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quarta-feira, 12 de abril de 2017

MULHER, VIOLÊNCIA E EDUCAÇÃO

Das 26 unidades federativas, o Rio de Janeiro é a que mais concentra mulheres. Depois vem o Distrito Federal, Pernambuco, Alagoas e São Paulo.
Economicamente, o Rio de Janeiro está quebrado.
Brasília, para muita gente, é uma espécie de Ilha da Fantasia, onde políticos deitam e rolam.
Pernambuco traz no seu bojo, uma história de muitas lutas e também de corrupção. No começo da segunda parte do século 17, a terra do poeta João Cabral de Melo Neto foi governada por breve tempo por um português de nome Jerônimo Furtado,  envolvido em corrupção até o pescoço, vejam só.
Alagoas é, infelizmente, o Estado com maior índice de violência.
São Paulo, que ocupa o 5º lugar entre as unidades federativas com o maior número de mulheres é simplesmente a maior do País.
Os números que colocam a mulher em maior quantidade nessas regiões são da última pesquisa concluída e apresentada ao público pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, em 2014. Pois bem, até aí apenas um espanto que debitamos à curiosidade comum.
No Brasil há mais mulheres do que homens. E nem carece dizer que, mais das vezes, as mulheres valem muito mais que muitos homens pela coragem e iniciativa que tomam para sobreviver e educar seus rebentos.
A educação é o caminho mais curto para livrar a sociedade do mal da violência.
A cada nova pesquisa do IBGE nos são revelados dados que mostram números crescentes de mulheres chefes de família.
Comparado aos homens, é diminuto o número de mulheres que se acha cumprindo pena nos presídios brasileiros. Apesar disso, as mulheres são as pessoas que mais sofrem na unha de homens lamentáveis. Quer dizer: a violência contra mulheres e meninas nos próprios lares em que vivem, ou seja no seio familiar, é crescente e preocupante.
Dados indicam também que a cada onze minutos uma mulher é estuprada.
A participação feminina na vida cotidiana tem crescido positivamente.
Hoje a mulher se acha em tudo quanto é profissão.
É uma mulher a pessoa que pilota o avião que carrega para cima e para baixo o presidente da República em exercício, Michel Temer, por exemplo.
A mulher se acha no teatro, no cinema, na dança, no campo, na rua, na música e no meu coração.
A propósito, acaba de me chegar às mãos um texto lido pela cantora Lu Vitty em recente show no Centro Cultural. Este:



Segundo o Atlas da Violência no país, dados afirmam que a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em qualquer espaço público no Brasil;



as chances de jovens pretos e pardos morrerem por homicídios são 147% maiores do que de jovens de outros grupos étnicos no Brasil;




um jovem de 21 anos, idade de pico das mortes por homicídios, e com menos de 7 anos de estudo tem 17 vezes mais chances de ter uma morte violenta do aquele que chega ao ensino superior no Brasil;



líder mundial de mortes de transexuais, a cada 28 horas um homossexual morre no Brasil; 



a situação socioeconômica é um fator determinante para o risco de morte no Brasil;

A violência sexual é a principal violência sofrida por crianças até nove anos no Brasil .




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