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terça-feira, 25 de maio de 2021
BOLSONARO DESAFIA O EXÉRCITO
segunda-feira, 24 de maio de 2021
GENERAL HUMILHA EXÉRCITO
sábado, 22 de maio de 2021
SYLVIO ROMERO, UM CRÍTICO DA PESADA
Uma vez o sanfoneiro Zé Gonzaga (1921-2002) disse no programa São Paulo Capital Nordeste, que durante anos apresentei na rádio Capital, SP, que “O Luiz não era tudo isso que se diz, não.”
Uma vez o jornalista, advogado, filósofo, político (foi deputado) e crítico literário Sylvio Romero (1851-1914) disse em texto publicado num jornal do Rio de Janeiro que “O Machado não é tudo isso que se diz.”
Zé Gonzaga deixou uma obra significativa, mas até hoje ainda não reconhecida pelo chamado “grande público”.
Sylvio Romero foi o primeiro mais importante crítico literário que tivemos. Ele deixou uma obra fenomenal, grande em todos os sentidos. É dele os livros A Filosofia no Brasil (1878) e Estudo Sobre a Poesia Popular do Brasil (1888), publicados bem antes de A História da Literatura Brasileira, em 5 volumes.
Pois bem, Luiz Gonzaga é um totem da música brasileira.
Machado de Assis é um totem da literatura brasileira.
Inúmeros livros tratam da obra do Rei do Baião.
Inúmeros livros tratam da obra do bruxo do Cosme Velho, como era chamado o autor de Dom Casmurro (1899) e Esaú e Jacó (1904).
Sylvio Romero foi um intelectual irrequieto. Poucos autores escaparam da sua pena. Dentre todos os seus alvos, Machado de Assis foi o mais atingido. Mas não ligou.
Ao contrário de Romero, Machado era um intelectual criativo quieto, tranquilo, quase passivo. Não aceitava provocações, fosse qual fosse e viesse de onde viesse.
A obra de Machado é ampla. Nele incluem-se poemas, crônicas, críticas e romances. Criava na surdina.
Nas suas críticas Sylvio Romero não disse, mas poderia ter dito que como poeta, Machado foi um bom prosador, que se escorava no silêncio com medo da crítica. “Seu vocabulário é pobre, sua rima também”, disse uma vez Romero após aprofundar-se na poética de Machado.
Pra ele, Machado nunca fez nada de importante antes dos 30 anos. Aliás, ele considerava Crisálidas, Falenas e Americanas grandes bobagens.
Esses poemas fazem parte da obra completa (Poesias, Editora H. Garnier), publicada em 1901.
Impiedoso, criticava Machado por não ter curso superior.
Dizia também que a obra machadiana tinha inspiração em Shakespeare.
Polemista, Romero encontrou em José Veríssimo (1857-1916) o saco de pancada de que tanto precisava.
Particularmente, considero a obra do sergipano Sylvio Romero intocável.
Dizer bobagem faz parte da crítica.
Sugiro a leitura de Itinerário de Sylvio Romero, de Silvio Rabello, publicado em 1944.
sexta-feira, 21 de maio de 2021
MULHERES OUSADAS
Rita, cantora e compositora, é da safra de 1947. O rock é a sua praia.
quinta-feira, 20 de maio de 2021
PERDE A BATALHA GENERAL QUE MENTE
terça-feira, 18 de maio de 2021
A INTERNET MATOU A CARTA
CPI E BBB. ALGO EM COMUM?
Kátia Abreu chama Ernesto Araújo de 'negacionista compulsivo' que deixou Brasil 'na posição de irrelevância': https://t.co/kEAVdO9kSG pic.twitter.com/qPXJayANkk
— O POVO Online (@opovoonline) May 18, 2021
GENERAL, GENERAL...
segunda-feira, 17 de maio de 2021
INTERNET PARA O BEM E PARA O MAL
A internet chegou ao Brasil ali pelos anos 60. Não sei bem. Talvez, em 69.
domingo, 16 de maio de 2021
FUTEBOL E POLÍTICA
O prefeito Bruno Covas de São Paulo morreu hoje 16 às 08h20, num leito do hospital Sírio Libanês.
Covas era santista.
Em fevereiro de 1969, o clube de Pelé ganhou de 2 x 1 de um time desconhecido da Nigéria. Até aí, nada demais. O detalhe é que em seguida surgiu notícia dando conta de que Pelé teria parado uma guerra.
Futebol une e desune pessoas e grupos. E até nações.
Tudo começou, no Brasil, quando o paulistano Charles Muller (1874 —1953), volta de uma viagem de estudos na Inglaterra trazendo na bagagem duas bolas e um manual de como jogar futebol, esporte recém criado naquele país.
Isso foi em 1902.
A parti daí, o futebol começa a ganhar campo no nosso país. Mas era coisa da elite, sem a participação de pobres e negros.
Muita gente gostou e muita não gostou desse novo esporte. Entre os que não gostaram, incluía-se o escritor Lima Barreto.
"Na verdade, o Lima não acreditava que fosse possível dá certo um esporte que tivesse um monte de marmanjo correndo atrás de uma bola", opina o baiano de Paiaiá Carlos Sílvio.
Sílvio é goleiro do Paiaiá FC(foto ao lado), acostumado a "pegar até vento".
Há controvérsias. O historiador Zurc diz, por exemplo, que o Sílvio fica debaixo da trave só pra posar pra foto.
Auto suficiente até a tampo, ele diz que tem sido injustiçado por todos os técnicos dos grandes times. Jura que não entende tamanho descaso. Não à toa, "o Brasil perdeu de 7x1 em 2014, lembra?".
Verdade seja dita:
Em 1969, Bruno Covas não era nascido.
Em 1969, Pelé tinha 39 anos incompleto. E verdade seja dita: Pelé não parou guerra nenhuma.
À época, a Nigéria lutava contra a recém criada República do Biafra. Essa república durou apenas dois anos e sete meses.
Mais de um milhão de pessoas morreram nessa guerra vencida pela Nigéria pouco depois do jogo do Santos.
O futebol é usado, politicamente, desde sempre. Não foi diferente no caso em pauta.
O Santos FC decretou luto de sete dias pelo desaparecimento de Bruno Covas.
sábado, 15 de maio de 2021
A VIDA É O QUE É
O amigo diz:
- A situação tá braba, num tá?
Eu:
-Tá. Poderia ser mais leve, né?
Leveza por leveza é algodão.
Houve um tempo que algodão era chamado de "ouro branco", no Brasil. O café e o petróleo, de "ouro negro".
O Brasil sempre foi um pobre país rico, abusado por tudo quanto é político. Poderosos. Mesmo assim, continua rico, mesmo com o seu povo pobre. Passando fome e até morrendo, principalmente nestes atuais, horrorosos, de Nova Coronavírus e COVID-19.
Há pouco o amigo chargista Fausto telefonou pra dizer da tristeza que sente pelos rumos que seguem nossa política.
Ele:
-Nossa esperança está nas urnas. Não votei no Bolsonaro e muitos que votaram nele certamente estão arrependidos. Bolsonaro não é louco. O que ele não tem é sentimento para compreender e acudir as pessoas mais necessitadas do nosso país. Enfim, foi ele quem disse: "um dia todo mundo vai morrer".
Fausto é um cidadão consciente do tempo em que vive.
Ontem 14, no meio da noite, a querida cantora e compositora Anastácia, pernambucana da cepa, telefonou pra dizer da tristeza que é a Pandemia que ora está destruindo o mundo. Mas sempre levada pela otimismo que a caracteriza, contou: "acabo de gravar participação no novo disco de Sérgio Reis. Cantamos juntos Eu Só Quero Um Xodó. Foi lindo, menino!"
E pra você ver, ela continuou:"o Sérgio é bolsonarista, mas é uma pessoa maravilhosa".
Concordo plenamente. E é assim que tem que ser.
Pouco antes da desgraça pandêmica que nos ataca, recebi aqui em casa o cantor e compositor Eduardo Araújo, figura maravilhosa, também apoiador de Bolsonaro. E daí? Cada qual é cada qual e o respeito nos une.
A beleza da democracia está no fato de as pessoas sensíveis e inteligentes, respeitarem-se multuamente.
Vital Farias e Oswaldinho da Cuíca são bolsonaristas, mas isso não impede de serem meus amigos. Ora!
Horas antes de Anastácia telefonar, telefonou-me o cantor e compositor piauiense Jorge Mello.
Jorge tem uma trajetória artística muito bem construída. Ele compõe com esmero. Sabe o que diz na sua poética musical. Mas é uma poética apolítica, como apolítico é ao autor. "Onde tem política, pulo fora", diz.
Jorge, para os padrões normais, é um ser esquisito.
Jorge não escreve prefácio pra ninguém, não costuma telefonar pra ninguém, é isolado no seu canto onde mora numa chácara, em Embu-Guaçu,SP, e nunca sentou-se numa poltrona de platéia. Quer dizer: nunca assistiu a um espetáculo de quem quer que fosse. "Eu sou de palco.Depois do show atendo em fila a quem me procura e vou embora".
Além de artista, Jorge Mello é advogado especializado em Direitos Autorais. "Vivo bem", garante.
Quando me telefonou, mostrava uma tanto emocionado. Mesmo depois de dizer que sentimento não é com ele. E declamou, declamou, declamou.
A vida é mesmo assim: a gente nasce, vive e morre.
ZURC E A CRÍTICA LITERÁRIA
Crítico é uma gente que procura enxergar nas entrelinhas dos livros o que o leitor nem sempre vê. Não é fácil, mas é assim que é.
Os dois primeiros ases nessa área foram o sergipano Sílvio Romero (1851-1914) e o paraense José Veríssimo (1857-1916).
Romero era um crítico severo, exigente.
Veríssimo deixou uma obra monumental.
Os dois foram grandes.
Houve momentos em que Romero girou sua metralhadora contra Veríssimo.
Os tiros não acertaram o alvo, que se defendeu também atirando.
Ao fim e ao cabo, o Brasil culto ganhou com a briga dos dois.
E assim é que tem que ser, entre intelectuais que têm o mesmo foco: o engrandecimento do intelecto.
E seguindo o movimento natural da vida, pessoas vão e pessoas vem.
Romero e Veríssimo deixaram uma obra fabulosa, na qual refestelam-se os novos aprendizes de feiticeiros como Darlan Zurc.
O historiador contemporâneo Zurc leva à praça o livro A Fúria de Papéis Espalhados.
Nesse livro, o autor faz um mergulho na história e nos entrega algumas reflexões.
A Fúria de Papéis Espalhados, título inspirado em Machado de Assis (1839-1908), reúne duas dúzias de textos bem escritos publicados esparsamente em pequenos periódicos do interior da Bahia e outros encontráveis em livre circulação nos corredores acadêmicos, outrora frequentados pelo autor.
Chama atenção o destaque que Zurc dá a personagens do nosso meio literário, como Paulo Coelho e Olavo de Carvalho.
Coelho, diante de Carvalho, é um gênio.
Declaradamente fã do jornalista Paulo Francis (1930-1997), Zurc escreve com leveza e um quê de graça.
Nos tempos de Silvio Romero e José Veríssimo o que se lia nos jornais era poesia e romances continuados. Folhetins. Mas isso não impedia que os jornalistas daquele tempo escrevessem com firmeza e originalidade.
Eram os tempos do jornalismo literário. À propósito, João do Rio (1881-1921) deixou um livro específico sobre esse tema: O Momento Literário, publicado em 1909. Tempos aqueles em que escritores formavam opinião, como os jornalistas de hoje.
Eram jornalistas todos aqueles que escreviam em jornais.
José de Alencar (1829-1877) escreveu críticas e folhetins, como O Guarany. Obra-prima.
Machado de Assis seguia na mesma linha, publicando poemas, contos, crônicas, romances e críticas diversas.
E assim foi.
Pra falar do presente, é preciso saber do passado.
Já na virada do século XIX para o século XX, João do Rio ganhava notoriedade publicando críticas, crônicas, contos etc. O João referido foi o cara que inventou a reportagem. História.
É basilar a função de um crítico.
Darlan Zurc pode ser, quem sabe, uma luz no deserto da crítica literária nacional. Pra isso, porém, terá que direcionar seus olhos ao nosso cambaleante mercado editorial.
O livro A Fúria de Papéis Espalhados pode ser encontrado nas livrarias e no site do próprio escritor Darlan Zurc.
Confira entrevista que fiz recentemente com esse autor.
sexta-feira, 14 de maio de 2021
COVARDIA NO QUARTEL
quinta-feira, 13 de maio de 2021
UM TREM PRA LIMA BARRETO
Afonso nasceu naquele dia, sete anos antes.
quarta-feira, 12 de maio de 2021
O INFERNO DE BOLSONARO
segunda-feira, 10 de maio de 2021
FORA BOLSONARO E MOURÃO
Enquanto isso a CPI da Covid continua convocando personagens que participam ou participaram do governo atual. Agendados já estão o presidente da ANVISA, Barra Torres; o ex-secretáro da Comunicação, Wajngarten; e representantes da Pfizer, Marta Díez e Carlos Murillo.
sexta-feira, 7 de maio de 2021
O PRESIDENTE PSICOPATA
VACINA SIM, JÁ, IMEDIATAMENTE! (11)
O motivo é a falta de doses. Pena.
quinta-feira, 6 de maio de 2021
RIR AINDA É O MEHOR REMÉDIO
Quem não ri, tem problema.
O BRASIL ESQUECE SEUS ÍDOLOS. VIVA POYARES!
Roberto, à época, era ainda uma criança.
Carlos Câncio Poyares nasceu no dia 5 de dezembro de 1928 (Colatina, ES) e morreu no dia 5 de maio de 2004 (Brasília, DF).
A amizade entre os dois foi eterna, enquanto durou.
Não sei quando conheci Poyares, só sei que frequentei sua casa e ele a minha. A nossa amizade também perdurou por muito tempo.
A carreira musical Poyares começou muito cedo.A música era o seu caminho, com a flauta no bico.
Sua música se acha em centenas e centenas de discos de 78RPM. Inclusive em discos do Rei do Baião.
A discografia desse artista de Colatina é extensa: uns 50, 60 LPs.
Carlos Poyares tinha dois ídolos: Joaquim Antônio Callado (1848-1880) e Pixinguinha (1897-1973).
Callado Poyares não conheceu, mas de Pixinguinha foi amigo. E com repertório com autoria dos dois, gravou dois LPs.
Todos os grandes chorões pós 1940 foram amigos de Poyares.
Na verdade, na verdade, diga-se: Poyares é um dos marcos do choro.
Mas o Brasil esquece de detalhes, de nomes importantes que o engrandecem.
Lembro de uma vez que Poyares me telefonou dizendo que alguém havia lhe furtado a flauta.
À época eu trabalhava na plim, plim. Deu pauta: num domingo, lá estava Poyares falando da flauta que os “amigos do alheio” levaram.
A minha relação com Carlos Poyares foi uma relação bonita, de amigo.
Ele falava com carinho dos seus companheiros músicos, como Roberto Barbosa (Canhotinho, integrante do grupo musical paulistano Demônios da Garoa) e de tantos e tantos.
De quem ele gostava, falava bem. De quem não gostava, sei lá.
Não sei de inimigos de Carlos Câncio Poyares.
E um dia, todo feliz, me disse: “O Roberto me autorizou a gravar um disco só com músicas suas”. O disco em questão é o LP O Choro do Rei.
Esse foi o último LP da gravadora Marcus Pereira.
O primeiro e único CD em vida de Poyares Chorada na Casa do Six.
quarta-feira, 5 de maio de 2021
BOLSONARO QUER O EXÉRCITO NA RUA
Mais uma vez o atual presidente da República voltou a ameaçar pôr Exército na rua e calar a boca do Supremo Tribunal Federal, STF.
Bolsonaro, como se vê, está se coçando. Nervosinho.
Ele disse no final desta manhã, em pronunciamento no Palácio do Planalto, que está prestes a assinar um decreto para garantir "o ir e vir" das pessoas, previsto no Art. 5 da Constituição. Vixe!
O alvo desse decreto são os prefeitos e Governadores que aplicam medidas contra a pandemia ainda sem controle no nosso país.
Sempre em tom ameaçador, o presidente não esquece de lembrar que é o chefe supremo das Forças Armadas. Que coisa!
Na verdade, na verdade, ele está se sentindo politicamente acuado.
Enquanto isso, no Senado, prosseguem os trabalhos da CPI que visam apurar responsabilidade pela má condução no processo de combate ao novo coronavírus.
E o general da banda, hein?
Pois é, o Pazzuelo inventou uma desculpa esfarrapada para não comparecer hoje 5 à CPI. Disse que está contaminado pelo vírus. Então, tá! Ele pode se rebolar pra cá e pra lá, mas uma hora vai ter que comparecer perante à Comissão. Mesmo que seja sobre varas.
Que coisa, um general preparado pra guerras sair de fininho com medo das perguntas de alguns senadores.
Perguntar não ofende: como deve estar se sentindo o Exército diante do comportamento desse general, hein?
PAULO GUSTAVO
Pra espanto de muita gente, não pra mim: o Bolsonaro soltou nota lamentando a morte do ator Paulo Gustavo.
O artista tem passagens nos seus espetáculos tirando onda das pessoas que esnobam a Covid-19. Clique:
terça-feira, 4 de maio de 2021
UM ANO SE ALDIR BLANC
A VIDA COMO TRAGÉDIA...
segunda-feira, 3 de maio de 2021
CALA BOCA JÁ MORREU!
sábado, 1 de maio de 2021
GAROTAS, PRIMEIRO GRUPO MUSICAL FEMININO DO BRASIL
Ao piano, Loreto; Celia, na bateria; Genny, no sax; Celma no pandeiro e Terezinha na guitarra. (Brasília Motonáutica Clube - 21/04/1965). |
Andei mexendo no acervo do Instituto Memória Brasil, IMB, à procura de informações sobre mulheres que formaram o primeiro conjunto musical no nosso país. E lá estavam Célia e Celma (irmãs), Terezinha, Genny, Anamares e Lísis.
Essas meninas formaram, em 1961, o grupo musical Garotas que tinha ao piano Lísis, no acordeon Anamares, no sax tenor Genny, na guitarra e voz Terezinha, Célia na bateria e Celma no contrabaixo e percussão.
As gêmeas Célia e Celma tinham, à época, 19 anos de idade.
O grupo começou cantando no lugar onde se formou, Ubá, MG.
De Ubá, Garotas excursionou por São Paulo, Rio de Janeiro e Estados do Nordeste. “Fizemos sucesso, modéstia à parte”, dizem numa só voz Célia e Celma.
As integrantes desse conjunto continuam serelepes, cheias de graça.
Há uns dois, três anos, numa conversa informal com a cantora paraibana Socorro Lira, surgiu a ideia de se fazer um documentário sobre o pioneiro grupo musical Garotas. “Foi assim que voltamos à estrada
para recompor a nossa tragetória”, ainda numa mesma voz dizem Célia e Celma.As irmãs gêmeas de Ubá seguiram carreira e já comemoram 50 anos de canto e discos. “É uma história bonita, não é?”, repetem em uníssono.
Ainda não há título definitivo para o documentário que está sendo editado, com direção do cineasta Paulo Domingues.
A carreira musical de Célia e Celma rendeu LPs e CDs.
É uma história muito bonita a história de Célia e Celma.
OUÇA: CHALANA • HINO DA COROAÇÃO • MEU PRIMEIRO AMOR
sexta-feira, 30 de abril de 2021
ENFIM, ABRIL FINDOU
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