Minha cachacinha é minha companheira.
A sina de cada um de nós, nós a construímos.
O mundo, é sina.
Ouvir o brasileiro Mario Sérgio Cortella é ouvir um pouco dos mundos, de todos os mundos.
O filósofo Cortella traduz com naturalidade o porvir.
Eu o conheci num evento promovido pela Livraria e Editora Cortez na Pontifícia Universidade Católica, PUC. Lembro, aproximei-me dele e me apresentei. Ele rasgou o sorriso dizendo, para minha surpresa, que já sabia das besteiras que até então eu tinha feito.
Dias depois, recebi dele um monte de livros, de sua autoria. E aí, outros dias depois, minha menina mais nova Clarissa atirou os olhos na minha estante e localizou parte da obra do Cortella. Fez isso com a alegria mais bonita, mais solta; com a alegria que faz os olhos brilharem de modo, sei lá....
Mario Sérgio Cortella transmite nos seu falar a grandeza da vida, com a simplicidade da vida. Quando ele fala dos autores, dos filósofos gregos, fala com a naturalidade de quem bebe água e fala do carinho da mãe.
Eu acho que Aristóteles falava, no seu tempo, com a mesma naturalidade que Mario Sérgio Cortella fala neste tempo em que vivemos.
A vida, o mundo tem salvação. Ah! Há quem diga que eu falo muito quando estou diante de platéia superior a cinco mil pessoas, o Cortella... maravilhoso! Ele aniversaria no mesmo dia do aniversário do poeta Patativa do Assaré, 05 de março.
Os primeiros pés de cana plantados no Brasil datam de 1530.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
IEMANJÁ, RAINHA DOS MARES
Iemanjá é a rainha de todos os rios, mares e oceanos, diz a lenda. É divindade africana, cultuada no Brasil, Uruguai e Cuba. Suas origens são, a rigor, desconhecidas, como todas as origens de divindades. Aqui e acolá, encontram-se notícias de que nasceu no Rio Ogum, em África.
Hoje é dia de Iemanjá.
O dia 08 de dezembro é, também, dia de Iemanjá, na Paraíba, em Pernambuco...
Faz-se grande festa em seu louvor em Salvador, BA.
Em 1580, já havia muitos negros no Brasil, desembarcados na capital baiana. Houve mais duas grandes levas de negros trazidos ao Brasil: de Angola, Moçambique. Da última leva vieram nagôs yorubás, ali pelos fins do século XVIII.
São milhares e milhares de santos criados pela Igreja Católica. O primeiro foi o mártir Estevão, escolhido pelo clamor popular.
Nos primeiros séculos depois da crucificação de Cristo, os santos não eram escolhidos da forma como hoje o são. Os papas apenas chancelavam os nomes clamados pelos fiéis. A canonização só veio ali pelo século X.
Houve um tempo em que a Igreja condenava as crenças africanas. Foi aí que alguém, não se sabe quem, teve a brilhante ideia de aliar divindades como Iemanjá a santos e santas da Igreja romana. Assim Iemanjá tem em Nossa Senhora o seu reflexo. E a Igreja aceitou. Hoje, por exemplo é dia de Nossa Senhora dos Navegantes. Nossa Senhora, mãe de Cristo, aparece em vários lugares e situações como "Das Dores", "Da Penha", "Da Aparecida"...
Pela descrição dos seguidores do Candomblé e da Umbanda, Iemanjá é uma belíssima mulher de cabelos longos, negros. Das suas lágrimas surgiram as águas do mar, salgadas. Ela é fraterna, ela é mãe que cuida com carinho e firmeza dos seus filhos. Iemanjá é fortíssima, é a mãe da natureza. Depois que chegou ao Brasil, deixou para Iara o domínio dos rios.
No Brasil, Iemanjá é a protetora dos marinheiros e pescadores. Dorival Caymmi compôs uma obra incrível na qual aparece, com relevância, a rainha dos mares, Iemanjá.
São centenas e centenas de músicas que tratam de Iemanjá. O compositor Paulo César Pinheiro também compôs coisas bonitas enaltecendo Iemanjá. Mas tem um perequequê especial de que não gosto. Esse perequequê deve-se ao fato de ela hipnotizar os bobocas e lavá-los ao fundo do mar. Cliquem abaixo para ouvir a mineira Clara Nunes cantando Morena de Angola...
Os negros que aportaram à força no Brasil, a .partir do século XVI, trouxeram na mente e na alma, as suas crenças, os seus temores, as suas glórias, os seus sonhos derribados pelos poderosos de então. Junto com eles, apanharam dos colonizadores os índios, que passaram aos negros alguns dos seus segredos, no campo da cura obtida pela coleta de determinadas plantas.
Os fracos, quando juntos, ficam fortes...
Os colonizadores não aceitavam, evidentemente, o Candomblé. Como religião decorrente disso, surgiu a Umbanda.
A primeira seção formal reunindo seguidores da Umbanda foi realizada em 1908, no Rio de Janeiro. Zélio Moraes foi o primeiro curandeiro dessa religião. Umbanda tem a ver com cura, curandeiro. Mas essa é outra história.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
À MORTE A MORTE E VIVA AS GORDINHAS!
Em determinadas situações, a morte é solução. É isso que eu acho.
A morte chega de todas as formas e em todo canto ela pega quem quer. E pega a todos. É uma safada.
Mas, cá com meus botões, fico pensando o que o cabra sente quando a morte lhe escolhe.
O cabra pode estar magro, o cabra pode estar gordo, o cabra pode ser macho, ou gay desparafusado.
A morte é mulher.
A morte é feminina e dela não tem macho que escape.
E nem mulé....
Tem cabra que dura cem anos e até mais, e desde sempre. Podem procurar na história a quantidade de macho e fêmea que partiu com mais de cem anos. Matusalém foi um desses cabras... Aliás, tem um cabra lá das bandas do apocalíptico Trump, cujo nome não é o caso de aqui declinar, até porque não lembro, cientista do ramo da Biologia, que garante vivermos, daqui a pouco, por mais de mil anos. Sei lá, sei lá! Ele esteve ontem 31 palestrando sobre essa sua tese no auditório da Folha, ali na Barão de Limeira, 425...
Mas eu estava falando de magro, de gordo.... Pois bem, teve um francês de nome Pierre Renoir. Era pintor nascido no dia 25 de fevereiro de 1841. Ele pintava só mulher gorda, feliz, nua e gostosa. Renoir foi o pintor das gordinhas, e como tal entrou para a história. Quem me apresentou a ele foi meu professor de História da Arte, João Câmara Filho... bons tempos!
O estilo de Renoir era impressionista.
Renoir morreu com mais de 70 anos.
Mas eu comecei falando de morte. Fico pensando a dor que deve ser morrer por anorexia. Ou com uma corda no pescoço como ocorreu com Tiradentes.
Morrer por amor é uma bobagem dos infernos, até porque...
É preciso separar
a razão do amor e da paixão
a paixão é coisa louca
é um mar em convulsão
é vulcão pegando fogo
sem nenhuma explicação
O amor, todo mundo diz:
não é nada disso não
é paz, é harmonia,
é diferente da paixão
quem tem amor na vida
tem em vida salvação
a razão, por sua vez,
não é amor nem é paixão
é a vida em linha reta
é a vida em construção
é a vida em equilíbrio
entre o sim e o não
Uma sugestão dou de graça para os donos das passarelas, de moda no Brasil e por aí afora:
Substituir as magrinhas pelas gordinhas gostosas. Sei, o tema é bom, mas acho que ainda não foi adotado.
O cocorococó Roberto Carlos chegou a compor uma música para as gordinhas, depois de ter em mãos uma pesquisa que dava conta de serem, elas, fabulosas, maravilhosas, sensíveis etc e tal. Ficaram felizes, e ele também, vendeu disco a dar com pau. Clique:
A morte chega de todas as formas e em todo canto ela pega quem quer. E pega a todos. É uma safada.
Mas, cá com meus botões, fico pensando o que o cabra sente quando a morte lhe escolhe.
O cabra pode estar magro, o cabra pode estar gordo, o cabra pode ser macho, ou gay desparafusado.
A morte é mulher.
A morte é feminina e dela não tem macho que escape.
E nem mulé....
Tem cabra que dura cem anos e até mais, e desde sempre. Podem procurar na história a quantidade de macho e fêmea que partiu com mais de cem anos. Matusalém foi um desses cabras... Aliás, tem um cabra lá das bandas do apocalíptico Trump, cujo nome não é o caso de aqui declinar, até porque não lembro, cientista do ramo da Biologia, que garante vivermos, daqui a pouco, por mais de mil anos. Sei lá, sei lá! Ele esteve ontem 31 palestrando sobre essa sua tese no auditório da Folha, ali na Barão de Limeira, 425...Mas eu estava falando de magro, de gordo.... Pois bem, teve um francês de nome Pierre Renoir. Era pintor nascido no dia 25 de fevereiro de 1841. Ele pintava só mulher gorda, feliz, nua e gostosa. Renoir foi o pintor das gordinhas, e como tal entrou para a história. Quem me apresentou a ele foi meu professor de História da Arte, João Câmara Filho... bons tempos!
O estilo de Renoir era impressionista.
Renoir morreu com mais de 70 anos.
Mas eu comecei falando de morte. Fico pensando a dor que deve ser morrer por anorexia. Ou com uma corda no pescoço como ocorreu com Tiradentes.
Morrer por amor é uma bobagem dos infernos, até porque...
É preciso separar
a razão do amor e da paixão
a paixão é coisa louca
é um mar em convulsão
é vulcão pegando fogo
sem nenhuma explicação
O amor, todo mundo diz:
não é nada disso não
é paz, é harmonia,
é diferente da paixão
quem tem amor na vida
tem em vida salvação
a razão, por sua vez,
não é amor nem é paixão
é a vida em linha reta
é a vida em construção
é a vida em equilíbrio
entre o sim e o não
Uma sugestão dou de graça para os donos das passarelas, de moda no Brasil e por aí afora:
Substituir as magrinhas pelas gordinhas gostosas. Sei, o tema é bom, mas acho que ainda não foi adotado.
O cocorococó Roberto Carlos chegou a compor uma música para as gordinhas, depois de ter em mãos uma pesquisa que dava conta de serem, elas, fabulosas, maravilhosas, sensíveis etc e tal. Ficaram felizes, e ele também, vendeu disco a dar com pau. Clique:
FEVEREIRO CHEGOU É BACO
Fevereiro deixa saudades....
O dia da saudade é em fevereiro, 29.
Saudade é uma palavra que se origina de uma língua morta, o latim.
Saudade é palavra, pois, de origem...
Não lembro bem, mas houve um lugar na Europa em que sindicatos e associações de tradutores escolheram as dez palavras ou expressões mais difíceis de serem traduzidas. Entre essas dez palavras ou expressões foi incluída a palavra saudade.
Deus do Céu, de fato como é difícil traduzir essa palavra...
Saudade do amor que partiu, saudade da palavra mal-dita, da palavra mal compreendida e depois aceita... saudade...
Saudade...
Quantos amigos queridos meus e de outrem falaram sobre saudade.
Todo dia é dia de saudade.
Eu perdi o meu amor, eu perdi o meu pai, eu perdi a minha mãe, eu perdi os meus irmãos, mas não perdi o senso...
Quem parte leva saudade...
Ando tenso, nervoso
perdido na cidade
sem saber o que fazer
Descompreendo o senso de verdade
Meu Deus o que é isso
Isso será saudade?
Tonto ando à toa
Perdido na realidade
Meu amor foi-se embora
Doeu no peito, é verdade
Deus do céu o que é isso?
Isso será saudade?
O dia da saudade é em fevereiro, 29.
Saudade é uma palavra que se origina de uma língua morta, o latim.
Saudade é palavra, pois, de origem...
Não lembro bem, mas houve um lugar na Europa em que sindicatos e associações de tradutores escolheram as dez palavras ou expressões mais difíceis de serem traduzidas. Entre essas dez palavras ou expressões foi incluída a palavra saudade.
Deus do Céu, de fato como é difícil traduzir essa palavra...
Saudade do amor que partiu, saudade da palavra mal-dita, da palavra mal compreendida e depois aceita... saudade...
Saudade...
Quantos amigos queridos meus e de outrem falaram sobre saudade.
Todo dia é dia de saudade.
Eu perdi o meu amor, eu perdi o meu pai, eu perdi a minha mãe, eu perdi os meus irmãos, mas não perdi o senso...
Quem parte leva saudade...
Ando tenso, nervoso
perdido na cidade
sem saber o que fazer
Descompreendo o senso de verdade
Meu Deus o que é isso
Isso será saudade?
Tonto ando à toa
Perdido na realidade
Meu amor foi-se embora
Doeu no peito, é verdade
Deus do céu o que é isso?
Isso será saudade?
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
BRASIL FEVEREIRO DE INCÓGNITAS
Um dia, há bem pouco, minha filha Ana encontrou-se com a minha amiga paraibana Luíza Erundina, deputada de vários mandatos por São Paulo, e dela ouviu: "o seu pai é um guerreiro".
É assim, nós, brasileiros, somos guerreiros de nós próprios, reconhecidos por amigos e vizinhos com poderes nas mãos...
Tem uma história de cego envolvendo parlamentares que eu, "guerreiro", contarei já já.
Janeiro de 2017 é defunto.
Não há confirmação na história sobre um dos maiores poetas portugueses que adotamos como brasileiro, Thomás Antonio Gonzaga...
Thomás Antonio Gonzaga, filho de brasileiro com portuguesa, formou-se no centro do saber do mundo: Coimbra.
Esse Gonzaga chegou ao Brasil pequenininho. Viveu sua infância em Recife e Salvador. Na adolescência voltou à terrinha. Depois voltou ao Brasil. Em Vila Rica, MG, ocupou o posto de ouvidor, de juiz ouvidor.
Tinha 20 e poucos anos.
E aí ele e mais alguns intelectuais de grana no bolso engendraram a conspiração que findou com o enforcamento e esquartejamento de Tiradentes.
Tiradentes caiu à toa.
Tiradentes foi um bode expiatório do movimento que teve como integrantes poetas incríveis como Thomás Antonio Gonzaga. É meu pensamento.
O belíssimo poema que dá título ao livro Marília de Dirceu nos traz a opinião de Thomás Gonzaga sobre Tiradentes. E é terrível. E é triste.
E eu e José Antonio Severo conversamos sobre a Inconfidência Mineira. Falei da beleza poética, do arcadismo muito bem representado por Thomás Gonzaga. E não vou mais me estender neste assunto. Leiam o livro Marília de Dirceu. Lindo. Marília era Maria Dorothéia Joaquina de Seixas. Morreu quando tinha 85 anos de idade, em 1853. Ele, Thomás, foi-se em 1810, com 66 anos.
Fevereiro começa com grandes nomes da vida brasileira nascendo, entre eles José Ramos Tinhorão.
O mais importante historiador do Brasil, Tinhorão, completará 89 anos de idade no próximo dia 07 de fevereiro. O Brasil tem que bater palmas para o Tinhorão... Ele é o maior.
Fevereiro começa bem...
Nesse mês temos também o aniversário do meu amigo querido Oswaldinho da Cuíca.
Nesse mês iremos falar de Clementina de Jesus, que conheci e entrevistei para o Jornal Folha de S.Paulo, quando desse jornal eu era repórter.
No comecinho dos anos de 1970.
A voz mais bonita, mais completa, mais carinhosa, mais mãe, mais vida, mais tudo: Clementina de Jesus.
Fevereiro é o mês mais curto do calendário gregoriano, mas é também o mês mais longo, mais bonito, mais completo no tocante a nascentes e morrentes da vida brasileira.
O Barão do Rio Branco dizia que o que há de mais organizado no Brasil é o Carnaval e a bagunça.
E O MAR DE MINAS, HEIN?
É bom demais falar de história, e por que não falamos de história?
O escritor paulista Monteiro Lobato cunhou uma frase que resume um ensinamento: "quem lê mais, sabe mais."
Somos uma nação nova, jovem, de poucas letras e saberes.
É preciso que conheçamos a nossa história, a nossa casa, o nosso País.
Conversar com pessoas que se interessam por história é muito bom.
Neste domingo 29, recebi a confortante visita do jornalista e historiador gaúcho José Antônio Severo, autor de livros fundamentais para o conhecimento da gente, do nosso povo, da nação brasileira.
Severo é autor do livro Senhores da Guerra, em dois volumes, que somam umas mil páginas, e que acaba de chegar às telas na forma de filme de longa metragem. Um épico.
Dessa vez, não falamos sobre a formação histórica do Rio Grande do Sul.
Falamos um tantinho assim sobre os portugueses, incluindo Dom Pedro, e do mar de Minas.
Essa história tem uns cem anos.
Essa história de o povo ter memória curta faz sentido, pois é prática dos nossos governantes apagar o que vem antes.
Exemplo: Dom João VI procurou apagar o antes dele no Brasil.
O mesmo fizeram os Pedros I e II e também o Marechal Deodoro, que foi posto para correr por seu vice, Floriano Peixoto. Um assassino.
A República Velha foi também praticamente apagada pelos poderosos d'antanho.
Ruy Barbosa, jurista e senador da primeira República, ministro da Fazenda de Deodoro, fez um monte de besteira ao apagar parte da história que tem como personagens de uma história feia os negros de África, comercializados como coisas e bichos até 1888, quando a princesa Isabel deu uma canetada os liberando para a vida sem grilhões e sem direitos...
Em 1880, Dom Pedro II assinou decreto cedendo terras para investidores da primeira estrada de ferro, a Bahia-Minas.
Em 1908, os investidores agraciados por esse decreto, faliram e o Banco de Crédito Real do Brasil ficou com as terras hipotecadas. Dois anos depois, foi a vez de esse Banco falir, e aí é quando entra na história o governo mineiro que adquiriu a papelada toda.
A Bahia-Minas, com ajustes aqui e ali, virou fantasma no começo dos anos de 1960.
De acordo com a papelada, caberia à Minas, o pedaço de terra em questão. Detalhe: se levada à risca a negociação histórica, os mineiros, por força de lei, teriam direito a um pedaço de mar. E esse pedaço de mar está bem ali no litoral Sul, no extremo Sul da Bahia dos baianos. Chama-se Caravelas, uma cidadezinha, bonita e aconchegante, habitada por umas 20.000 pessoas. Metragem? 142 km de extensão por 12 km de água adentro. Da região faz parte o distrito Ponta de Areia. Clique:
Pois é, meus amigos, minhas amigas, entendem quando eu digo que é bom falar de história?
No começo dos anos de 1970, o compositor mineiro Fernando Brant era repórter da revista O Cruzeiro, onde também trabalhei. E esse assunto, o do mar de Minas, ele trouxe à tona. Falou-se bastante a respeito à época, mas ficou tudo por isso mesmo. Houve uma troca de informações entre os governadores dos dois estados, uma comissão para estudar o caso foi constituída, mas ao fim e ao cabo Minas continua sem mar.
E aí Téo Azevedo?
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