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terça-feira, 23 de junho de 2020

O JORNALISTA JOÃO DO RIO, UMA MARCA



Hoje é véspera de São João.
O dia 23 de junho de 1921 terminou em tristeza e lágrimas. Nessa data morria, no Rio de Janeiro, o jornalista, tradutor, teatrólogo e cronista João do Rio.
João, de batismo João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, começou a carreira no Jornalismo aos 16 anos de idade.
Quando ele iniciava a carreira, era inaugurada a Academia Brasileira de Letras, a ABL (1897).
O fundador-presidente da ABL foi o escritor Machado de Assis (1839-1908).
João do Rio tinha 29 anos quando assumiu a cadeira 26 da ABL. Essa cadeira teve como primeiro ocupante o poeta alagoano Guimarães Passos (1867-1909).
Passos saiu do Brasil fugido de Floriano Peixoto. Viveu na Argentina e depois na França, onde morreu.
João do Rio foi o primeiro jornalista a se dar conta da importância da Reportagem, que não existia até então.
Em 1904, João reunia reportagens de sua autoria no livro as religiões no Rio.
Outros livros trariam subsequentemente a assinatura do João: A Alma Encantadora das Ruas (1908), Psicologia Urbana (1911), Os Dias Passam (1912), Nos Tempos de Wenceslau (1917).
Os livros de João são de leitura necessária, para jornalistas e não-jornalistas.
Um ataque no coração tirou a vida de João, quando ele saía de um táxi da redação do diário A Pátria.
Mais de cem mil pessoas acompanharam o féretro até o cemitério São João Batista, no Rio.

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