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terça-feira, 4 de agosto de 2009
REI DO BAIÃO, DO FORRÓ, DO XOTE...
Luiz Gonzaga do Nascimento, Lua, o Rei do Baião, nasceu no mês de Cristo e morreu no mês do folclore.
Muito já foi dito a seu respeito e muito ainda se dirá.
É dos grandes; da linhagem dos gênios, dos maiores criadores da nossa música.
Difícil lembrar alguém antes ou depois dele que tenha feito tanto no campo da música popular.
Criou o baião, junto com o cearense Humberto Teixeira.
E o que mais?
– Também pode me chamar de rei do forró, do xote, do arrasta-pé, da marchinha junina e do xaxado, ele me respondeu um dia.
Homem simples resultante da criança que foi dentre uma penca de irmãos e uma multidão de conterrâneos.
Ele amava o povo e amava a Deus.
Para ver seu povo feliz, fazia tudo. Até plantão dava à porta dos gabinetes palacianos de poderosos, como Marco Maciel e Sarney.
Pediu em favor de muitos, nunca dele próprio.
Disse-me uma vez se gabando: levei asfalto, agência do Banco do Brasil e até telefone pra minha terra.
Nos últimos anos de vida, idiotas o acusavam de direitista.
A seu modo, explicava: se direitista for quem cuida dos pobres, eu sou direitista.
Pagou caro por isso e morreu pobre, como nasceu.
Amanhã falarei um pouco sobre os jingles que fez para políticos e sua frustrada tentativa de ser deputado.
Acessem:
www.paulohenriqueamorim.com.br
........................
PLOCAS & BOAS
♦O senador rei do Maranhão é atropelado e morre. Sobe ao céu. São Pedro abre a porta e o deixa entrar. Cabreiro ele entra, olhando prum lado e pra outro. Pedro pergunta se está se sentindo bem.
“Sim, mas...”.
“É raro acolhermos políticos”, conta. “Mas se quiser, pode dar um pulinho no inferno. Se você gostar fica, se não gostar volta e vem morar aqui”.
Num passe de mágica, o senador se vê cercado de amigos sacanas, como ACM, Médici, Figueiredo... Caviar, uísque, mulheres, uma orgia danada. “Ô coisa boa”, babou a velha raposa, coçando o bigodão.
Depressa, ele volta ao céu e diz a São Pedro que quer ficar no inferno.
Num piscar d´olhos, lá está ele abraçado pelo Capeta.
Desconfiado, pergunta onde estão seus amigos ACM...
“Se virando por aí, comendo o pão que amassei”, é a resposta que ouve.
“Não entendo”.
Uma gargalhada estrepitosa explode no ar e um insuportável cheiro de enxofre enche o ambiente em labaredas, enquanto o Demo diz que a cena que o senador presenciou no dia anterior era tudo armação, para lhe conquistar o voto e ter mais um nas suas fileiras.
Baixa o pano.
♦Que coisa feia o comportamento de Collor no Senador ontem, hein? Arrepiei-me
♦Amanhã é dia de reunião do Conselho de Ética do Senado. O que farão os conselheiros diante das 11 denúncias de safadezas debitadas a Sarney, que insiste em permanecer no cargo de manda-chuva do Senado?
♦Schumacher é o cara que vai substituir Felipe Massa no circo da F-1. Dizem as más línguas que Rubinho já encheu os bolsos de molas... Pra que, hein! Aliás, tem nego aí pedindo que Rubinho antes exercite tiro de mola na testa do Lula. Ô, malvadeza...
♦Lembrando: vocês já estão agendados para o encontro que temos amanhã, na Casa das Rosas, a partir das 19 horas? É noite de lançamento do novo livro do escritor mineiro Roniwalter Jatobá: O Jovem Luiz Gonzaga. E ainda tem a rainha do forró cantando, acompanhada por um autêntico trio de forró pé de serra, à frente o Chambinho da Sanfona. Quem não for, terá do que arrepender logo, logo.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
CHIQUERADOR, CACHELÔ, PIADOR...
Ontem fui ao Mercado Municipal, não para tomar cana e comer bacalhau.
Fui para ouvir choro e samba tocado e cantado por gente bamba, como Barão do Pandeiro.
Festa para os meus ouvidos.
João Macambira e outros Macambiras também estavam lá.
João participou do CD Inéditos do Capitão Furtado e Téo Azevedo, que produzimos ano passado e que contou ainda com a participação dos amigos Inezita Barroso, Moacir Franco, Tinoco, Adão da Viola – grande Adão da Viola! –, irmãs Galvão e mais uma penca de craques.
Mas choro e samba no Mercado Municipal Paulistano?
Isso mesmo! Iniciativa do ex-deputado Henrique Pacheco, que agora tem Box no mercado e cuida da alegria de todos, com avental, boa fala e bons gestos.
Passava pouco das 13 horas quando cheguei, bem depois de tudo começado.
E quem de cara vejo logo? Ele, Paulo Vanzolini! Autor de meia centena de músicas, entre as quais os clássicos Ronda e Volta por Cima.
Antes do “boa tarde” etc., Paulo me puxou ao lado para dizer que não encontrou a palavra chiquerador no Dicionário Catrumano, que escrevi com Téo. A palavra, Paulo disse, ouviu há anos durante suas andanças por terras do Maranhão e hoje confessa ter alguma dificuldade para identificar o seu significado, o mesmo ocorrendo com a palavra cachelô. Chiquerador, ele crê ser chicote comprido. Pode ser. Outra, piador ou peador, Paulo conhece: local onde se peia ou pea um cavalo para não fugir...
Por que tamanha curiosidade?
É que o Paulo se lembrou de um poema, sem título, que escutou há muito e que é assim:
Quando eu vim da minha terra
E passei nos cachelô
Fiz um par de alpargatas
No queixo do teu avô
E só não fiz mais bem feito
Porque o diabo do velho acordou
Mas ainda sobrou um pedaço
Pra fazer um chiquerador
Pra tocar tua madrinha
No caminho do peador
Onde fica o novo reduto do choro e do samba no Mercado? Juntinho do Box do Pacheco: a Banca do Choro.
Vá e leve a família.
....................................
PLOCAS & BOAS
- Eita! José Serra esteve ontem em Exu, terra do rei do baião Luiz Gonzaga. Hoje o colega jornalista Paulo Henrique Amorim me telefonou querendo saber o que acho disso. O que acho sai amanhã no blog dele. A propósito: vocês estão se agendando para prestigiar o lançamento do meu amigo Roniwalter Jatobá, depois de amanhã 5 na Casa das Rosas? O novo livro de Roni trata do criador do baião como gênero musical: O Jovem Luiz Gonzaga, pela editora Nova Alexandria.
- O Rei do Maranhão já não sabe o que fazer. Ora diz que vai soltar o osso, ora diz que não. O caso é grave... Enquanto isso, o povo que se lixe!
- E a gripe suína, hein? Nunca a indústria farmacêutica ganhou tnto.
- E tenho dito!
Fui para ouvir choro e samba tocado e cantado por gente bamba, como Barão do Pandeiro.
Festa para os meus ouvidos.
João Macambira e outros Macambiras também estavam lá.
João participou do CD Inéditos do Capitão Furtado e Téo Azevedo, que produzimos ano passado e que contou ainda com a participação dos amigos Inezita Barroso, Moacir Franco, Tinoco, Adão da Viola – grande Adão da Viola! –, irmãs Galvão e mais uma penca de craques.
Mas choro e samba no Mercado Municipal Paulistano?
Isso mesmo! Iniciativa do ex-deputado Henrique Pacheco, que agora tem Box no mercado e cuida da alegria de todos, com avental, boa fala e bons gestos.
Passava pouco das 13 horas quando cheguei, bem depois de tudo começado.
E quem de cara vejo logo? Ele, Paulo Vanzolini! Autor de meia centena de músicas, entre as quais os clássicos Ronda e Volta por Cima.
Antes do “boa tarde” etc., Paulo me puxou ao lado para dizer que não encontrou a palavra chiquerador no Dicionário Catrumano, que escrevi com Téo. A palavra, Paulo disse, ouviu há anos durante suas andanças por terras do Maranhão e hoje confessa ter alguma dificuldade para identificar o seu significado, o mesmo ocorrendo com a palavra cachelô. Chiquerador, ele crê ser chicote comprido. Pode ser. Outra, piador ou peador, Paulo conhece: local onde se peia ou pea um cavalo para não fugir...
Por que tamanha curiosidade?
É que o Paulo se lembrou de um poema, sem título, que escutou há muito e que é assim:
Quando eu vim da minha terra
E passei nos cachelô
Fiz um par de alpargatas
No queixo do teu avô
E só não fiz mais bem feito
Porque o diabo do velho acordou
Mas ainda sobrou um pedaço
Pra fazer um chiquerador
Pra tocar tua madrinha
No caminho do peador
Onde fica o novo reduto do choro e do samba no Mercado? Juntinho do Box do Pacheco: a Banca do Choro.
Vá e leve a família.
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PLOCAS & BOAS
- Eita! José Serra esteve ontem em Exu, terra do rei do baião Luiz Gonzaga. Hoje o colega jornalista Paulo Henrique Amorim me telefonou querendo saber o que acho disso. O que acho sai amanhã no blog dele. A propósito: vocês estão se agendando para prestigiar o lançamento do meu amigo Roniwalter Jatobá, depois de amanhã 5 na Casa das Rosas? O novo livro de Roni trata do criador do baião como gênero musical: O Jovem Luiz Gonzaga, pela editora Nova Alexandria.
- O Rei do Maranhão já não sabe o que fazer. Ora diz que vai soltar o osso, ora diz que não. O caso é grave... Enquanto isso, o povo que se lixe!
- E a gripe suína, hein? Nunca a indústria farmacêutica ganhou tnto.
- E tenho dito!
domingo, 2 de agosto de 2009
REI MORTO, REI POSTO?
Foi numa manhã fria de vento gelado como essa, e de sol medroso, que o Brasil inteiro caiu em lágrimas e chorou.
Choro de dor sentida.
Aquela manhã chegou acabrunhada aos corredores do Hospital Santa Joana, na capital pernambucana, prenunciando tristeza das maiores.
Num leito branco, um homem.
Inerte, olhos pregados no teto, ele balbuciava algo como um pedido para cantar num aboio as dores que lhe maltratavam.
A sua volta, médicos e enfermeiras lhe acalentavam, fazendo de um tudo para lhe trazer de volta à vida, que agora depressa lhe fugia.
Além do corpo médico, uma mulher apaixonada ilustrava o quadro: Edelzuíta Rabelo, a quem o paciente chamava de “meus amor” desde quando se conheceram numa festa de São João, em Recife.
Ao invés de gemer ou chorar, ele apenas aboiava.
Tangia uma boiada imaginária. Seu povo, talvez, a quem dizia amar e querer só bem.
A cena quem me narrou foi a própria Edelzuíta, numa palestra que fizemos em câmara de vereadores de uma das cidades dos arredores de São Paulo, ao lado de Amorim Filho e Expedito Duarte. Faz tempo. Entre os presentes, o sanfoneiro Zé Paraíba.
Bom, o velho aboiador ou cantador, como ele gostava de ser chamado, partiu para a eternidade exatamente às 5h15m do dia 2 de agosto do ano da graça de 1989.
Ele?
Luiz Gonzaga do Nascimento, o segundo dos nove filhos do casal pernambucano Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus, a quem o Brasil ainda hoje chama de Rei do Baião.
Choro de dor sentida.
Aquela manhã chegou acabrunhada aos corredores do Hospital Santa Joana, na capital pernambucana, prenunciando tristeza das maiores.
Num leito branco, um homem.
Inerte, olhos pregados no teto, ele balbuciava algo como um pedido para cantar num aboio as dores que lhe maltratavam.
A sua volta, médicos e enfermeiras lhe acalentavam, fazendo de um tudo para lhe trazer de volta à vida, que agora depressa lhe fugia.
Além do corpo médico, uma mulher apaixonada ilustrava o quadro: Edelzuíta Rabelo, a quem o paciente chamava de “meus amor” desde quando se conheceram numa festa de São João, em Recife.
Ao invés de gemer ou chorar, ele apenas aboiava.
Tangia uma boiada imaginária. Seu povo, talvez, a quem dizia amar e querer só bem.
A cena quem me narrou foi a própria Edelzuíta, numa palestra que fizemos em câmara de vereadores de uma das cidades dos arredores de São Paulo, ao lado de Amorim Filho e Expedito Duarte. Faz tempo. Entre os presentes, o sanfoneiro Zé Paraíba.
Bom, o velho aboiador ou cantador, como ele gostava de ser chamado, partiu para a eternidade exatamente às 5h15m do dia 2 de agosto do ano da graça de 1989.
Ele?
Luiz Gonzaga do Nascimento, o segundo dos nove filhos do casal pernambucano Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus, a quem o Brasil ainda hoje chama de Rei do Baião.
sábado, 1 de agosto de 2009
TINA
terça-feira, 28 de julho de 2009
HOJE É DIA DE OSMAR SANTOS
O paulista de Osvaldo Cruz Osmar Santos completa hoje 60 anos de vida.
Daqui, seguem os nossos parabéns.
Osmar é marca indelével na história do rádio brasileiro.
Ele cobriu copas e criou chavões engraçados que a milhões encantaram, como “ripa na chulipa” e “pimba na gorduchinha”; e programas como Balancê e Show do Rádio, inesquecíveis.
No campo da política partidária a nada se candidatou, mas se fez presente na campanha pelas eleições diretas em 1984, ao lado de Tancredo Neves e Ulysses Guimarães.
Dá para esquecer a sua condução em prol da liberdade, nos discursos em palanque na Praça da Sé, em Sampa?
Um acidente de automóvel, porém, ocorrido no interior de São Paulo, em dezembro de 1994, pôs fim a sua brilhante carreira de locutor esportivo, aplaudido em todo o País.
Com o acidente, se foi o seu principal instrumento de trabalho: a voz.
Mas o bom humor que porta e o perfil de cidadão que trouxe do berço o garantem na galeria dos imortais brasileiros.
Uma batalha se travou após o acidente, no campo do possível e do desejável. Milhões de fãs torceram a seu favor. Isso rendeu resultados, pois reforçou sua crença pela vida e alargou ainda mais o seu sorriso. Ao perder a locução que fazia aos microfones encontrou, como paciente garimpeiro de palavras mágicas, outro modo de se comunicar com as pessoas.
Uma façanha e tanto!
Hoje ele não ri do infortúnio que lhe coube; ri do prazer de viver, simplesmente.
Se o locutor esportivo deu tantas alegrias a tantos, o cidadão continua fazendo o mesmo, enquanto conquista e amplia um público muito especial: o dos excepcionais que se espalham Brasil afora e o têm como exemplo de vida.
Hoje o pintor enche de alegria os olhos dos amantes das cores, que não são poucos...
Aos 60 anos agora, Osmar Aparecido Santos mostra que é possível driblar os caprichos do destino sem perder a dignidade e o gosto pela vida.
A prova são os seus quadros.
Daqui, seguem os nossos parabéns.
Osmar é marca indelével na história do rádio brasileiro.
Ele cobriu copas e criou chavões engraçados que a milhões encantaram, como “ripa na chulipa” e “pimba na gorduchinha”; e programas como Balancê e Show do Rádio, inesquecíveis.
No campo da política partidária a nada se candidatou, mas se fez presente na campanha pelas eleições diretas em 1984, ao lado de Tancredo Neves e Ulysses Guimarães.
Dá para esquecer a sua condução em prol da liberdade, nos discursos em palanque na Praça da Sé, em Sampa?
Um acidente de automóvel, porém, ocorrido no interior de São Paulo, em dezembro de 1994, pôs fim a sua brilhante carreira de locutor esportivo, aplaudido em todo o País.
Com o acidente, se foi o seu principal instrumento de trabalho: a voz.
Mas o bom humor que porta e o perfil de cidadão que trouxe do berço o garantem na galeria dos imortais brasileiros.
Uma batalha se travou após o acidente, no campo do possível e do desejável. Milhões de fãs torceram a seu favor. Isso rendeu resultados, pois reforçou sua crença pela vida e alargou ainda mais o seu sorriso. Ao perder a locução que fazia aos microfones encontrou, como paciente garimpeiro de palavras mágicas, outro modo de se comunicar com as pessoas.
Uma façanha e tanto!
Hoje ele não ri do infortúnio que lhe coube; ri do prazer de viver, simplesmente.
Se o locutor esportivo deu tantas alegrias a tantos, o cidadão continua fazendo o mesmo, enquanto conquista e amplia um público muito especial: o dos excepcionais que se espalham Brasil afora e o têm como exemplo de vida.
Hoje o pintor enche de alegria os olhos dos amantes das cores, que não são poucos...
Aos 60 anos agora, Osmar Aparecido Santos mostra que é possível driblar os caprichos do destino sem perder a dignidade e o gosto pela vida.
A prova são os seus quadros.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
SAUDADE DAS CHANCHADAS
No campo musical, milhares de obras foram compostas e gravadas sob o tema lua. Mazzaropi, o grande Mazzaropi, diz, na cantiga Confins do Meu Sertão:
Você quer ver,
É uma coisa tão bonita,
É a lua cor de prata
Clareando meu Sertão...
No campo da literatura de ficção, também.
Na poética, idem.
Também no campo cinematográfico.
Há dez anos, os norte-americanos produziram o filme Murder on the Moon, de suspense, estrelado por Brigitte Nielson, Julian Sands e outros.
O enredo, que se desenvolve em 2015 – o ano tá chegando... – trata de um incidente que quase leva a terra a uma terceira grande guerra.
A esse tempo, confusão na lua.
Lá, russos e americanos procuram viver sem se matar. Mas um corpo de homem é encontrado, misteriosamente.
E por aí segue a coisa, com agentes especiais das duas nações procurando esclarecer o crime.
Mas quer saber?
Prefiro o humor ingênuo de Carlos Manga n´O Homem do Sputinik, de 1959, com Oscarito, Zezé Macedo, Jô Soares e Norma Bengell, entre outros craques da nossa constelação cinematográfica. Tudo começa quando um trambolho cai no galinheiro da casa de um casal de caipiras. Sim, dá pra rir.
Ai que saudade das velhas chanchadas!
..........................
PLOCAS & BOAS
- E Sarney, hein? O cabra não quer largar o osso de jeito nenhum, mesmo com a montanha de denúncias de nepotismo e tudo que lhe caem no lombo.
- O Michael Jackson saiu da pauta do dia da imprensa, mas está presente nas bancas dos piratas de filmes nas esquinas deste Brasil varonil.
- E a gripe palmeirense, hein, toss, toss, não já está na hora de parar a contagem?
- O bom Arievaldo Viana anda à toda. Agora prepara um livro de charges.
- Dias 5 próximo tem forró com Anastácia e trio, livro do mineiro Roniwalter Jatobá e fala que farei sobre o rei do baião, Luiz Gonzaga, na Casa das Rosas, ali na avenida Paulista. Quem não for, é besta.
- e Tenho dito!
Você quer ver,
É uma coisa tão bonita,
É a lua cor de prata
Clareando meu Sertão...
No campo da literatura de ficção, também.
Na poética, idem.
Também no campo cinematográfico.
Há dez anos, os norte-americanos produziram o filme Murder on the Moon, de suspense, estrelado por Brigitte Nielson, Julian Sands e outros.
O enredo, que se desenvolve em 2015 – o ano tá chegando... – trata de um incidente que quase leva a terra a uma terceira grande guerra.
A esse tempo, confusão na lua.
Lá, russos e americanos procuram viver sem se matar. Mas um corpo de homem é encontrado, misteriosamente.
E por aí segue a coisa, com agentes especiais das duas nações procurando esclarecer o crime.
Mas quer saber?
Prefiro o humor ingênuo de Carlos Manga n´O Homem do Sputinik, de 1959, com Oscarito, Zezé Macedo, Jô Soares e Norma Bengell, entre outros craques da nossa constelação cinematográfica. Tudo começa quando um trambolho cai no galinheiro da casa de um casal de caipiras. Sim, dá pra rir.
Ai que saudade das velhas chanchadas!
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PLOCAS & BOAS
- E Sarney, hein? O cabra não quer largar o osso de jeito nenhum, mesmo com a montanha de denúncias de nepotismo e tudo que lhe caem no lombo.
- O Michael Jackson saiu da pauta do dia da imprensa, mas está presente nas bancas dos piratas de filmes nas esquinas deste Brasil varonil.
- E a gripe palmeirense, hein, toss, toss, não já está na hora de parar a contagem?
- O bom Arievaldo Viana anda à toda. Agora prepara um livro de charges.
- Dias 5 próximo tem forró com Anastácia e trio, livro do mineiro Roniwalter Jatobá e fala que farei sobre o rei do baião, Luiz Gonzaga, na Casa das Rosas, ali na avenida Paulista. Quem não for, é besta.
- e Tenho dito!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
A CASA DA MÃE JOANA...
Há milhões de anos, é certo que muita gente pensou um dia ir à lua e nela morar.
A dupla Luiz de França e Ary Lobo imaginou isso e compôs o rojão Eu Vou pra Lua, que foi gravado no dia 28 de junho de 1960, nos estúdios da extinta RCAVictor, e lançado três meses depois, ou seja: nove anos e um mês antes de Armstrong e Aldrin porem os pés lá.
O assunto é bom.
Já no primeiro conto cientifico de que se tem notícia, True History, de autoria de um grego – mais um! – chamado Luciano de Samosata, referido pelo mestre da ficção Issac Asimov (1920-92) numa de suas coletâneas publicadas na segunda metade dos anos de 1980 no Brasil, a lua está presente; embora possa se imaginar que a lua, no caso, é esta nossa terrinha dos diabos e Sarney!
Na história de Samósata, há um personagem que é catapultado à lua por uma tromba-d´água e lá vive a sua odisséia, entre seres monstruosos saídos da imaginação.Mas vale, enfim estamos falando de um tempo contabilizado no miolo do lápis em torno de 150 d.C.
Pois é.
Os gringos norte-americanos foram à lua pelo menos uma meia dúzia de vezes, na moita, sem estardalhaço, o que gerou e ainda gera desconfiança e incredulidade completa por parte de um bilhão e tanto de mortais ditos pensantes, em todo o mundo. E quando menos se esperava... pimba! Eles anunciam para dois mil e qualquer coisa uma nova investida ao lar de São Jorge e do seu inimigo de estimação, o dragão que vemos nas noites de céu estrelado.
Os chineses descobriram as intenções do Tio Sam. Resultado: vão antecipar sua ida lá.
Sei não, isso não vai dar certo...
...........................
PLOCAS & BOAS
- Há saiu no noticiário da Plim Plim a netinha do Sarney rogando ao filho de Sarney para Sarney interceder numa boquinha no Senado? Era para o namorado, explicou. O vovô Sarney, sempre cuidadoso com os seus mais queridos, intercedeu de pronto, para alegria da neta, para alegria do filho, para tristeza e desencanto da nação.
Êta, Brasil! Como judiam contigo.
- A gripe palmeirense continua matando. Já são 29 casos, em todo o País.
- Enquanto isso, o esquadrão corinthiano continua a se desfazer. É mesmo tudo por grana. E então? Bons tempos aqueles em que se podia torcer por um time durante um bom tempo sem que seus craques arredassem pé para outros mundos.
Sei não, do jeito que a coisa anda, acho que vou voltar a torcer pelo 13 de Campina Grande.
- O complexo cultural Funarte de São Paulo, aos poucos começa a ser reativado. Nos próximos 8 e 9 de agosto, Benjamim Taubkim estará participando de um fuá, junto com o Grupo Zangareio e PC Castilho, do Rio de Janeiro. O espaço fica na Al. Northman, 1058, Campos Eliseos.
- E por falar em fuá... A Banda Mafuá, hoje dispersa, gravou em 1998 o carimbó Até a Lua, de Ana Maria Carvalho. Recomendo, a música é muito bonita.
A dupla Luiz de França e Ary Lobo imaginou isso e compôs o rojão Eu Vou pra Lua, que foi gravado no dia 28 de junho de 1960, nos estúdios da extinta RCAVictor, e lançado três meses depois, ou seja: nove anos e um mês antes de Armstrong e Aldrin porem os pés lá.
O assunto é bom.
Já no primeiro conto cientifico de que se tem notícia, True History, de autoria de um grego – mais um! – chamado Luciano de Samosata, referido pelo mestre da ficção Issac Asimov (1920-92) numa de suas coletâneas publicadas na segunda metade dos anos de 1980 no Brasil, a lua está presente; embora possa se imaginar que a lua, no caso, é esta nossa terrinha dos diabos e Sarney!
Na história de Samósata, há um personagem que é catapultado à lua por uma tromba-d´água e lá vive a sua odisséia, entre seres monstruosos saídos da imaginação.Mas vale, enfim estamos falando de um tempo contabilizado no miolo do lápis em torno de 150 d.C.
Pois é.
Os gringos norte-americanos foram à lua pelo menos uma meia dúzia de vezes, na moita, sem estardalhaço, o que gerou e ainda gera desconfiança e incredulidade completa por parte de um bilhão e tanto de mortais ditos pensantes, em todo o mundo. E quando menos se esperava... pimba! Eles anunciam para dois mil e qualquer coisa uma nova investida ao lar de São Jorge e do seu inimigo de estimação, o dragão que vemos nas noites de céu estrelado.
Os chineses descobriram as intenções do Tio Sam. Resultado: vão antecipar sua ida lá.
Sei não, isso não vai dar certo...
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PLOCAS & BOAS
- Há saiu no noticiário da Plim Plim a netinha do Sarney rogando ao filho de Sarney para Sarney interceder numa boquinha no Senado? Era para o namorado, explicou. O vovô Sarney, sempre cuidadoso com os seus mais queridos, intercedeu de pronto, para alegria da neta, para alegria do filho, para tristeza e desencanto da nação.
Êta, Brasil! Como judiam contigo.
- A gripe palmeirense continua matando. Já são 29 casos, em todo o País.
- Enquanto isso, o esquadrão corinthiano continua a se desfazer. É mesmo tudo por grana. E então? Bons tempos aqueles em que se podia torcer por um time durante um bom tempo sem que seus craques arredassem pé para outros mundos.
Sei não, do jeito que a coisa anda, acho que vou voltar a torcer pelo 13 de Campina Grande.
- O complexo cultural Funarte de São Paulo, aos poucos começa a ser reativado. Nos próximos 8 e 9 de agosto, Benjamim Taubkim estará participando de um fuá, junto com o Grupo Zangareio e PC Castilho, do Rio de Janeiro. O espaço fica na Al. Northman, 1058, Campos Eliseos.
- E por falar em fuá... A Banda Mafuá, hoje dispersa, gravou em 1998 o carimbó Até a Lua, de Ana Maria Carvalho. Recomendo, a música é muito bonita.
terça-feira, 21 de julho de 2009
AINDA O HOMEM NA LUA
O músico Júbilo Jacobino acredita que o homem foi à lua, mas acha que isso ocorreu “já de noitão”, quase meia-noite, hora do footing.
Bom, o módulo lunar chegou à lua no final da tarde de 20 de julho, após cerca de 100 horas de vôo a 40 mil km/h e quase 400 mil quilômetros vencidos, de acordo com o que se leu em todos os meios de comunicação, e ainda se lê.
Armstrong pôs os pés no satélite dos eternos enamorados em noite já avançada, sim, e ficou por lá, junto com Aldrin, por duas horas e tanto antes de retornar são e salvo à terra, com os bolsos cheios de amostras do solo pisado para provar que fora mesmo onde ninguém jamais pensou que fosse de fato possível. Tanto que ainda há muita gente que crê que tal façanha jamais existiu, que foi uma farsa etc.
O meu bom amigo baiano de Irará Tom Zé, por exemplo, diz com a certeza dos absolutos que na noite da suposta farsa o céu da sua terra estava maravilhoso, com as estrelas brincando de se acender e se apagar. E que, mesmo assim, ninguém viu nenhum americano na lua, só os contornos de São Jorge em briga com o seu velho dragão de estimação.
Mas algo parecido com a fala de Tom disse o primeiro viajante do espaço sideral, o soviético Gagarin, na manhã de 12 de abril de 1961: “A terra é azul, mas não vi Deus”.
Eu, hein?
Armstrong disse coisa melhor, ao tocar os pés na lua: “Um pequeno passo para o homem, um gigantesco passo para a humanidade”.
A conquista da lua resultou na abertura da porta para o futuro da terra, em especial no que tange às questões de comunicação.
O tema, aliás, não deixou ninguém indiferente.
No campo da música, nunca se falou tanto.
Só no Brasil, são milhares de composições gravadas desde a façanha dos tripulantes da Apollo 11. Muitas dessas composições viraram clássicos, como Eu Vou pra Lua, de Luiz de França e Ary Lobo, e Lua Bonita, de Zé do Norte.
E pronto.
...............................
PLOCAS & BOAS
- A Justiça Federal brasileira acaba de seqüestrar 27 fazendas do mão-grande Daniel Dantas, do Oportunity, e de sua irmã, Verônica. O seqüestro dos bens inclui 450 mil cabeças de boi de corte. Eita! A continuar assim, dá até pra acreditar que o Brasil tem jeito.
- O último exilado da ditadura militar, Antônio Geraldo Costa, o Neguinho-tigre, chegou hoje de volta ao Brasil. Desembarcou no Aeroporto Tom Jobim, onde foi recebido por meia dúzia de amigos e imprensa. Disse que não veio antes, por temer ser preso.
- A gripe palmeirense, que surgiu no México, continua fazendo vítimas.
- Termina depois de amanhã as inscrições BNB de Cultura edição 2010, parceria BNDES, para os estados do Nordeste, norte de Minas e Espírito Santo. A dotação orçamentária é de R$ 6 milhões.
- O escritor mineiro Roniwalter Jatobá está se preparando para lançar novo livro: O Jovem Luiz Gonzaga. Será na Casa das Rosas, no próximo dia 5 de agosto,a partir das 19 hroas. Haverá palestra minha e show da rainha do forró, Anastácia.
Bom, o módulo lunar chegou à lua no final da tarde de 20 de julho, após cerca de 100 horas de vôo a 40 mil km/h e quase 400 mil quilômetros vencidos, de acordo com o que se leu em todos os meios de comunicação, e ainda se lê.
Armstrong pôs os pés no satélite dos eternos enamorados em noite já avançada, sim, e ficou por lá, junto com Aldrin, por duas horas e tanto antes de retornar são e salvo à terra, com os bolsos cheios de amostras do solo pisado para provar que fora mesmo onde ninguém jamais pensou que fosse de fato possível. Tanto que ainda há muita gente que crê que tal façanha jamais existiu, que foi uma farsa etc.
O meu bom amigo baiano de Irará Tom Zé, por exemplo, diz com a certeza dos absolutos que na noite da suposta farsa o céu da sua terra estava maravilhoso, com as estrelas brincando de se acender e se apagar. E que, mesmo assim, ninguém viu nenhum americano na lua, só os contornos de São Jorge em briga com o seu velho dragão de estimação.
Mas algo parecido com a fala de Tom disse o primeiro viajante do espaço sideral, o soviético Gagarin, na manhã de 12 de abril de 1961: “A terra é azul, mas não vi Deus”.
Eu, hein?
Armstrong disse coisa melhor, ao tocar os pés na lua: “Um pequeno passo para o homem, um gigantesco passo para a humanidade”.
A conquista da lua resultou na abertura da porta para o futuro da terra, em especial no que tange às questões de comunicação.
O tema, aliás, não deixou ninguém indiferente.
No campo da música, nunca se falou tanto.
Só no Brasil, são milhares de composições gravadas desde a façanha dos tripulantes da Apollo 11. Muitas dessas composições viraram clássicos, como Eu Vou pra Lua, de Luiz de França e Ary Lobo, e Lua Bonita, de Zé do Norte.
E pronto.
...............................
PLOCAS & BOAS
- A Justiça Federal brasileira acaba de seqüestrar 27 fazendas do mão-grande Daniel Dantas, do Oportunity, e de sua irmã, Verônica. O seqüestro dos bens inclui 450 mil cabeças de boi de corte. Eita! A continuar assim, dá até pra acreditar que o Brasil tem jeito.
- O último exilado da ditadura militar, Antônio Geraldo Costa, o Neguinho-tigre, chegou hoje de volta ao Brasil. Desembarcou no Aeroporto Tom Jobim, onde foi recebido por meia dúzia de amigos e imprensa. Disse que não veio antes, por temer ser preso.
- A gripe palmeirense, que surgiu no México, continua fazendo vítimas.
- Termina depois de amanhã as inscrições BNB de Cultura edição 2010, parceria BNDES, para os estados do Nordeste, norte de Minas e Espírito Santo. A dotação orçamentária é de R$ 6 milhões.
- O escritor mineiro Roniwalter Jatobá está se preparando para lançar novo livro: O Jovem Luiz Gonzaga. Será na Casa das Rosas, no próximo dia 5 de agosto,a partir das 19 hroas. Haverá palestra minha e show da rainha do forró, Anastácia.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
O HOMEM NA LUA
O homem esteve na lua, sim.
A primeira vez que isso ocorreu foi num dia como hoje, há exatos 40 anos.
Entenda-se: como hoje, mas um domingo.
Lembro perfeitamente.
Eu estava em Timbaúba, cidadezinha beleza de Pernambuco distante cerca de 80 quilômetros da capital Recife. Numa barbearia de esquina, junto da pracinha central cercada por timbaúbas e perto da Rua das Flores, onde menininhas de vida fácil davam alegria a menininhos de vida difícil, como eu.
Nem sei se ainda existe essa rua.
Faltavam dois meses e 7 dias para o papai aqui completar 17 anos.
Cheio de curiosidade, me plantei numa roda de gente incrédula, de boca aberta.
Diante de nossos olhos e num silêncio danado, um aparelho de televisão mostrava em branco e preto o módulo lunar Apollo11, o Águia, descendo no Mar da Tranquilidade, a mais ou menos 6 quilômetros do ponto previsto pelos cabeções da NASA.
O tempo era bom, de sol, e o jornal dizia que a lua estava na sua fase de quarto- crescente.
Hora? 15h17, pelos relógios da costa leste dos Estados Unidos da América ou 20h17 por Greenwich. Pelos relógios de Brasília, 17h17.
Amanhã eu falarei um pouco mais sobre a ida do homem à lua e o que isso gerou no campo da música popular, por exemplo.
Amanhã teremos também Plocas & Boas.
Ah! Um pedido: opinem sobre o que escrevo neste blog, diretamente neste blog, ao invés de fazê-lo através do meu email. Assim entendo que todos compartilharão e, quem sabe, poderemos até pôr o Brasil popular em discussão. Que tal?
A primeira vez que isso ocorreu foi num dia como hoje, há exatos 40 anos.
Entenda-se: como hoje, mas um domingo.
Lembro perfeitamente.
Eu estava em Timbaúba, cidadezinha beleza de Pernambuco distante cerca de 80 quilômetros da capital Recife. Numa barbearia de esquina, junto da pracinha central cercada por timbaúbas e perto da Rua das Flores, onde menininhas de vida fácil davam alegria a menininhos de vida difícil, como eu.
Nem sei se ainda existe essa rua.
Faltavam dois meses e 7 dias para o papai aqui completar 17 anos.
Cheio de curiosidade, me plantei numa roda de gente incrédula, de boca aberta.
Diante de nossos olhos e num silêncio danado, um aparelho de televisão mostrava em branco e preto o módulo lunar Apollo11, o Águia, descendo no Mar da Tranquilidade, a mais ou menos 6 quilômetros do ponto previsto pelos cabeções da NASA.
O tempo era bom, de sol, e o jornal dizia que a lua estava na sua fase de quarto- crescente.
Hora? 15h17, pelos relógios da costa leste dos Estados Unidos da América ou 20h17 por Greenwich. Pelos relógios de Brasília, 17h17.
Amanhã eu falarei um pouco mais sobre a ida do homem à lua e o que isso gerou no campo da música popular, por exemplo.
Amanhã teremos também Plocas & Boas.
Ah! Um pedido: opinem sobre o que escrevo neste blog, diretamente neste blog, ao invés de fazê-lo através do meu email. Assim entendo que todos compartilharão e, quem sabe, poderemos até pôr o Brasil popular em discussão. Que tal?
sexta-feira, 17 de julho de 2009
A CASA DA XILOGRAVURA
A surpresa que me pegou de jeito em Campos do Jordão nessa última vez em que lá estive foi a Casa da Xilogravura, espécie de museu particular criado há duas décadas pelo ex-professor universitário, advogado, pintor, poeta e xilógrafo paulistano Fernando Costella, também autor de um monte de livros sobre arte, comunicação, viagens, animais, com a marca da sua própria editora, a Mantiqueira.
A Casa, que tem 17 salas bem arejadas distribuídas numa área de 550 m², está instalada na região onde nasceu a cidade, a Vila Jaguaribe.
Fiquei encantado com a organização nas mesas e paredes das cerca de 2000 mil peças de autores brasileiros, como Dila, Noza, Maxado, Franconti, J. Barros, J. Borges, Rubem Grilo, José Altino, Marcelo Soares, Unhandeijara Lisboa, Lívio Abramo, Lazar Segall, Aldemir Martins, Calazans Neto, Perci Lau e até Gilvan Samico, um dos meus professores de Arte dos tempos da Paraíba.
No acervo da Casa vi peças raras e curiosas de xilogravadores do Sudão, Portugal, Itália, Hungria, Espanha, Japão, Coréia do Sul e Inglaterra, entre outros países.
Além das xilos, e também dos folhetos de cordel, peças avulsas e máquinas de tipografia desativadas chamam à atenção dos visitantes, como uma velha linotipo, lingotes de chumbo e caixas de tipos diversos a mim muito familiares desde a virada dos 60 nas oficinas e redação do centenário jornal O Norte, onde iniciei a carreira de jornalista.
Gostei muito de conhecer a Casa de Xilogravura, única do gênero no mundo.
Sem dúvida, vale a pena uma visita. Das 9 às 12 e das 14 às 17 horas, menos terças e quartas. www.casadaxilogravura.com.br
............................
PLOCAS & BOAS
►E aí? O rei do Maranhão deixa ou não deixa o trono, no Senado? O danado ainda anda dizendo por aí que é da imprensa a culpa pelas pisadas de bola que tem dado e gerado rombos no erário público nacional. Eu, hein! Uma coisa: vale a pena ler o texto Sarney, o Homem Incomum, de Leandro Fortes, publicado na revista Carta Capital e que está rodando na Internet.
►A Pizzaria Préstimo está anunciando Pizza à Moda do Sarney, para a noite do próximo dia 20, à Rua Joaquim Eugênio de Lima, 1135, na região dos Jardins, cá em Sampa. A sobremesa é Pizza à Moda do Senado. Reservas: 3284.8687.
►A segunda maior biblioteca do mundo, a britânica – a primeira é a do Congresso norte-americano –, está disponibilizando na internet o seu acervo, que ocupa um edifício do tamanho de quatro campos de futebol, três andares para cima e seis para baixo. No subterrâneo, protegido de radiação, de umidade e de vandalismo, está guardado o tesouro que ocupa nada menos que 630 km de prateleiras, o equivalente a distância entre Salvador e Maceió. São mais de 150 milhões de fontes de informação. No que se refere a jornais, são mais de 2 milhões de páginas desde recolhidas de todas as partes do planeta desde os primeiros anos do século 19. A busca não custa nada, mas o número de 100 downloads em 24 horas custa US$ 11,40, enquanto 200 downloads por um período de sete dias valem US$ 16,30, numa espécie de "pay-per-view" dos jornais digitais. Mas vale a pena, inclusive para checar informações sobre Luiz Gonzaga, Chico Buarque, Geraldo Vandré...
A Casa, que tem 17 salas bem arejadas distribuídas numa área de 550 m², está instalada na região onde nasceu a cidade, a Vila Jaguaribe.
Fiquei encantado com a organização nas mesas e paredes das cerca de 2000 mil peças de autores brasileiros, como Dila, Noza, Maxado, Franconti, J. Barros, J. Borges, Rubem Grilo, José Altino, Marcelo Soares, Unhandeijara Lisboa, Lívio Abramo, Lazar Segall, Aldemir Martins, Calazans Neto, Perci Lau e até Gilvan Samico, um dos meus professores de Arte dos tempos da Paraíba.
No acervo da Casa vi peças raras e curiosas de xilogravadores do Sudão, Portugal, Itália, Hungria, Espanha, Japão, Coréia do Sul e Inglaterra, entre outros países.
Além das xilos, e também dos folhetos de cordel, peças avulsas e máquinas de tipografia desativadas chamam à atenção dos visitantes, como uma velha linotipo, lingotes de chumbo e caixas de tipos diversos a mim muito familiares desde a virada dos 60 nas oficinas e redação do centenário jornal O Norte, onde iniciei a carreira de jornalista.
Gostei muito de conhecer a Casa de Xilogravura, única do gênero no mundo.
Sem dúvida, vale a pena uma visita. Das 9 às 12 e das 14 às 17 horas, menos terças e quartas. www.casadaxilogravura.com.br
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PLOCAS & BOAS
►E aí? O rei do Maranhão deixa ou não deixa o trono, no Senado? O danado ainda anda dizendo por aí que é da imprensa a culpa pelas pisadas de bola que tem dado e gerado rombos no erário público nacional. Eu, hein! Uma coisa: vale a pena ler o texto Sarney, o Homem Incomum, de Leandro Fortes, publicado na revista Carta Capital e que está rodando na Internet.
►A Pizzaria Préstimo está anunciando Pizza à Moda do Sarney, para a noite do próximo dia 20, à Rua Joaquim Eugênio de Lima, 1135, na região dos Jardins, cá em Sampa. A sobremesa é Pizza à Moda do Senado. Reservas: 3284.8687.
►A segunda maior biblioteca do mundo, a britânica – a primeira é a do Congresso norte-americano –, está disponibilizando na internet o seu acervo, que ocupa um edifício do tamanho de quatro campos de futebol, três andares para cima e seis para baixo. No subterrâneo, protegido de radiação, de umidade e de vandalismo, está guardado o tesouro que ocupa nada menos que 630 km de prateleiras, o equivalente a distância entre Salvador e Maceió. São mais de 150 milhões de fontes de informação. No que se refere a jornais, são mais de 2 milhões de páginas desde recolhidas de todas as partes do planeta desde os primeiros anos do século 19. A busca não custa nada, mas o número de 100 downloads em 24 horas custa US$ 11,40, enquanto 200 downloads por um período de sete dias valem US$ 16,30, numa espécie de "pay-per-view" dos jornais digitais. Mas vale a pena, inclusive para checar informações sobre Luiz Gonzaga, Chico Buarque, Geraldo Vandré...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
AINDA A VIAGEM...
Nas andanças que fiz semana passada por rotas do fim do mundo, esbarrei em Campos do Jordão, aconchegante cidadezinha paulista cheia de trilhas, de caminhos encantados, situada nos altos da Serra da Mantiqueira, entre vales e montanhas, bosques e paisagens outras que nos fazem crer que Deus realmente existe, e que é brasileiro.
Conhecida por muitos como a nossa Suíça, Campos é formada, e bem formada, pelas vilas Abernéssia, Jaguaribe e Capivari.
Um brinco!
Mas não vi o bondinho, não vi a Maria-fumaça...
Morei lá por uns meses, nos fins dos 70.
À época, a minha companhia permanente eram os terríveis bacilos de Kock.
Fora os bacilos que me comiam o peito e sem vergonha encurtavam a minha respiração, eu sofria a dor da saudade por minha terra, a capital paraibana.
Cheguei a Campos pela estradinha SP 050, esburacada, curvilínea e sem trânsito.
Parti de Santo Antônio do Pinhal.
Vi um pouco nostálgico o Leonor Mendes de Barros. Por fora, mudou pouco.
Também vi o espetáculo que é as plantas soltando flores nesse seu processo natural de rejuvenescimento.
Vi ainda os chalezinhos de perfil europeu, de tinturas avermelhadas, coloridas.
O teleférico, em cujas proximidades dezenas de cavalos amestrados faziam a alegria de adultos e crianças.
Lembrei de amigos como o maestro Eleazar de Carvalho, fundador do Festival Internacional de Inverno da região.
Poxa! Grandes lembranças.
E uma agradável surpresa, que contarei amanhã.
...............................
PLOCAS & BOAS
►E o rei do Maranhão, hein?
Aparentemente, está enroscado.
Muita gente começa a se mobilizar, inclusive estudantes, exigindo que desocupe depressa a cadeira do Senado. Seu medo é ser preso se fizer isso. Ontem o filhão Fernandinho foi indiciado pela PF, por formação de quadrilha. Ah! Enquanto isso ocorria, o ministro da Justiça dizia que o indiciamento é coisa normal... Eu, hein!
►Vão contando: a gripe palmeirense matou até agora onze brasileiros.
►E Michael Jackson, hein? Daqui a pouco vão descobrir uma montanha de músicas inéditas dele... Coisas do show business.
►Há 40 anos completados na manhã de hoje, a nave Apollo 11 deixava o Cabo Canaveral, na Flórida, em direção à Lua. Confesso: como repórter, eu sempre quis entrevistar o comandante Neil Armstrong, que hoje mora em Cincinnati... Seus companheiros de missão Aldrin e Collins também ainda estão vivos.
Conhecida por muitos como a nossa Suíça, Campos é formada, e bem formada, pelas vilas Abernéssia, Jaguaribe e Capivari.
Um brinco!
Mas não vi o bondinho, não vi a Maria-fumaça...
Morei lá por uns meses, nos fins dos 70.
À época, a minha companhia permanente eram os terríveis bacilos de Kock.
Fora os bacilos que me comiam o peito e sem vergonha encurtavam a minha respiração, eu sofria a dor da saudade por minha terra, a capital paraibana.
Cheguei a Campos pela estradinha SP 050, esburacada, curvilínea e sem trânsito.
Parti de Santo Antônio do Pinhal.
Vi um pouco nostálgico o Leonor Mendes de Barros. Por fora, mudou pouco.
Também vi o espetáculo que é as plantas soltando flores nesse seu processo natural de rejuvenescimento.
Vi ainda os chalezinhos de perfil europeu, de tinturas avermelhadas, coloridas.
O teleférico, em cujas proximidades dezenas de cavalos amestrados faziam a alegria de adultos e crianças.
Lembrei de amigos como o maestro Eleazar de Carvalho, fundador do Festival Internacional de Inverno da região.
Poxa! Grandes lembranças.
E uma agradável surpresa, que contarei amanhã.
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PLOCAS & BOAS
►E o rei do Maranhão, hein?
Aparentemente, está enroscado.
Muita gente começa a se mobilizar, inclusive estudantes, exigindo que desocupe depressa a cadeira do Senado. Seu medo é ser preso se fizer isso. Ontem o filhão Fernandinho foi indiciado pela PF, por formação de quadrilha. Ah! Enquanto isso ocorria, o ministro da Justiça dizia que o indiciamento é coisa normal... Eu, hein!
►Vão contando: a gripe palmeirense matou até agora onze brasileiros.
►E Michael Jackson, hein? Daqui a pouco vão descobrir uma montanha de músicas inéditas dele... Coisas do show business.
►Há 40 anos completados na manhã de hoje, a nave Apollo 11 deixava o Cabo Canaveral, na Flórida, em direção à Lua. Confesso: como repórter, eu sempre quis entrevistar o comandante Neil Armstrong, que hoje mora em Cincinnati... Seus companheiros de missão Aldrin e Collins também ainda estão vivos.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
PASSEIO AO FIM DO MUNDO
Andei por uns dias longe da urbe, pisando serras, matas e praias, com o propósito de descansar os pés e a cuca.
Valeu.
Fui ao fim do mundo e voltei, são e salvo. Rebobinado, com idéias altivas.
Li muito.
Vocês já ouviram falar de Louise Michel?
Louise era francesa, contemporânea de Victor Hugo. Nasceu em 1830 e viveu a infância num velho castelo, galopando por bosques das redondezas, subindo em árvores; brincando, enfim, como qualquer criança. Foi poeta, operária, revolucionária. Quis até matar Napoleão 3º, por seus atos desumanos. Ao fim da vida, virou heroína.
O oportuníssimo Cartas a Victor Hugo (editora Horizonte) traça bem o perfil dessa corajosa mulher, que dedicou a própria vida à liberdade. E mais não digo: leiam-no.
Li e reli outros livros ótimos, como Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente (Ateliê Editorial), Às Margens do Sena (Ediouro) e O Nordeste no Cinema, de Wills Leal (Editora Universitária/Funape/UFPb).
A Farsa de Inês Pereira é uma obra-prima que vem ultrapassando, incólume, séculos e séculos. Atualíssima. Trata de interesses da gente esperta da sociedade portuguesa quinhentista.
Às Margens do Sena registra as memórias do excepcional jornalista Reali Jr., ditadas a Giani Carta. Esse é um livro que todos os jornalistas deveriam ler.
O Nordeste no Cinema, por sua vez, é uma peça indispensável como introdução à compreensão do cinema brasileiro feito sob a temática nordestina. Nesse assunto, aliás, Wills é craque que dispensa retoques. Sim, a sua obra é absolutamente necessária para o entendimento da vida quase sempre conflituosa da gente nordestina.
Voltarei a falar de outras leituras e da minha ida ao fim do mundo.
Ah! A foto de cima? Sou o de sorriso aberto.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
MICHAEL JACKSON É TEMA DE CORDELISTA

Do amigo cordelista e quadrinhista cearense também parceiro musical eventual Klévisson Viana, acabo de receber algumas estrofes de um novo folheto seu, feito em parceria com o alagoano João Gomes de Sá, a Chegada de Michael Jackson no Portão Celestial. Nota dez! Para adquiri-lo, o meio é o email kleviana@ig.com.br
Poeta tem sinal verde
Pra voar com liberdade
Andar no tempo, sonhar,
Falar da realidade,
Contar ‘causo’, divertir,
Fazer o leitor sorrir,
Chorar ou sentir saudade.
De sábado para Domingo,
Eu fui dormir sossegado:
Sonhei que estava voando
Em um maquinismo alado,
Tudo que vi registrei
E ao despertar encontrei
Pena e papel do meu lado.
Eu sonhei que o rei do pop,
Logo após bater as botas,
Foi direto para o céu,
Fazendo muitas marmotas,
Cantando muito agitado,
Feliz, tinha se livrado
De dívida, banco e agiotas.
Acordei bastante eufórico,
Sentei na rede e então
Pensei em Deus, respirei,
Fiz uma meditação,
Limpei a mente confusa:
Foi quando eu vi minha musa
Me trazendo a inspiração.
Um pássaro veio cantando,
Logo ao surgir da aurora,
Cada detalhe do sonho
Eu recordei sem demora,
E como bom menestrel,
Peguei a pena e o papel
E escrevi na mesma hora:
Michael Jackson lá no céu
Chegou bastante apressado,
Dizendo para São Pedro:
— Estou demais transtornado
Eu quero até me esconder
Porque não pude fazer
O que tinha programado!
Tinha uma agenda de shows
Com lotação esgotada,
Para pagar uma dívida
Há muito tempo atrasada,
Mas eu confesso, não sei,
Porque logo me livrei
Daquela vida agitada!
Eu queria cantar mais,
Pois no canto não empaco...
Rodando igual carrapeta,
Na dança nunca fui fraco!
No palco eu faço munganga,
Às vezes visto uma tanga
Para prender o meu saco!
São Pedro disse: — Rapaz,
Não é como você pensa!
Primeiro você procura
O assessor de imprensa
E faça um requerimento,
Protocole no convento,
Com a avó de Alceu Valença.
Tomando um chá de cadeira
No banco do corredor,
Você recebe uma senha
E aguarda o promotor.
Como já é falecido,
Se não for logo atendido,
Não reclame, por favor!
Disse Jackson: — Eu sou um astro
Famoso no mundo inteiro!
Não tem um ato secreto
Para me atender primeiro?
Pedro disse: — Eu não tropeço,
O céu não é o congresso
Lá do povo brasileiro!
E falou muito sisudo:
— Cabra, siga a instrução,
Se comporte, fique calmo,
Deixe de reclamação!
Nisso Jackson se sentou
E logo as pernas cruzou
E desmunhecou a mão.
COISAS MAIS SEM GRAÇA!
É o fim da picada.
Como pode?
Estamos em plena democracia e ainda acontecem coisas de enrubescer caras de pau.
Vocês viram?
Foi ontem, à entrada do Senado.
O Rei do Maranhão e da outra parte idem, idem, atrasada desta nossa Brasiléia ai, ai, ai de meu Deus do céu, solicitado por jornalistas a declarar algo sobre a crise, essa mais uma que a todos nos alcança, se limitou simplesmente a soltar um “bom dia” pra lá de fulero e a acenar suas mãozinhas pecadoras para as câmeras.
O pior viria depois do bom dia, quando o profissional do riso Danilo Gentili, da equipe do CQC da Band, quis saber se com a sua saída da presidência do Senado os escândalos que nos amedrontam iriam acabar. Antes, quis saber: “Como é ser tão poderoso assim?”.
E poft! Foi ao chão pela brutalidade dos seguranças do homem.
Eta, Brasil!
.................................
Foi bonita a noite de lançamento do novo livro do meu amigo mineiro Roniwalter Jatobá ontem, na Livraria da Vila. Gente saindo pelo ladrão. Muita prosa e pouco vinho, achei. Agora que foi bonita, foi. Após o lançamento oficial ficou fácil adquirir Contos Antológicos, agora nas estantes de qualquer livraria que se preze, ou solicitá-lo diretamente à Editora Nova Alexandria: WWW.novaalexandria.com.br
....................
E o Coringão, hein? Agora é tri da Copa Brasil.
Mas, calma, isso não é motivo pra ficarmos de braços cruzados vendo as estripulias cometidas às nossas barbas, por políticos desonestos.
já começo a afiar a minha faquinha...
Como pode?
Estamos em plena democracia e ainda acontecem coisas de enrubescer caras de pau.
Vocês viram?
Foi ontem, à entrada do Senado.
O Rei do Maranhão e da outra parte idem, idem, atrasada desta nossa Brasiléia ai, ai, ai de meu Deus do céu, solicitado por jornalistas a declarar algo sobre a crise, essa mais uma que a todos nos alcança, se limitou simplesmente a soltar um “bom dia” pra lá de fulero e a acenar suas mãozinhas pecadoras para as câmeras.
O pior viria depois do bom dia, quando o profissional do riso Danilo Gentili, da equipe do CQC da Band, quis saber se com a sua saída da presidência do Senado os escândalos que nos amedrontam iriam acabar. Antes, quis saber: “Como é ser tão poderoso assim?”.
E poft! Foi ao chão pela brutalidade dos seguranças do homem.
Eta, Brasil!
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Foi bonita a noite de lançamento do novo livro do meu amigo mineiro Roniwalter Jatobá ontem, na Livraria da Vila. Gente saindo pelo ladrão. Muita prosa e pouco vinho, achei. Agora que foi bonita, foi. Após o lançamento oficial ficou fácil adquirir Contos Antológicos, agora nas estantes de qualquer livraria que se preze, ou solicitá-lo diretamente à Editora Nova Alexandria: WWW.novaalexandria.com.br
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E o Coringão, hein? Agora é tri da Copa Brasil.
Mas, calma, isso não é motivo pra ficarmos de braços cruzados vendo as estripulias cometidas às nossas barbas, por políticos desonestos.
já começo a afiar a minha faquinha...
quarta-feira, 1 de julho de 2009
RONIWALTER JATOBÁ EM LANÇAMENTO ANTOLÓGICO
O mês começa bem, com a festa literária de Paraty no litoral fluminense, entre hoje e até o próximo dia 5, o 40º Festival Internacional de Campos do Jordão na serra da Mantiqueira, de 4 a 26-7, e o 2º Festival de Cinema de Paulínia, no interior de São Paulo.
........................
Hoje cá em Sampa o 1º de julho será muito especial, pois o meu amigo mineiro de Campanário Roniwalter Jatobá, escritor dos melhores deste Brasil brasileiro, como diria seu conterrâneo Ary Barroso, logo mais à boca da noite juntará uma penca de gente boa e qualificada no ramo da literatura como Marco Haurélio e tantos e tantos, na Livraria da Vila. Motivo? Mais um livro seu saindo do prelo, Contos Antológicos. A obra traz a chancela da editora paulistana Nova Alexandria. Claro, o encontro terá mais bebes do que comes. Vamos lá? Chegue cedo, pois aquilo vai entupir de gente. E é só até às 21 horas. Endereço: rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena.
........................
Logo mais às 22 horas, o cantor e compositor, apresentador do programa Sr. Brasil pela TV Cultura de São Paulo mostrará para o País o talento da paraibana Socorro Lira.
........................
Depois de amanhã, o grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado fará show comemorativos de seus primeiros dez anos de existência. Será no Dragão do Mar. Na ocasião será também lançada a 4ª edição do Festival Ponto.CE. Quer saber mais? Entre o site WWW.ponce.com.br
.......................
Não tenho ouvido comentários sobre o fechamento do Museu Afro Brasil, no Ibirapuera. Que diacho! O fato se deu no último dia 20, um sábado.
.......................
Em caráter conclusivo, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Congresso aprovou terça 23 última a proposta de regulamentação da profissão de Repentista. Pela proposta, o repentista é definido como “o profissional que utiliza o improviso rimado como meio de expressão artística, transmitindo a tradição e a cultura popular por intermédio do canto, da fala ou da escrita, sendo citados como tais o cantador e o violeiro improvisador, o embolador e o cantador de coco, o poeta repentista, o contador e o declamador de causos, e o escritor de literatura de cordel”. Ah! Caráter conclusivo, segundo as formas protocolares, é o rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações:
- se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra);
- se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total).
Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
........................
Hoje cá em Sampa o 1º de julho será muito especial, pois o meu amigo mineiro de Campanário Roniwalter Jatobá, escritor dos melhores deste Brasil brasileiro, como diria seu conterrâneo Ary Barroso, logo mais à boca da noite juntará uma penca de gente boa e qualificada no ramo da literatura como Marco Haurélio e tantos e tantos, na Livraria da Vila. Motivo? Mais um livro seu saindo do prelo, Contos Antológicos. A obra traz a chancela da editora paulistana Nova Alexandria. Claro, o encontro terá mais bebes do que comes. Vamos lá? Chegue cedo, pois aquilo vai entupir de gente. E é só até às 21 horas. Endereço: rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena.
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Logo mais às 22 horas, o cantor e compositor, apresentador do programa Sr. Brasil pela TV Cultura de São Paulo mostrará para o País o talento da paraibana Socorro Lira.
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Depois de amanhã, o grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado fará show comemorativos de seus primeiros dez anos de existência. Será no Dragão do Mar. Na ocasião será também lançada a 4ª edição do Festival Ponto.CE. Quer saber mais? Entre o site WWW.ponce.com.br
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Não tenho ouvido comentários sobre o fechamento do Museu Afro Brasil, no Ibirapuera. Que diacho! O fato se deu no último dia 20, um sábado.
.......................
Em caráter conclusivo, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Congresso aprovou terça 23 última a proposta de regulamentação da profissão de Repentista. Pela proposta, o repentista é definido como “o profissional que utiliza o improviso rimado como meio de expressão artística, transmitindo a tradição e a cultura popular por intermédio do canto, da fala ou da escrita, sendo citados como tais o cantador e o violeiro improvisador, o embolador e o cantador de coco, o poeta repentista, o contador e o declamador de causos, e o escritor de literatura de cordel”. Ah! Caráter conclusivo, segundo as formas protocolares, é o rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações:
- se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra);
- se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total).
Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
domingo, 28 de junho de 2009
DE IDIOTAS E JOÃO GILBERTO
Idiota; esse tal Galvão Bueno é mesmo um idiota!
Idiota perigoso, diga-se.
Faz cabeças.
Não existe idiota mais perigoso do que o idiota que faz cabeças, pois em nome e a serviço de alguém ele sempre estará; em prejuízo de um país, de uma nação.
A Plim-plim sabe o que faz, não é mesmo?
E com perfeição, a história mostra...
E tudo por dinheiro!
Vocês notaram como o camelô eletro-eletrônico Sílvio Santos na semana que passou entrou em campo com raiva,fome e vingança para adquirir escravos mansos?
pois é.
Já pagou seu carnê, moço?
Os novos escravos de SS vão ganhar muito, mas muito terão de pagar.
O dono espera.
Alforria?
Quando o Luís Fabiano fez o primeiro gol da partida ontem, antes do primeiro minuto do segundo tempo, o idiota citado ali no começo, com a prepotência dos idiotas definitivos, disse:
“Acho que o Luís Fabiano pode mexer com esse jogo”.
O tal nem notou Fabiano jogando legal no primeiro tempo, só depois do primeiro gol.
A Seleção entrou tão bem na segunda jornada, que dificilmente alguém de mínimo bom senso acharia que o resultado final seria a favor dos gringos.
Que tal voltarmos a ouvir rádio, hein?
3 x 2 para a seleção Canarinho.
.......................
Uma coisa:
O mundo todo tem falado nos últimos dias com tanta seriedade sobre o passamento do rei do pop Michael Jackson, que resolvi entrar no roteiro com piadas malditas. Proposital.
A vida continua e não posso deixar de dizer que o cara sabia dançar, e cantar.
Ele não fazia o meu gênero, mas encantou um monte de idiotas.
Devo dar vivas a João Gilberto?
Beijos,
Idiota perigoso, diga-se.
Faz cabeças.
Não existe idiota mais perigoso do que o idiota que faz cabeças, pois em nome e a serviço de alguém ele sempre estará; em prejuízo de um país, de uma nação.
A Plim-plim sabe o que faz, não é mesmo?
E com perfeição, a história mostra...
E tudo por dinheiro!
Vocês notaram como o camelô eletro-eletrônico Sílvio Santos na semana que passou entrou em campo com raiva,fome e vingança para adquirir escravos mansos?
pois é.
Já pagou seu carnê, moço?
Os novos escravos de SS vão ganhar muito, mas muito terão de pagar.
O dono espera.
Alforria?
Quando o Luís Fabiano fez o primeiro gol da partida ontem, antes do primeiro minuto do segundo tempo, o idiota citado ali no começo, com a prepotência dos idiotas definitivos, disse:
“Acho que o Luís Fabiano pode mexer com esse jogo”.
O tal nem notou Fabiano jogando legal no primeiro tempo, só depois do primeiro gol.
A Seleção entrou tão bem na segunda jornada, que dificilmente alguém de mínimo bom senso acharia que o resultado final seria a favor dos gringos.
Que tal voltarmos a ouvir rádio, hein?
3 x 2 para a seleção Canarinho.
.......................
Uma coisa:
O mundo todo tem falado nos últimos dias com tanta seriedade sobre o passamento do rei do pop Michael Jackson, que resolvi entrar no roteiro com piadas malditas. Proposital.
A vida continua e não posso deixar de dizer que o cara sabia dançar, e cantar.
Ele não fazia o meu gênero, mas encantou um monte de idiotas.
Devo dar vivas a João Gilberto?
Beijos,
sábado, 27 de junho de 2009
PRA RELAXAR, PIADAS MEDONHAS
O mundo capitalista está triste.
O inferno, feliz.
Por quê? Sei lá.
Mas os cabras não são moles.
Dizem que Michael Jackson bateu à porta do céu. Ao ver São Pedro, perguntou:
– O menino Jesus está?
Baixa o pano.
Já à entrada do céu, uma recomendação urgente:
– Anjinhos, ponham a roupa já!
Outra:
Quando o Michael veio ao Brasil lhe perguntaram de qual chocolate gostava. Ele, sem pestanejar:
– Garoto!
Essa é creditada ao legista que examinou o corpo do astro:
– Foi vítima de um pé de moleque.
Pior, impossível:
Michael nasceu preto, morreu branco e agora virou cinza.
O inferno, feliz.
Por quê? Sei lá.
Mas os cabras não são moles.
Dizem que Michael Jackson bateu à porta do céu. Ao ver São Pedro, perguntou:
– O menino Jesus está?
Baixa o pano.
Já à entrada do céu, uma recomendação urgente:
– Anjinhos, ponham a roupa já!
Outra:
Quando o Michael veio ao Brasil lhe perguntaram de qual chocolate gostava. Ele, sem pestanejar:
– Garoto!
Essa é creditada ao legista que examinou o corpo do astro:
– Foi vítima de um pé de moleque.
Pior, impossível:
Michael nasceu preto, morreu branco e agora virou cinza.
terça-feira, 23 de junho de 2009
DEMÔNIOS DA GAROA. PASCALINGUNDUM!
Assis boa tarde !!!
Li o livro Pascalingundum ! Os Eternos Demônios da Garoa.
Meu Compadre (como você diz) que trabalho de pesquisa heim !!!! Parabéns !!! Reunir todas essas informações e coloca-las de maneira que não ficasse confuso, pois desde o início do conjunto, com informações controversas e sua formação e variações no decorrer de todos esses anos ...
O interessante é que desde minha infância Os Demônios da Garoa foi um grupo que sempre me agradava com suas músicas; muito embora o Demônios não pertença a minha geração que está muito mais pra Beatles e Jovem Guarda. Mas como sempre gostei de música e meus pais e avós sempre ouviram muito rádio ... e tambem acredito que essa simpatia tenha vindo, por eu ter sido criado muito junto com meu avo materno, com o qual me dava muito bem . E que falava muito parecido com aquela maneira que os Demônios cantavam aquelas músicas do Adoniran, com erros de concordância; o tempo dos verbos e meio italianado, pois, êle (meu avô) era filho de italianos nascido no interior de São Paulo e tinha um cunhado chamado Ernesto o qual chamava de ... ARNESTO lógico; morava no Bom Retiro na rua Nháia. Que saudades !
Outra coisa que me surpreendeu nessa sua pesquisa foi o lugar de origem, a Zona Leste mais especificamente o Belém / Tatuapé e Mooca .
Assis eu nasci no Antigo Hospital São José do Brás (hoje se não me angano Sta Virgínia) Esse hospital fica na Av Celso Garcia esquina com a Rua Alvaro Ramos, quase em frente ao Hospital/ Maternidade Leonor Mendes de Barros - Bairro do Belém. Morei quando muito criança, na Rua Conselheiro Cotegipe que é paralela a Irmã Carolina , uma ou duas ruas antes sentido Radial Leste que também faz esquina com a Saturnino de Brito como você menciona no livro .
O mais curioso de tudo é que meu pai que está hoje com 83 anos e com uma ótima memória, quando saiu do interior do estado com seus pais e irmãos e vieram morar em São Paulo, isso no começo dos anos 30, morou em vários locais do Belém e do Tatuapé. Comentei com êle sobre o livro e as origens do Demônios citando nomes etc; etc e nessa conversa e pra meu espanto depois dos comentários e algumas conclusões êle falou que conheceu o Waldemar Pezzuol inclusive deu até um apelido pelo qual era conhecido no bairro, que não me recordo agora .
Achei tudo isso incríve.
O Livro está ótimo, demorou mas valeu a pena e espero que tudo esteja correndo como bem como você esperava com referência ao livro .
Assis uma outra coisa, há umas duas semanas atrás dei uma geral nas minhas tralhas todas, mudei estantes ; etc;etc e encontrei 3 discos de 78 rpm dos Demônios e que tenho certeza que são seus. Sâo êles UM SAMBA NO BIXIGA/ IZIDORA - LÁ VEM O PATO/ FALOU DE MIM - SAUDADE DA MALOCA/ ÔS MIMOSO COLIBRIS - esses discos acabaram ficando misturados com outros e aqui ficaram. preciso devolve-los . Também quero lhe dar um video que passei para DVD de uma gravação dos Demônios da Garoa no Programa ENSAIO se não me engano dos anos 80 - a formação dos demônios Na época era : Toninho/Arnaldo/ Serginho/ Ivan e Simbá. a qualidade está boa .
Assis um amplexo !
José Carlos
Li o livro Pascalingundum ! Os Eternos Demônios da Garoa.
Meu Compadre (como você diz) que trabalho de pesquisa heim !!!! Parabéns !!! Reunir todas essas informações e coloca-las de maneira que não ficasse confuso, pois desde o início do conjunto, com informações controversas e sua formação e variações no decorrer de todos esses anos ...
O interessante é que desde minha infância Os Demônios da Garoa foi um grupo que sempre me agradava com suas músicas; muito embora o Demônios não pertença a minha geração que está muito mais pra Beatles e Jovem Guarda. Mas como sempre gostei de música e meus pais e avós sempre ouviram muito rádio ... e tambem acredito que essa simpatia tenha vindo, por eu ter sido criado muito junto com meu avo materno, com o qual me dava muito bem . E que falava muito parecido com aquela maneira que os Demônios cantavam aquelas músicas do Adoniran, com erros de concordância; o tempo dos verbos e meio italianado, pois, êle (meu avô) era filho de italianos nascido no interior de São Paulo e tinha um cunhado chamado Ernesto o qual chamava de ... ARNESTO lógico; morava no Bom Retiro na rua Nháia. Que saudades !
Outra coisa que me surpreendeu nessa sua pesquisa foi o lugar de origem, a Zona Leste mais especificamente o Belém / Tatuapé e Mooca .
Assis eu nasci no Antigo Hospital São José do Brás (hoje se não me angano Sta Virgínia) Esse hospital fica na Av Celso Garcia esquina com a Rua Alvaro Ramos, quase em frente ao Hospital/ Maternidade Leonor Mendes de Barros - Bairro do Belém. Morei quando muito criança, na Rua Conselheiro Cotegipe que é paralela a Irmã Carolina , uma ou duas ruas antes sentido Radial Leste que também faz esquina com a Saturnino de Brito como você menciona no livro .
O mais curioso de tudo é que meu pai que está hoje com 83 anos e com uma ótima memória, quando saiu do interior do estado com seus pais e irmãos e vieram morar em São Paulo, isso no começo dos anos 30, morou em vários locais do Belém e do Tatuapé. Comentei com êle sobre o livro e as origens do Demônios citando nomes etc; etc e nessa conversa e pra meu espanto depois dos comentários e algumas conclusões êle falou que conheceu o Waldemar Pezzuol inclusive deu até um apelido pelo qual era conhecido no bairro, que não me recordo agora .
Achei tudo isso incríve.
O Livro está ótimo, demorou mas valeu a pena e espero que tudo esteja correndo como bem como você esperava com referência ao livro .
Assis uma outra coisa, há umas duas semanas atrás dei uma geral nas minhas tralhas todas, mudei estantes ; etc;etc e encontrei 3 discos de 78 rpm dos Demônios e que tenho certeza que são seus. Sâo êles UM SAMBA NO BIXIGA/ IZIDORA - LÁ VEM O PATO/ FALOU DE MIM - SAUDADE DA MALOCA/ ÔS MIMOSO COLIBRIS - esses discos acabaram ficando misturados com outros e aqui ficaram. preciso devolve-los . Também quero lhe dar um video que passei para DVD de uma gravação dos Demônios da Garoa no Programa ENSAIO se não me engano dos anos 80 - a formação dos demônios Na época era : Toninho/Arnaldo/ Serginho/ Ivan e Simbá. a qualidade está boa .
Assis um amplexo !
José Carlos
segunda-feira, 22 de junho de 2009
CASA DA SOGRA?
O ex-diretor-geral da casa da sogra, um tal de Agaciel Maia, faturava mais do que qualquer funcionário lotado em qualquer das casas dos três poderes, pelo menos no que diz respeito à folha de pagamento, dizem os jornais: 31 mil e 900 paus, mensais; ou seja: mais de 1 mil ou mais de dois salários mínimos/dia. É grana, moço! 415 mil só em 2006. Isso foi o que o tal Agaciel embolsou pela via turva dos tais atos secretos.
E agora que tudo isso vem à tona, como fica?
O esperto nababo vai devolver ao erário o que garfou do trabalhador brasileiro?
O rei do Maranhão, na moita, jura que vai apurar o que for possível.
Ãnrrã... Pois é, esperemos, esperemos.
Ah! Tem um quê nessa história toda: foi o rei do Maranhão quem inventou o diretor-geral da casa da sogra, há 14 anos. O tal era um simples datilógrafo e de repente, mais do que de repente, virou o manda-chuva do Senado.
Pode?
Por pressão, o rei o demitiu.
Perguntinha à toa: você sabe quanto custa um senador aos cofres públicos?
///////////
E o Barack Obama, hein? Depois de trucidar uma pobre mosca durante entrevista à CNBC terça passada, nos Estados Unidos, garante que está prontinho da silva pra encarar o míssil de longo alcance dos amarelos da Coréia do Norte.
Ixe!
Curiosidadezinha à toa: Há quem diga que a infeliz mosca impiedosamente trucidada por Obama era a reencarnação viva da mosca de Raul Seixas. Sei não...
//////////
A seleção Canarinho enfiou três na rede italiana, ontem à tarde.
Que bonito é...
E o Coringão?
Três também na sacola adversária tricolor, no Pacaembu lotado.
Viva o circo?
E agora que tudo isso vem à tona, como fica?
O esperto nababo vai devolver ao erário o que garfou do trabalhador brasileiro?
O rei do Maranhão, na moita, jura que vai apurar o que for possível.
Ãnrrã... Pois é, esperemos, esperemos.
Ah! Tem um quê nessa história toda: foi o rei do Maranhão quem inventou o diretor-geral da casa da sogra, há 14 anos. O tal era um simples datilógrafo e de repente, mais do que de repente, virou o manda-chuva do Senado.
Pode?
Por pressão, o rei o demitiu.
Perguntinha à toa: você sabe quanto custa um senador aos cofres públicos?
///////////
E o Barack Obama, hein? Depois de trucidar uma pobre mosca durante entrevista à CNBC terça passada, nos Estados Unidos, garante que está prontinho da silva pra encarar o míssil de longo alcance dos amarelos da Coréia do Norte.
Ixe!
Curiosidadezinha à toa: Há quem diga que a infeliz mosca impiedosamente trucidada por Obama era a reencarnação viva da mosca de Raul Seixas. Sei não...
//////////
A seleção Canarinho enfiou três na rede italiana, ontem à tarde.
Que bonito é...
E o Coringão?
Três também na sacola adversária tricolor, no Pacaembu lotado.
Viva o circo?
domingo, 21 de junho de 2009
CRISE NO REINO DA BRASILÉIA
Cá no hemisfério sul, o inverno chegou às 2h45, trazendo frio de gelar pingüim.
Nas bandas do Planalto, especialmente nos corredores do Senado, a temperatura tem tudo pra se elevar no correr dos próximos dias, pela chiadeira de gente como o rei do Maranhão.
Semana passada o rei subiu à tribuna para espernear, tal calango-tango em frigideira fervente. Disse que até pode ter escândalo na corte, crise, essas coisas, mas não é da sua conta. É do Senado. E nossa, é claro!
Em tom de lamentação, o velho rei discorreu sobre serviços prestados à Brasiléia.
Foram até aqui 50 anos, segundo ele.
Até presidente da República foi.
Também do Senado, agora pela segunda vez.
Como chefe da Nação verde-amarela, bem, essa foi uma peça que o destino nos pregou. Era Tancredo o homem, que partiu vítima de males do corpo há 24 anos. Na ocasião, a situação se inverteu: o vice virou rei.
E o resultado foi o que se viu.
Bom, horas antes de o inverno chegar, assisti o drama documental Frida Khalo, de Julie Taymor, com Salma Hayek e Alfred Molina nos papéis principais.
É belíssimo.
História de uma jovem mexicana (Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón; 1907-54) que se apaixona pelo pintor Diego Rivera (Maria de la Concepción Juan Nepomuceno de la Rivera (1866-1957), amigo de Picasso, Dali, Miró e Gaudí, retratado à óleo por Modigliani nos princípios do século passado.
Antes da paixão, um acidente marcou profundamente a vida de Frida. E mais não digo: vão assisti-lo que é bem melhor.
E pascalingundum para todos nós!
Nas bandas do Planalto, especialmente nos corredores do Senado, a temperatura tem tudo pra se elevar no correr dos próximos dias, pela chiadeira de gente como o rei do Maranhão.
Semana passada o rei subiu à tribuna para espernear, tal calango-tango em frigideira fervente. Disse que até pode ter escândalo na corte, crise, essas coisas, mas não é da sua conta. É do Senado. E nossa, é claro!
Em tom de lamentação, o velho rei discorreu sobre serviços prestados à Brasiléia.
Foram até aqui 50 anos, segundo ele.
Até presidente da República foi.
Também do Senado, agora pela segunda vez.
Como chefe da Nação verde-amarela, bem, essa foi uma peça que o destino nos pregou. Era Tancredo o homem, que partiu vítima de males do corpo há 24 anos. Na ocasião, a situação se inverteu: o vice virou rei.
E o resultado foi o que se viu.
Bom, horas antes de o inverno chegar, assisti o drama documental Frida Khalo, de Julie Taymor, com Salma Hayek e Alfred Molina nos papéis principais.
É belíssimo.
História de uma jovem mexicana (Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón; 1907-54) que se apaixona pelo pintor Diego Rivera (Maria de la Concepción Juan Nepomuceno de la Rivera (1866-1957), amigo de Picasso, Dali, Miró e Gaudí, retratado à óleo por Modigliani nos princípios do século passado.
Antes da paixão, um acidente marcou profundamente a vida de Frida. E mais não digo: vão assisti-lo que é bem melhor.
E pascalingundum para todos nós!
sábado, 13 de junho de 2009
NÉLSON GONÇALVES: BOM DE PAPO, BOM DE BRIGA
Quinta 11 após assistir ali na região da Paulista o longa Cantoras do Rádio, com a rainha do baião Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Violeta Cavalcante e Ellen de Lima no elenco, fui jantar e tomar um negócio no Bar do Nélson, na Canuto do Val, Santa Cecília, cá em Sampa, junto com o conterrâneo rei do bolero Roberto Luna.
Gostei do peixe saboroso servido no capricho, da atenção de todos e da música espontânea dos freqüentadores.
Lá todos ou quase todos cantam, bebem e fumam.
O José Nêumanne, colega jornalista e também conterrâneo – somos todos da Paraíba – estava lá, para minha surpresa.
Parecia outro, o rapaz. Alegre, efusivo, feliz.
Ontem retornei ao bar.
Entre um negócio e outro que desceu macio goela abaixo, lembrei do Metralha Nélson Gonçalves, vozeirão que enchia todos os cantos.
Ele até gostava desse apelido, não gostava era que o chamassem de Nelsinho. Isso não. Ele ficava tiririca.
Metralha tudo bem porque, digamos, não falava como quase todo mundo.
Uma ressalva: era taquilárico e bom de tapa.
Queria apanhar? O chamasse de gago.
Queria apanhar? O chamasse de Nelsinho.
“Se me tratar bem, trato bem. Sem me tratar mal, trato na porrada”, ele me disse várias vezes.
Lembrei ontem das muitas conversas que travamos, eu e Nélson, no velho restaurante do hotel Jandaia, ali na Duque de Caixas, a poucos metros da Folha, onde trabalhei como repórter entre os anos de 1970 e 1980.
Roberto Luna e Nélson, duas vozes inesquecíveis, se davam bem mas tinham lá suas diferenças, advindas por decorrência de rabos de saia.
Houve vezes que dos desentendimentos entre o dois saíram até tiros.
“Nélson tinha uma mulher no Rio e outra em São Paulo. Como não podia estar nos dois lugares ao mesmo tempo, me pediu para tomar conta da que ficava em São Paulo. E tomei”, conta numa risada o velho Luna.
Ao saber que Luna estava às votas com sua paulista, o boêmio invadiu o apartamento do amigo e meteu bala.
“Foi tiro como diabo, mas só pegaram na parede”, recorda o paraibano Luna.
Ah! Tomar conta, no caso, era observar se a tal se comportava bem na ausência do seu titular. Não se comportava...
Amanhã falarei sobre o DVD de Roberto Luna, que a Fundação Padre Anchieta está pondo no mercado.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
CANTORAS DO RÁDIO, ROBERTO LUNA & PASCALINGUNDUM
Nota leve e boa é o que dou para o filme-documentário Cantoras do Rádio, que traz à tona a rainha do baião Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Ellen de Lima e Violeta Cavalcante. A direção é de Gil Baroni e Marcos Avellar, o roteiro de Mônica Rischbieter e a produção, de Laura Dalcanale. A locação foi toda feita no Rio de Janeiro, onde, aliás, as quatro artistas iniciaram e solidificaram carreira.
Da concepção até sua concretização, se passaram quase cinco anos.
Tudo começou quando Carmélia, Carminha, Ellen e Violeta subiram ao palco do teatro Rival para um show de homenagem às irmãs Aurora e Carmen Miranda e Linda e Dircinha Batista.
Além das irmãs, são lembradas no filme, de 85 minutos, a paulistana Isaurinha Garcia e as cariocas Nora Ney, Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Aracy de Almeida e Dalva de Oliveira.
Após a exibição do filme, e de uma prosa com Carmélia e Carminha, que não via há muito, topei com o conterrâneo Roberto Luna, o rei do bolero. Atualizamos a conversa e fomos jantar no Bar do Nélson (Gonçalves), ali na rua Canuto do Val, onde encontrei o amigo e também conterrâneo José Nêumanne, o homem que só dá notícia direto da fonte, na Jovem Pan e SBT.
Amanhã falarei um pouco sobre Luna e do seu DVD que a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) está lançando. Coisa boa, para ver, ver, ver, ver e espalhar e guardar na “dvdeteca” pelo menos um exemplar.
Na foto, o autor e o líder do grupo musical Demônios da Garoa, Sérgio Rosa, o Serginho, no hall do teatro do SESC Pompéia, sábado 6-6 após o show de lançamento do livro Pascalingundum! Os Eternos Demônios da Garoa..
terça-feira, 9 de junho de 2009
NOITE PASCALINGUNDUM
Não falei ainda?
Pois bem, foi uma noite agradabilíssima. Uma não, duas.
A primeira, às 21. A segunda na hora do Angelus, que todo mundo sabe ser 18.
Foi no teatro do SESC Pompéia, sábado e domingo 6 e 7, passados. Teatro lotado até a tampa, como diz o populacho. Cerca de 800 pessoas de cada vez.
Amigos queridos estiveram presentes, como José Maria e Maria Marta, Aluizio Gibson e Márcia, Alcides e Florisnéia, César de Holanda e Rebeca, João Pedro, Rodrigo e tantos e tantos.
Pedro Caldas, diretor excepcional do filme-documento Versificando, que trata de improvisações musicais, estava com a câmera ligada.
Fiquei feliz.
Andrea Lago, também.
A pequena Marina era uma florzinha à parte, linda.
Minha caçula Clarissa, de sorriso aberto.
Ana, a mais de ontem foi me ver. Atualizamos conversa atrasada.
Senti falta de Peter Alouche e Paulo Benites, que tiveram de dar uma esticada até a Áustria.
O engenheiro Nestor Tupinambá e os jornalistas Marcelo Cunha e Ayrton Mugnaini não disseram que iam, mas os esperei. Em vão.
Tudo, porém, correu nos trinques.
Noites esplêndidas. Perdeu quem não foi.
Thaís estava radiante, orgulhosa do pai, Odilon, empresário do grupo musical mais antigo em atividade profissional ininterrupta do mundo: o Demônios da Garoa, claro.
Os shows de lançamento do Pascalingundum foram muito bonitos, com Serginho, o líder, contando a história do grupo. Maneiro, cheio de onda,d e graça, risos. Platéia vibrante. Ele falou emocionado a respeito do pai, Arnaldo, e dos amigos Arthur Bernardo, Paulo Gallo. Sim, parecia feliz.
Foram duas noites inesquecíveis. Quem não foi, perdeu.
Depois de quase uma trintena de músicas e duas horas e poucos de fala e canto, Serginho fez suspense e falou do novo CD e do livro que escrevi sobre a história do grupo.
Voltarei ao assunto.
Pascalingundum para todos nós!
Ah! Tem muita gente perguntando como adquirir o livro. Pelo email andrealol@terra.com.br é possível conseguí-lo.
....................
A rainha do baião Carmélia Alves está na linha, convidando para assistir o filme Cantoras do Rádio. Com ela, Carminha Mascarenhas, Violeta Cavalcanti e Ellen de Lima, a mais nova, com 71 anos. Ô gente forte! No Espaço Unibanco.
Vou lá.
Amanhã eu conto.
Abraços a todos.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
PASCALINGUNDUM!
A música popular comercial brasileira surgiu em 1902, com a gravação do lundu Isto é Bom, de Xisto Bahia, gravado nos estúdios da pioneira Casa Edison do Rio de Janeiro pelo primeiro cantor profissional do País, Manoel Pedro dos Santos, o Bahiano.
Mas antes disso havia música no Brasil, é claro. E dança, pois havia os índios...
Com a chegada dos primeiros colonizadores, tudo se misturou e mudou.
Na segunda metade do século 18 aparece a primeira composição musical em pauta: Olhos Matadores, do maestro carioca Henrique Alves de Mesquita (1830-1906).
Essa composição era uma habanera, registrada como tango.
Pouco depois, a maestrina Chiquinha Gonzaga comporia a polca Atraente.
No catálogo de 1912 da extinta gravadora Columbia há a informação de que Chiquinha (Francisca Edwiges Neves Gonzaga; 1847-1935) foi quem criou “o verdadeiro tango brasileiro”.
Em 1877, com 14 anos de idade, Ernesto Nazareth compõe sua primeira música: a polca Você bem Sabe, que Arthur Moreira Lima, entre outros artistas, registraria num LP de 1975 para o extinto selo Marcus Pereira.
Pouco mais de 200 composições formam o repertório autoral de Nazareth, o Rei do Tango, desaparecido em 1934.
Em 1899, Chiquinha volta ao cenário musica com a primeira marchinha de carnaval: Ó, Abre Alas, gravada integralmente somente em 1971, pelas irmãs Batista.
A gravação do lundu de Xisto Bahia é o marco da formação da indústria fonográfica no Brasil.
De lá para cá, milhões de títulos musicais foram gravados...
No início da segunda década do século passado surgem os trios instrumentais.
O canto em duo vem antes, no início dos anos de 1910, com Os Geraldos.
Bahiano foi o segundo artista a formar dupla profissional, com uma certa Senhorita Consuelo...
O primeiro trio vocal pode ter sido formado por Mário Pinheiro, Eduardo das Neves e Edmundo André. Para gravação em estúdio, pelo menos.
E por aí segue a nossa música, até os anos 30.
Os anos de 1930 e 1940 no Rio de Janeiro foram os anos dos grandes conjuntos musicais, como Bando da Lua, Anjos do Inferno, Quatro Azes e um Coringa, Namorados da Lua e Quitandinha Serenaders.
Pixinguinha, nos 30, andava à frente da Orquestra Diabos do Céu.
No começo dos 40, surge na capital de São Paulo o Demônios da Garoa.
Em pouco tempo, o Demônios superaria a todos os outros conjuntos musicais de sua época, pela maneira engraçada e original de tocar e cantar.
Aí, talvez, ainda more o segredo de tanto sucesso e longevidade.
Os shows de lançamento do livro Pascalingundum! Os Eternos Demônios da Garoa, ocorridos no último fim de semana no teatro do SESC Pompéia, em Sampa, comprovaram plenamente o talento do grupo, hoje o mais antigo em atividade profissional ininterrupta do mundo.
Bom, pascalingundum para todos nós!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
ORQUESTRA DE RABECAS, CONHECE?

Depois de uns dois ou três meses, vi de novo o luthier rabequeiro (multiinstrumentista) Di Freitas em ação, agora na unidade SESC do Ipiranga.
Foi ontem à noite.
Pouca gente na platéia.
Pena.
Não sabe o que perdeu quem na foi.
E olha que a noite estava bela, com a lua Crescente no signo de Escorpião se divertindo e um friozinho gostoso nos convidando a um bom papo regado a vinho dos Alpes.
Di Freitas apareceu no palco dez minutos depois da hora marcada. Foi bom; porque eu, Andrea e Clarissa, minha caçula, chegamos minuto e meio atrasados e sem poder culpar o trânsito, que estava ótimo – diga-se. Tudo a favor.
O amigo e colega jornalista Matias José Ribeiro sorria, ao nos reencontrar...
Às 21h10, o espetáculo se iniciou com Di falando a respeito das origens da Orquestra de Rabecas Cego Oliveira. Ele aproveitou para dizer que mora em Juazeiro do Norte, CE, há cerca de sete anos. É de Fortaleza, reforçou, e o conheci no seu atelier há dois anos, quando o Centro Cultural BNB me convidou para uma palestra/gravação de DVD sobre cultura popular e Luiz Gonzaga...
Enfim, “O Alumioso”, que é como se chama o espetáculo – e o CD de Di – começou e encerrou com coisas do folclore nordestino, especialmente da região do Cariri cearense... Há dois Cariris. Tem o da Paraíba também, sabia?
Palmas do começo ao fim.
Ô coisa boa é ouvir Di Freitas e a Orquestra de Rabecas Cego Oliveira!
E o que dizer da participação especial de mestre Expedito, da Banda Cabaçal, convidado especial de Di Freitas? E da percussionista Dani Zulu e da cantora Juliana Amaral, afinadíssima? E da viola incrível de Filpo Ribeiro, hein?
É por essa e outras que insisto dizer que o Brasil precisa ser descoberto por brasileiros.
Uma coisa: os três últimos números do espetáculo de ontem são absolutamente perfeitos, com “Vaca Estrela e Boi Fubá”, de Patativa do Assaré, seguido de “O Trenzinho do Caipira”, de Villa Lobos (letra de Ferreira Gullar) e de um canto de despedida, do folclore brasileiro.
Viva a Orquestra de Rabecas Cego Oliveira!
......................
Amanhã às 21 horas estarei no SESC Pompéia lançando o livro “Pascalingumdum! Os Eternos Demônios da Garoa”, com a chancela do GTT (Grupo Trends Tecnologia). Antes, farei no palco do teatro uma explanação sobre as origens da nossa música popular. Em dez minutos! É pouco tempo, não é? Gostaria que fosse mais...
...........................
Hoje estão indo ao ar programas de rádio (Record e Cultura) que gravei no correr da semana.
Na Record é mais no fim da tarde, com Zé Nello Marques.
Na Cultura, no começo.
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