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domingo, 4 de janeiro de 2026

BOM, CUIDADO COM O ANDOR...

Crédito: InfoMoney

O mundo está pegando fogo. Está não, sempre esteve.
Não temos salvação e certamente nunca teremos.
Exploramos e matamos o nosso próximo sob o pretexto de uma vida melhor. 
Na madrugada de sábado eu estava ouvindo rádio, quando ouvi a notícia de bombardeio aéreo sobre a capital venezuelana, Caracas.
A Venezuela é um país que fica aqui pertinho da gente, cujo povo sofre como o povo de todo canto. 
Venezuela é um país que nunca teve tradição fonográfica. 
Sempre quando ouço o nome desse nosso país vizinho, lembro de uma espanhola que cresceu e viveu respirando a vida venezuelana: Soledad Bravo. 
Soledad e os seus pais adotaram a Venezuela como, digamos, pátria. Segunda pátria, talvez. 
Em 1972, Soledad Bravo defendeu a canção Pátria Amada Idolatrada Salve Salve, de Vandré e Manduka.
Eu conheci o Manduka na casa do Vandré. Manduka era filho do poeta Thiago de Mello, principal tradutor do poeta chileno Pablo Neruda.
Thiago de Mello, uma vez participou do meu programa São Paulo Capital Nordeste, na rádio Capital.
Ana Belém, conterrânea de Soledad, gravou em 1982/83 a guarânia Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores. Na língua da cantora, Caminando...
O que está acontecendo na Venezuela é algo perigosíssimo. 
Claro que não dá pra defender o ditador Nicolas Maduro: canalha, assassino, ladrão e explorador do povo em todos os sentidos. 
A ética e o Direito Internacional têm de prevalecer no mundo da Democracia. 



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