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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

À MORTE A MORTE E VIVA AS GORDINHAS!

Em determinadas situações, a morte é solução. É isso que eu acho.
A morte chega de todas as formas e em todo canto ela pega quem quer. E pega a todos. É uma safada.
Mas, cá com meus botões, fico pensando o que o cabra sente quando a morte lhe escolhe.
O cabra pode estar magro, o cabra pode estar gordo, o cabra pode ser macho, ou gay desparafusado.
A morte é mulher.
A morte é feminina e dela não tem macho que escape.
E nem mulé....

Tem cabra que dura cem anos e até mais, e desde sempre. Podem procurar na história a quantidade de macho e fêmea que partiu com mais de cem anos. Matusalém foi um desses cabras... Aliás, tem um cabra lá das bandas do apocalíptico Trump, cujo nome não é o caso de aqui declinar, até porque não lembro, cientista do ramo da Biologia, que garante vivermos, daqui a pouco, por mais de mil anos. Sei lá, sei lá! Ele esteve ontem 31 palestrando sobre essa sua tese no auditório da Folha, ali na Barão de Limeira, 425...
 Mas eu estava falando de magro, de gordo.... Pois bem, teve um francês de nome Pierre Renoir. Era pintor nascido no dia 25 de fevereiro de 1841. Ele pintava só mulher gorda, feliz, nua e gostosa. Renoir foi o pintor das gordinhas, e como tal entrou para a história. Quem me apresentou a ele foi meu professor de História da Arte, João Câmara Filho... bons tempos!

O estilo de Renoir era impressionista.
Renoir morreu com mais de 70 anos.
Mas eu comecei falando de morte. Fico pensando a dor que deve ser morrer por anorexia. Ou com uma corda no pescoço como ocorreu com Tiradentes.
Morrer por amor é uma bobagem dos infernos, até porque...

É preciso separar
a razão do amor e da paixão
a paixão é coisa louca
é um mar em convulsão
é vulcão pegando fogo
sem nenhuma explicação

O amor, todo mundo diz:
não é nada disso não
é paz, é harmonia,
é diferente da paixão
quem tem amor na vida
tem em vida salvação

a razão, por sua vez,
não é amor nem é paixão
é a vida em linha reta
é a vida em construção
é a vida em equilíbrio
entre o sim e o não


Uma sugestão dou de graça para os donos das passarelas, de moda no Brasil e por aí afora:
Substituir as magrinhas pelas gordinhas gostosas. Sei, o tema é bom, mas acho que ainda não foi adotado.
O cocorococó Roberto Carlos chegou a compor uma música para as gordinhas, depois de ter em mãos uma pesquisa que dava conta de serem, elas, fabulosas, maravilhosas, sensíveis etc e tal. Ficaram felizes, e ele também, vendeu disco a dar com pau. Clique:





Um comentário:

Ana Andrade disse...

Tomara que Deus dê férias pra morte, e deixe você comigo mais uns duzentos anos.
Já pensou!

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