
A boa-nova veio do Hospital São Luís, no Itaim, cá em Sampa.
Eu, pai, pensei no primeiro filho que tive há vinte e tantos anos, pois grávido também fiquei, ora!
O filho é filha.
Chama-se Luciana, maravilhosa, e que até uma netinha igualmente maravilhosa Lu já me deu: Yara.
Quase quatro anos depois de tão importante acontecimento na minha vida, inda me sinto assim, assim, com sorriso largo me alumiando a cara redonda que a Paraíba e dona Maria Anunciada e seu Severino Ângelo me deram, em setembro de 52.
Ê, coisa boa!
É a vida se reproduzindo; é a gente se reproduzindo pensando num mundo melhor.
Que o diga o meu amigo Flávio Tiné, pernambucano dos bons...
Beleza ter filhos e netos!
Andrea, mãe de Pedro e Marina, me disse que Isa pariu legal às 7 da manhã. Menos de 12 horas depois, ela, Isa, já tava pedindo algo pra molhar a goela e um cigarro pra relaxar, antes de se meter espontaneamente numa sessão de exercícios no hospital, para admiração e medo de médicos e enfermeiras que lhe pediam calma e repouso.
Mas Isa, embora calma, tranqüila como sempre, nunca foi pessoa de repousar, tampouco a pedido. Ela gosta mesmo é de trabalhar, de produzir.
Um dínamo é o que ela é.
Através de Andrea, minha companheira de vida e sonhos, eu fiquei sabendo que Chico de Isa, o pai de Vitória, não perdeu um segundo para inteligentemente enaltecer o Corinthians – opa! –, pondo na porta do quarto do hospital da consorte o aviso óbvio: “Aqui nasceu gente!”, e o símbolo, naturalmente, do Timão agora às vésperas do seu 1º centenário de nascimento.
Grande Chico, que acha no campo da vida a razão de torcer. E por ser o que é, um corinthiano da gema, lhe dedico e dedico também a ela e a “ela” a letrinha cuja melodia está se gerando no útero cerebral do meu parceiro Osvaldinho da Cuíca, esta:

UMA BATUCADA PRO CORINTHIANS
Assis Ângelo

Neco, Teco,
Teleco e Neto,
Corinthians!
Maestros no campo.
Mestres da bola.
No gesto do drible.
No gesto do riso.
No rito da glória.
À vitória!
Corinthians!
Corinthians!
Corinthians!
Gilmar, Wladimir,
Baltazar e Sócrates
Mais o Pequeno Polegar.
Ó glória!
Cláudio, Idário, Basílio,
Rivelino, Dida e Tupã,
Palhinha, Viola e Grané,
Todos grandes
Como Maria, o Superzé.
Maestros no campo,
Mestres da bola.
No gesto do drible.
No gesto do riso.
No rito da glória.
Corinthians!
Corinthians!
Não sai da minha mente,
Nem do meu coração.
É preto e é branco
É Corinthians campeão!
É guerreiro,
É valente,
É brasileiro,
É o time da gente.
Corinthians!
Corinthians!
Corinthians!
De ontem, hoje e sempre,
Corinthians!
Corinthians!
Corinthians!

E especialmente à filha de Chico-Isa, esta sextilha:

Seja bem-vinda, Vitória,
A este mundo desigual,
Aproveite e plante nele
Uma semente genial,
Pois sem isso não se vive:
É preciso ter um ideal

5 comentários:

Marco Antonio Zanfra disse...

Não vai aí nenhum exagero chamá-lo de PAI FRESCO, porque, 30 anos depois de ser rompido com a Luciana, não há hímen que não se autorrecomponha. Parabéns, velho. Aliás, pelo andar da carruagem, você não ganhou uma filha, mas uma neta...

Marco Antonio Zanfra disse...

Aliás: Vitória é filha ou neta? Fiquei em dúvida, porque o texto é dúbio: o Chico-pai é você ou o "júnior"?

Assis Ângelo: disse...

Não, seu moço.
O Chico do texto de hoje é amigo novo, artista, músico, bom que só nos instrumentos de percussão; maridão de Isadora, a Isa do texto, também amiga nova, mas das relações antigas da minha companheira, Andrea.
O outro Chico, meu filho, inda não meu deu a alegria de um neto/neta. Quem sabe um dia...
A Yara falada, é filha de Luciana.
O Rodrigo, também filho meu, anda por aí, pelas bandas de Búzios.
Quanto à Clarissa, a minha caçula, está estudando no Mackenzie. Faz pedagogia, e vai formar boas gerações.
É isso, Marco.
Um abraço procê deste velho de muitos embates.

Marco Antonio Zanfra disse...

Ou seja: não dei uma dentro!

Anônimo disse...

Assis, só hoje sobrou um tempinho neste corre pra ler teu texto. Lindo, maravilhosas palavras que me tocaram muito! Obrigada pelo carinho! Um beijo grande, da Isa.

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