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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

HIROSHIMA, MEU AMOR

Há cem anos completados no último dia 28, um estudante desconhecido matou a tiros em Sarajevo o arquiduque herdeiro do trono Austro-Húngaro Franz Ferdinand e a sua mulher duquesa de Hohenburg, Sofia.
Esse duplo homicídio foi o estopim da deflagração da Primeira Guerra Mundial.
Há 69 anos completados hoje, duas bombas atiradas em Hiroshima e Nagazaki, no Japão, selaram o fim da Segunda Guerra.
Milhões de pessoas morreram tanto na Primeira quanto na Segunda Grande Guerra.
Muitas músicas e filmes renderam e ainda rendem os dois conflitos.
Dentre todos, talvez o filme mais famoso e bonito seja Hiroshima, Meu Amor, do diretor francês Alain Resnais (1922-2014), que inspiraria o autor baiano Tom Zé (aí ao lado comigo, Jarbas Mariz e Arnaldo Xavier) a compor uma música com o mesmo título que o levaria à fama em 1968, após ganhar o principal prêmio do IV Festival de Música Popular Brasileira promovido pela TV Record. Detalhe, ele me contaria anos depois: “Jamais recebi o prêmio”.
Os fatos passam e ganham lugar na história.
Para lembrar, um trecho da canção de Tom Zé:

... Salvai-nos por caridade
Pecadoras invadiram 
Todo centro da cidade 
Armadas de ruge e batom 
Dando vivas ao bom humor
Num atentado contra o pudor
A família protegida
Um palavrão reprimido
Um pregador que condena 
Uma bomba por quinzena
Porém com todo defeito
Te carrego no meu peito...

Num encontro mais recente, eu e Tom

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