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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
AS ESCOLAS DE SAMBA ESTÃO NO FIM
domingo, 7 de fevereiro de 2016
TINHORÃO, 88. É CARNAVAL!
| O cantor Roberto Luna e seu colega Roberto Seresteiro (foto: Aline Pereyra) |
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| Luna e Tinhorão se cumprimentam, às vistas do Assis... (foto: Magali) |
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
O Brasil do Carnaval
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
SURPRESAS COM TINHORÃO E FAUSTO
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
FOGO APAGA A MEMORIA DA CULTURA POPULAR
domingo, 31 de janeiro de 2016
VIVA JOÃO CARLOS MARTINS
Belo e tocante foi o programa que a TV Cultura apresentou ontem a noite sobre João Carlos Martins, que como pianista especializado em Bach levou o nome do Brasil para boa parte do mundo, incluindo os EUA e China. Aliás, guardo comigo ainda um belo programa de um concerto na terra de Mao Tse Tung.
João Carlos Martins foi vítima do acaso, quando participava de uma pelada no Central Park, em Nova Iorque, no fim dos anos 60. No decorrer da partida, uma pedrinha malvada penetrou em parte delicada do seu braço direito, na altura do cotovelo. Esse acidente o levou a muitas cirurgias, que o fizeram a voltar ao piano em momentos diferentes.
O drama de João emocionou muita gente.
João, o "Jão" como chamava nosso amigo Eleazar de Carvalho, chegou a se apresentar no Carnegie Hall, interpretando Concerto Para Mão Esquerda, de Ravel. Mas o Jão de Eleazar não desistiu e hoje está num crescendo na atividade de maestro, atividade cuja a orientação recorreu ao nosso Júlio Medaglia.
Ouvindo o programa sobre sua vida na TV Cultura, lembrei de momentos bonitos que tive na sua casa junto com a sua companheira e o amigo jornalista, Chico Pinheiro.
Na minha casa também tive a oportunidade de compartilhar com ele alguns momentos, como na casa do seu irmão Ives Gandra.
Saudade.
João é um vencedor.
João está se superando, como exemplo de vida.
Conheço isso, pois fiquei cego... Mas não perdi a visão, se me entendem.
Há dois ou três anos, João foi tema de enredo da escola de samba Vai-Vai. Com ele, a escola ganhou, e os foliões também.
Viva João Carlos Martins!
CBN NOITE TOTAL
Amanhã, segunda, estarei conversando com ouvintes no programa CBN Noite Total. Vou falar de carnaval, de cultura, de história, de Brasil, gente, povo, vida. Até amanhã a partir das 21 horas na rádio CBN.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
OSVALDINHO DA CUÍCA E ROLLING STONES
Comemorar a fundação da Metropole Paulistana sempre será importante.
No correr de duas decadas desenviolví uma pesquisa pioneira que resultou em mais de três mil títulos musicais que tratam das belazas e feiuras e maravilhas e decepções referenrtes à cidade fundada por Nóbrega e Anchieta. Nesses momentos comemorativos sempre são exaltadas as origens da cidade. Isso, claro, é positivo,
Em qualquer tempo, é importantíssimo sabermos sobre a aldeia em que nascemos.
São Paulo é uma babel.
São muitos os incrívies personagens que habitam ou habiram a vida paulistana, entre os quais Dionísio Barbosa, Mário de Andrade, Inezita Barroso, Paulo Vanzolini, Geraldo Filme, Adoniran Barbosa, Francisco Bezerra de Meneses e tantos e tantos outros que deixaram uma obra e uma trilha de fundamental importância para sempre. Esses personagens já partiram mas há outros igualmente importantes convivendo entre nós.
Inezida nasceu num dia de carnaval e o carnaval está chegando, dessa vez sem ela (1925-2015).
Na proxímo mês, mais precisamente no dia 12, Osvaldinho da Cuíca completará 76 anos de idade. Osvaldinho é uma espécie de cridor ou recriador da cuíca como instrumento de valorosa importancia musical em qualquer meio que a percussão seja convocada pra se mostrar.
Nascido na região do Bom Retiro, mesma região em que nasceu o Corinthians em 1910, Osvaldinho já tem construida uma obra musical de referência e reverência. Mas, nunca eu o encontrei tão alegre e produtivo. Disse-me ele, sábado passado, que está compondo como nunca. "de novembro(2015), já compus uns cinquenta sambas".
Alegre como nunca, Osvaldinho conta que acabou de receber um convite para voltar a se apresentar em Okinawa, Japão, onde esteve á menos de um ano "vou participar de um grande evento musival em prol da paz mundial, que esta sendo organizado pelos japoneses", disse-me. "será uma especie de We are the world. a minha parte eu já compus."
Á beira de completar 76 anos Osvaldinho também acaba de receber convite dos ingleses Rolling Stones. "nem sei bem o que eles querem fazer comigo no palco, mas no dia 25 do mês que vem, eu começo a gravar um clipe pra eles".
Osvaldinho está compondo sambas com endereço certo: Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Bethe Carvalho.
Osvaldinho tem várias musicas que tratam da cidade de São Paulo e seus bairros, como Santo Amaro berço do Samba da Vela.
Viva Osvaldinho da Cuíca!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
CARTA A DEUS E HINO A SÃO PAULO
Querido Deus,
Aqui no Brasil, terra que você conhece muito bem, vivemos uma confuzão enorme. Parece uma Babel, onde todos dizem tudo e ninguém se entende.
Só se fala em crise, crise disso e daquilo. É crise por todo lado. Até quem espirra demais, ou acha que espirra demais, diz como justificativa que está em crise. E tudo isso começou, com a ascenção de dona Dilma à segunda etapa de um governo que acaba de completar neste janeiro cinco anos de muito desacerto e polêmica. Dizem as más linguas que sua última campanha, de 2014, recebeu reforço de caixas dois, três, quatro, cinco...
Com o perdão da palavra Deus, é crise como o diabo!
As crises que vivemos aqui na terrinha onde você nasceu, se multiplicaram - e continuam a se multiplicar -com milões de denuncias que levaram à abertura da Operação Lavajato,comandada pelo temido doutor Mouro. Até o ex presidente Lula está correndo o risco de cair na malha da Lavajato.
Os blocos carnavalescos espalhados Brasil afora estão deitando e rolando, mostrando a "cara" dos poderosos milionários "esfarrapados" que ora curtem a contragosto "temporadas" atrás das grades "liberadas" pela justiça. Eskindô, eskindô! Os blocos estão ressucitando as marchinhas e gozando a cara dos corruptos.
Meu Deus querido, a situação aqui no seu berço natal está demais e muito perigosa, é o que achamos.
O Lula diz pra todo mundo ouvir que não há "viva alma" mais honesta do que ele. Dizer isso não seria uma heresia, um pecado sem perdão? Enquanto isso, dona Dilma diz um monte de besteira, incluindo aquela da mandioca.
E é crise, crise, crise, é crise que não acaba mais.
A onde vamos parar, você poderia nos dizer?
Teremos salvação, Deus?
Sábado, na hora do Jornal Nacional, descobrí que a nossa querida Inezita Barroso continua vivinha da silva. Ela continua elegante e rindo graciosamente entanto apresenta seus convidados; no caso, a dupla Divino e Donizete e o compadre Renato Andrade, que você me permitiu conhecer e fazer dele um amigo. Foi nessa hora, que o querido Osvaldinho da Cuíca pateu à porta me trazendo a alegria da sua presença, conversamos, conversamos e concluimos que Inezita continua a apresentar o programa mais importante da televisão brasileira: Viola Minha Viola. Ma-ra--vi-lho-so!
Como você já deve ter percebido, Deus, estou lhe escrevendo esta carta por duas razões: Para dirimir dúvídas e, de certo modo, homenagear os carteiros que hoje vive o seu Dia, no mais hoje é o dia da conversão do Apóstolo Paulo, que antes foi Saulo, perseguidor implacável dos cristãos no tempo em que o Cristianismo era apenas uma espécie de ceita. A propósito, atraves de Nóbrega, Paulo emprestou seu nome à cidade que me adotou e que também adotou o amigo Peter Alouche, autor, com Téo Azevedo, da obra-prima São Paulo de Todos Nós, que recomendo ao prefeito Hadadd que a oficialize como hino da nossa Paulicéia Desvairada como dizia Mário de Andrade. E sugiro isso por uma razão: a cidade de São Paulo não tem hino oficial.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
DECLARAÇÃO DE AMOR A SÃO PAULO
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
QUEM LER MAIS, SABE MAIS. VIVA EUCLIDES!
Carioca de Catagalo, Euclides é o autor de um dos livros mais importantes do Brasil: Os Sertões. Esse livro foi escrito no interior de São Paulo e lançado em 1902.
Os Sertões trata do massacre à comunidade de Canudos, no interior da Bahia. Esse massacre, ocorreu na virada do século 19 e resultou em cerca de 25 mil mortos entre soldados do brioso Exército Brasileiro e os miseráveis seguidores dos cearense Antonio Conselheiro.
Pois é, hoje faz 150 anos que Euclides da Cunha nasceu. E a respeito nada ouço nem no rádio, nem na televisão. Só ouço noticias de roubalheira e de outros males da vida do nosso judiado País.
Acho que foi o escritor paulista Monteiro Lobato quem disse: Quem ler mais, sabe mais.
domingo, 17 de janeiro de 2016
A ERA DA INFORMAÇÃO
Cada tempo, etapa ou era traz uma característica.
No começo de tudo, a escuridão prevalecia. Hoje a escuridão é outra. E aqui falamos do começo de tudo, da vida humana, desde sua origem ou criação. No frigir dos ovos, permanecemos na mesma. Antiguidade, Idade Média - e suas três fases -, Iluminismo, Industrial, Modernismo, Pós-Moderno e o escambau. Repito: continuamos, mesmo depois disso tudo, vivendo sob o manto da escuridão.
O fato é que não sabemos de nada, já disse uma vez Sócrates.
Otimismo, pessimismo, o que vem a ser isso?
Eu sou de um tempo em que se falava muito de sina. Isso é conformismo.
A Revolução Industrial deu no que deu.
Antes era o catolicismo e pronto.
Hoje o catolicismo explodiu e fragmentou-se, resultando em mais de centena de religiões ou ceitas a ver com o cristianismo.
A internet e suas ferramentas nos atulham de "informações" falsas e verdadeiras. É muita coisa, muito lixo que está ao nosso alcance. Basta teclar ou apertar um botão para que o mundo tudo surja com sua força e violência diante de nós.
O que fazer com tudo isso.
Não podemos jamais confundir informação com formação e cultura.
Deixamos de ler livros e discutir a vida.
Outro dia, o historiador e pensador da vida brasileira José Ramos Tinhorão, brincando ou não, me chamou de radical por eu mostrar o meu desencanto com o pop etc que nos empurram ouvido a dentro. A respeito disso, aliás, meus tímpanos pedem socorro.
Ler é fundamental e discutir a leitura, também.
Um cidadão se faz
É com Democracia,
Educação e cultura
E um quê de sabedoria
Sem esses "ingredientes"
Não de faz Cidadania
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
TINHORÃO, PIXINGUINHA E DAVID BOWIE
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
LUCY ALVES, NOVA ESTRELA DA MÚSICA POPULAR
sábado, 9 de janeiro de 2016
VISITA E CONVERSA FORA
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
VIVA OSVALDINHO DA CUÍCA E PAPETE!
O dia seguinte é uma página nova que a vida nos oferece.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
DE CHICO PRA CHICO
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
AINDA É NATAL...
sábado, 26 de dezembro de 2015
CARÊNCIA NATALINA
Por minhas lembranças, o período é de Natal mesmo.
É dezembro, é Natal.
Nos meus tempos lá de trás, me disseram que o Deus Menino nasceu num dezembro.
Pelas minhas contas, hoje, o Menino Deus já tem mais de dois mil anos. Disseram-me ainda que Ele
nascera para o bem e morrera pelos maus.
Pois bem, no tempo do Menino Deus ainda não havia a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), portanto as pessoas ainda não se comunicavam por carta. Aliás, as pessoas continuam a não usar a carta como meio de comunicação. Agora, os meios resumem-se à internet.
Os Correios servem para o envio de pacotes, de encomendas, muitos até com surpresas desagradáveis, como cobras dentro deles. Isso já aconteceu mais de uma vez. Um horror!
A última vez que eu soube que alguém se comunicara por carta deu uma zebra danada. O remetente foi Temer e o destinatário, uma destinatária: Dilma. E como se sabe, deu no que deu: a destinatária está emburrada até agora.
O caso fez-me lembrar a canção Mensagem, de Aldo Cabral e Cícero Nunes, gravada em 1945 por Isaurinha Garcia e por ela mesma regravada dez anos depois, pela Victor. A música começa assim: "Quando o carteiro chegou/ E o meu nome gritou/ Com uma carta na mão..."
Mas eu estava falando do Natal. E não faz muito tempo as pessoas ainda tinham por hábito mandar cartas e telegramas, para amigos, parentes e aderentes...
Faz tempo, muito tempo, que não recebo uma carta escrita de próprio punho. Sinto falta disso. Guardo ainda comigo muitas cartas, de amigos, parentes, aderentes, ouvintes e leitores. Mas, danado, faz muito tempo que não recebo uma carta escrita de próprio punho.
Mas eu estava falando do Natal.
Desvirtuaram o Natal.
O Natal virou comércio e, grosso modo, confraternização de falsidade. Leiam isto:
É difícil, mas eu vou dizer:
Eu não gosto do Natal
Mas poderia gostar
Se não fosse tão banal
Se não fugisse como foge
Da essência original
Mas eu não gosto do Natal porque não recebo cartas, telegramas, afagos escritos de próprio punho; pois no tocante a cheiros e abraços, ah!, esses são verdadeiros. Como ontem ocorreu na casa da dona Val, em Santo André, para onde fomos levados por minha filha Clarissa e seu companheiro de vida, Daniel.
VANDRÉ NA PARAÍBA
O amigo Vitor Nuzzi, autor da excelente biografia Geraldo Vandré - Uma canção Interrompida (Kuarup), manda ao blog o link abaixo.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
FOGO DESTRÓI O MUSEU DA NOSSA LÍNGUA
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
MILAGRE DO PADRE CÍCERO
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