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sábado, 29 de abril de 2017

CIA LIFE É SAÚDE

Olha eu aqui! (foto:Robson Gonzaga)
No Brasil existem hoje mais de 30 mil academias de educação física e cerca de 8 milhões de pessoas praticando, formalmente, o bom exercício da vida: que é cuidar do corpo e da mente. E cuidando do corpo e da mente estamos cuidando da alma. Mente é alma.
Um velho ditado popular latino, lembro, diz: “Mente sã, corpo são”.
Eu sou um dos 8 milhões de brasileiros que praticam o bom exercício físico para viver e amar. Cada vez mais.
Não faz muito descobri que aqui, bem pertinho de onde moro, há a mais importante academia de educação física do meu bairro e adjacências: Academia Cia Life.
No começo de tudo eu achava que as academias nos levavam a ficar fortes e marombados. E só.
Eu estava errado, errei.
Aprendi que as academias são um ponto de reflexão, de compreensão, de entendimento e caminho de revigoramento da vida.
Mente sã, corpo são...
A vida é movimento...
No Império, o brasileiro Rui Barbosa defendeu a necessidade de se levar a educação física às escolas. Sua ideia só foi levada à prática em 1940.
Em 1910 a Polícia Militar de São Paulo, chamada de Força Pública, criou a primeira academia de educação física do Brasil.
Precisa dizer mais sobre a importância do cuidar do próprio corpo?
Civilmente,digamos assim, a primeira academia foi a da Universidade de São Paulo, USP: 1934.
A partir da Idade Moderna, em 1453, a mentalidade humana passou a levar a sério o exercício físico, corporal. Isso tem a ver com condicionamento físio/terapeutico. E não podemos nos esquecer: o condicionamento físico tem a ver com competição esportiva, também.
E pra terminar com esse lenga lenga, meus amigos e minhas amigas, não custa dizer como resumo que treinar o corpo faz bem para a mente. E ter um treinador pessoal, ou “personal trainer” como dizem os gringos do Norte, faz bem a quem não tem tempo pra nada. Esses caras, os trainers, são uns anjos, não é mesmo professor Anderson?
Estou indo à Cia Life, tchau!
Entre as milhares e milhares de academias espalhadas Brasil a fora, eu estou na Cia Life. E comigo, professores como Anderson e Alberto Jr. (foto:Robson Gonzaga)

EXERCÍCIO FÍSICO É SAÚDE

“A vida é movimento”, diz o professor Alberto Jr.
A vida é movimento em todos os sentidos, e desde sempre.
A vida é movimento desde o momento em que nascemos. Desde o momento em que a nossa mãe nos traz ao mundo. Ela se exercita ao nos trazer, contraindo seus músculos e sentimentos. E nós, bebês, nos exercitamos quando a este mundo chegamos, chorando, gritando, também contraindo músculos...
Contrair é exercitar. Na pré-história já era assim. E assim foi na antiguidade. Até que a Igreja, na Idade Média, entendeu que o culto ao corpo era um pecado.
O culto ao corpo começou na velha Grécia. E não podemos esquecer, a Grécia foi o berço da sabedoria.
Pois bem, os movimentos fazem o corpo ágil e sadio. Isso está provado por todos os métodos científicos.
É com o advento da Idade Moderna, a partir de 1453, que o homem passa a perceber que é preciso se movimentar, exercitar o próprio corpo.
O homem moderno passou a entender que um corpo parado, imobilizado, é chamariz de abreviação da vida.
No começo do século 19, o exercício corporal passa, de fato, a ser algo muito importante para o prolongamento da vida. E, cá prá nós, parodiando o escritor paulista Monteiro Lobato: quem se exercita mais, vive mais.
O Alberto Jr., que cito lá em cima, é o idealizador da academia de educação física Cia Life.
A respeito leia o próximo texto.

MÚSICA É O ALIMENTO DA ALMA


A selvageria que tomou conta de parte do País ontem, justificada por profissionais do ramo, deixou-me um tanto triste e frustrado com os rumos que a política partidária parece estar tomando. 
Esta é uma opinião pessoal, minha, e expor opinião é uma conquista de todos nós e garantida pela Constituição em vigor, desde 1988.
Discordar faz parte da condição humana, até nos momentos de diversão, de brincadeiras.
No festa do Pastoril, por exemplo, tem o Azul e o Encarnado. Gosto dessas cores até hoje. O Azul lembra o nosso céu e o Encarnado, o sangue.
A história mostra que a violência sempre foi um ponto comum, entre os homens, desde a Era das Cavernas.
Nós nos matamos uns aos outros, enquanto os animais ditos irracionais, defendem-se.
E o que é que tem a ver isso com o título desta postagem?
A música está em todo canto...


As locuções “ritmo” e “música” vêm do grego. O ritmo está presente em tudo na vida, como a música. Desde os batimentos do coração à respiração. Até no nosso andar. A música, identificada pelos sons e silêncios, é cultural e humana. Impossível ignorá-la. Acha-se nas festas religiosas e profanas, nos templos e nas ruas de qualquer bairro ou cidade. Nas paradas militares e também nos desfiles escolares; nos nascimentos e funerais. Nos mercados, nas feiras livres, nos estádios de futebol, em todo canto. Onde há vida e manifestação dela, a música, que existe desde os primórdios, estará sempre presente. Há três tipos de música, basicamente: a erudita ou clássica, a tradicional ou folclórica, de raiz; e a popular, de massa, experimental. Pode ser boa ou pode ser ruim. Os elementos dela são a melodia, a harmonia e o ritmo.  Da soma ou fusão de um tipo ou de outro de música pode se gerar um gênero, como o samba, o baião, o xote, o forró, choro... O jazz, a bossa nova... 

BRINCANDO COM A HISTÓRIA (1)

O cartunista Fausto, paulista de Reginópolis, está desenvolvendo uma ideia que resultará em várias tirinhas que têm como foco a pré-história. É uma série exclusiva para o blog do Assis Ângelo. Você, meu amigo, minha amiga já pode apreciar, e viva Fausto!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

É GREVE OU É O QUÊ QUE ESTÁ NAS RUAS?

Ouço no rádio notícias dando conta que em algumas cidades brasileiras o pau está quebrando no lombo de quem ousa ir ao trabalho, isto é,  de quem tem trabalho. A Polícia, por sua vez, está tendo um trabalho e tanto.
Os fatos de hoje espalhados Brasil afora remetem-me aos idos das décadas de 1970 e 1980, quando Lula botava prá quebrar, a partir do paulistano município de São Bernardo. 
Nos anos 70 e 80, as greves eram diferentes e totalmente propositadas, pois o regime autoritário imposto pelos militares e civis, graduados em 1964,  não era brincadeira.
Pois bem, naquele tempo, a classe trabalhadora que tinha em Lula um herói chiava em busca de liberdade, de salário e condições adequadas de trabalho. Neste 28 de abril fala-se em greve geral da classe trabalhadora, mas não é isso o que se vê. O que se vê é um movimento que reúne representantes dos mais de dezessete mil sindicatos e centrais sindicais brasileiras, tendo à frente a CUT e a UGT. O presidente da UGT nem é trabalhador, como se ouve no rádio e vive bem como todos deveríamos viver, morando no chic bairro paulistano de Higienópolis.
Algum leitor desavisado deste blog pode achar que eu sou isso ou sou aquilo, mas não, eu sou um brasileiro que comeu e continua comendo fogo, agora sem visão nos olhos, e invisível como o são os milhões de cegos espalhados Brasil afora. 
Não, não estou lamentando.
Falo da dura realidade que atinge os brasileiros de modo geral.
Agora há pouco também ouvi no rádio, notícia dando conta de que o instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE acaba de soltar o resultado de uma pesquisa que revela estarem, atualmente, desempregados, 14,2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, sem contar os trabalhadores e trabalhadoras que já desistiram de arrumar emprego.
Isso é um dado extremamente triste, não é mesmo?
Num tempo não muito distante faziam-se greves por melhoria de trabalho e salário, eu já disse.
Foi no governo do ditador "Pai do Povo" Getúlio Vargas que instituiu-se o imposto sindical, que rende uns setenta ou oitenta bilhões de reais para manterem-se vivos os sindicatos etc.
No Congresso anda prestes a ser aprovado um projeto que elimina esse imposto. Será por isso que as Centrais Sindicais estão fazendo tanto barulho Brasil afora?
 

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