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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

MÁSCARA NEGRA, 50 ANOS


A marcha rancho Máscara Negra de Zé Kéti e Pereira Matos, está completando 50 anos de lançamento. Desde então, nenhuma outra marcha rancho alcançou t6anto sucesso e ficou marcada definitivamente na memória popular.
No bojo dessa música há muitas histórias, inclusive uma que tinha Zé como plagiário.
Máscara Negra foi gravada primeiramente pelo próprio Zé Kéti, no lado A de um compacto simples lançado em janeiro de 1967 pelo selo mocambo, da extinta gravadora pernambucana Rozenblit.
Depois de Zé, foi Dalva de Oliveira a segunda pessoa a gravá-la.
A paulista Dalva de Oliveira foi a cantora popular mais importante do Brasil, até hoje.
Em 1966, Zé Keti inscreveu Máscara Negra e mais 15 músicas de sua autoria no Festival Internacional da Canção. Nenhuma das músicas do compositor foi classificada. No mesmo Festival, foram também rejeitadas músicas inéditas de Pixinguinha em parceria em comum com o cronista Rubem Braga. Quer mais? Pois bem, os organizadores do Festival, ainda insatisfeitos, também disseram não a inéditas assinadas por Nelson Sargento e Ismael Silva, fundador, em 1928, da primeira Escola de Samba do Brasil, a  Deixa Falar.
Zé Kéti, carioca de Inhaúma, teve a primeira música gravada em 1946. O seu repertório é amplo.
Uma vez mostrei a Zé uma versão de Máscara Negra em Inglês. Ele emocionou-se, pois nunca foi comum as editoras musicais comunicar a seus artistas as gravações estrangeiras de suas obras.
Pois é, é carnaval.
Na última década do século passado, andei entrevistando os imortais Braguinha , Nássara e Zé Kéti. Essas entrevistas foram publicadas originalmente no Jornal de  Brasília. Confira:




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