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sexta-feira, 6 de maio de 2011

LEITURA E LAZER NO PARQUE DA ÁGUA BRANCA

A exposição de xilogravuras baseada no livro A Menina Inezita Barroso, de minha autoria e lançado pela Cortez Editora, poderá ainda ser vista por quem for nesse fim de semana - e nos próximos, até o final deste mês - ao Parque da Água Branca.
As xilos que formam a bela expo são de autoria de um dos maiores artistas plásticos do Brasil: o paraibano de Uiraúna Ciro Fernandes, nascido na mesma rua em que nasceram a ex-prefeita da capital paulista Luiz Erundina e o escritor José Nêumanne Pinto, também poeta e editorialista famoso do Jornal da Tarde e comentarista político do SBT e Rádio Jovem Pan.
Ciro é um artista de renome internacional e há pouco esteve em São Paulo, realizando oficina no Parque.
Ele começou a se entusiasmar pela arte da madeira entalhada ainda nos tempos de criança, no sertão paraibano.
Tinha uns nove anos de idade quando decidiu ser xilogravador com obras nas páginas de livros de Gilberto Freyre, Rachel de Queiroz, Ana Maria Machado e dezenas e dezenas de outros, inclusive do paulista Orígenes Lessa, que foi jornalista, ensaísta etc., imortal pela Academia Brasileira de Letras e hoje nome de uma avenida na cidade de São Paulo.
É de Lessa, entre muitos outros título romance O Feijão e o Sonho romance publicado em 1938 transformado por sua beleza num clássico do gênero; e também o ensaio Getúlio Vargas na Literatura de Cordel, de 1974, obrigatória referência do tema.

Ontem recebi no programa O Brasil tá na Moda, que apresento diariamente na Rádio Trianon (AM 740), a partir das 14H30, o maestro Julio Medaglia.
Uma conversa e tanto!
No mesmo programa, para um papo sobre a programação deste e do próximo mês, receberei hoje a colega jornalista Tatiana Fraga, criadora do Espaço de Leitura PraLer, do qual é coordenadora.
Farei indicações do melhor do melhor no campo da cultura para este fim de semana em Sampa.
Ouçam o programa e atentem para a trilha musical, na qual incluirei uma versão bonita e curiosa em italiano da canção Eu só Quero um Xodó (Lui Que Lui la), de Dominguinhos e Anastácia, feita por S. Bardotti e gravada em 1974 por Ornella Vanoni.
Acima, reprodução da capa do LP La Voglia di Sognare, de Ornella, com a música da dupla Anastáciá-Dominguinhos, a 2ª do lado A.

Um comentário:

frei disse...

Assis, adoro ler seus blogs embora seja um péssimo comentador! Pelo livro da doce inezita e pelo apoio a cultura parabéns! Pela divulgação da tua atuação meus pêsames! Como esta com um programa diário e nunca fiquei sabendo? Desde quando? Nao vi mencionado em outro blog (a menos que tenha passado) Pena já ser 19:52...
tentarei ouvir sua potente voz numa oportunidade em que esteja no carro. Abraços!

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