De grandes escritores
De mestres da criação
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Bolsonaro presidente
É um ser malamanhado
Corre daqui, corre dali
Nos passos do seu amado
O povo brasileiro
É um povo afunhenhado
O ídolo de Bolsonaro é agora um ex-presidente dos EUA.
No lugar de Trump, entrou Biden.
Biden chega à Casa Branca enfrentando crise pandêmica, crise econômica, crise política, o escambau.
Hoje 20 Biden encarou o mundo com uma joia de discurso. Lá pras tantas, disse: "O direito de discordar em paz é a maior força desse país. Mas isso [a discordância] não precisa levar à desunião. Eu serei o presidente de todos os americanos. Vou lutar por todos."
Pois é, coisa de quem tem coração, alma, sensibilidade. De quem é honesto e pensa no seu povo, ao contrário do ex-capitão eleito numa hora em que Deus estava de folga e o Diabo, de plantão.
Joe Biden é o 46º presidente eleito dos Estados Unidos da América. Assumiu no dia que o número de mortos pela Covid-19 bate à casa dos 400 mil no seu país.
No Brasil, o número de mortes passa dos 212 mil.
Até agora o presidente brucutu nada disse sobre a posse do novo presidente americano, ao contrário de outros chefes de nação como Boris Johnson (Reino Unido), Putin (Rússia) e Giuseppe Conte (Itália), que declarou: "Este é um grande dia para a democracia, alcançando muito além das fronteiras americanas".
Quanto à questão vacina, continuamos dependentes da China e da Índia.
Os chineses estão fechando os olhos para o Brasil e a Índia, também. Infelizmente, mas não lhes tiro a razão.
Bolsonaro, seus filhotes e ministros detonaram os chineses.
Bolsonaro traiu a China, a Índia, a Rússia. Quebrou o BRICS.
O BRICS é um grupo formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Países emergentes, cujo o objetivo era o seu crescimento.
A traição de Bolsonaro rendeu-lhe um elogio do ex-secretário de Segurança de Trump, Mike Pompeo.
Cego que sou não vejo, mas amigos me dizem que o presidente está com olhos de quem não dormiu. Por que, hein?
A China ainda vai nos dar muita dor de cabeça.
Ele não vai se vacinar
De vacina dá no pé
De vacina ele tem medo
De virar um jacaré
Fala fino, fala grosso
Ameaça até bater
Bobo besta de plantão
Nunca sabe o que dizer
De Luiz Wilson, a Anastácia, Oliveira de Panelas e de outros amigos artistas ouço pergunta sobre a vacina contra o novo coronavírus que está chegando ao Brasil, via Butantan.
Respondo de maneira simples: a vacina é boa, já foi aprovada pela Anvisa, e já estou de braço esticado pra recebê-la.
Vacina é o único antídoto contra as mazelas que atingem o mundo desde sempre.
Mas há pessoas que pensam o contrário. Pena.
Hoje 19 Téo Azevedo telefona pra também falar sobre a vacina. E que está pronto para recebê-la, como eu. Pronto e ansioso. Ele acha que estará já, já em São Paulo.
Téo é mineiro de Alto Belo e está de quarentena em Montes Claros desde março. Por aí. Quer estar em Sampa em fevereiro. Será? Diz que sim, convicto. "Tô vendo aqui na TV reportagem dizendo que a vacina tá chegando pra todo mundo", crê ele.
A quantidade de doses da CoronaVac ainda é muito pequena: 6 milhões.
A população atual do Brasil é de 210 milhões de habitantes.
Téo conta que durante o tempo em que se acha isolado na sua terra, já compôs mais de uma centena de músicas, vários folhetos de cordel e quatro livros. Eita! Um deles, Dicionário do Cerrado, será publicado ainda este ano.
Essa é uma boa notícia.
A má notícia é que os ouvidos dos brasileiros de bem andam cheios de mentiras ditas por Bolsonaro e seu general da banda, num-sei-que-lá Pazuello, que foi/está sendo desmentido a todo instante pelo governador de São Paulo e pela Imprensa.
Nada não, mas se não fosse o Dória a vacina chinesa não estaria por cá. Isso é história.
Esse general é uma droga!
E o tal dia D na hora H, hein?
Pois é, não aconteceu.
É irritante a fala do general titular do Ministério da Saúde.
o william bonner simplesmente não aguenta mais pic.twitter.com/2tXrjpKMTA
— lucas paiva (@paiva) January 14, 2021
Muita gente, incluindo jovens a caminho do Jornalismo, escreve ou pergunta diretamente a mim sobre o passado e a história da TV Globo. É do bem ou do mau?
A TV Globo há muito tempo irrita a esquerda e a direita. Há gregos e troianos, como se diz.
No passado da Globo há manchas indeléveis. Ela foi participativa do golpe civil militar de 64. É história.
Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Mello, nascido na Paraíba, foi a pessoa que trouxe a televisão para o Brasil. Em 1950.
Chatô usou e abusou da sua invenção, inclusive ajudando a eleger o gaúcho Getúlio Vargas como presidente da República.
O que a Globo está fazendo é algo merecedor de aplausos.
O Brasil vai mal, mas sem o bom Jornalismo estaria muito pior.
Ah! Quando um jornal, uma revista, um rádio ou televisão desperta raiva da esquerda e da direita é porque está no bom caminho.
Verdade é verdade e não é fácil buscar a verdade.
No dia em que o mundo registra a marca de dois milhões de vidas colhidas pela Covid-19, o presidente da República Federativa do Brasil abre a boca para dizer mentiras:
A gente está sempre fazendo o que tem que fazer. Problema em Manaus. Terrível, o problema em Manaus. Agora, agora, nós fizemos a nossa parte. Recursos, meios. Hoje, as Forças Armadas 'deslocou' para lá um hospital de campanha. O ministro da Saúde esteve lá segunda-feira e providenciou oxigênio.
Bolsonaro mente quando diz que fez a sua parte.
Bolsonaro mente quando afirma que as Forças Armadas se deslocaram até Manaus para montar um hospital de campanha.
Bolsonaro mente quando garante que o seu general titular do Ministério da Saúde esteve em Manaus na segunda-feira 11 e resolveu o problema da falta de oxigênio nos hospitais da região.
Bolsonaro mente, mente, mente. E mente assassinando a língua pátria. É o presidente que mais dá medo e faz mal à Nação.
Nos números gerais de mortos da Covid, 2 milhões, o Brasil faz-se presente com mais de 200 mil.
Os brasileiros e brasileiras carregados pela Covid, estão em algum lugar chamando Bolsonaro.
Ele deve ser penalizado por essas mortes. É um genocida.
O Brasil se movimenta às cegas, perdido, sem rumo, desgovernado completamente. Leia: AUDÁLIO, UM GRANDE BRASILEIRO
Estados Unidos, China, Venezuela e Brasil são denunciados em relatório mundial produzido pela ONG Humans Rights Watch, divulgado hoje 13. As acusações vão desde a questões relacionadas a direitos humanos até o combate ao novo coronavírus, por esses países praticamente ignorados.
Os EUA de Trump têm alcançado números estratosférico de contaminados e mortos pelo vírus pandêmico.
A China fez o que pode para esconder o vírus que nasceu lá nas terras de Mao Tsé-Tung (1893-1976).
A Venezuela fantasia dados sobre a pandemia, ao mesmo tempo que põe pra correr os venezuelanos que discordam do governo Maduro.
E o Brasil, hein?
Bom, no Brasil o que existe é "uma tal pandemia", no dizer do chefe da Nação.
Bolsonaro tem se transformado na maior vergonha de um país perante as democracias modernas. Triste, não é?
O relatório destaca ainda as atitudes homofóbicas, preconceituosas e autoritárias de Bolsonaro desde que assumiu o governo, há dois anos.
Bolsonaro atiçou a direita canina que o segue de todas as maneiras, inclusive estimulando ataques ao Congresso, ao STF e a Imprensa.
O relatório lembra que a resistência do Congresso, do STF e da Imprensa freou os ímpetos antidemocráticos do presidente, para quem, tudo indica, quanto pior melhor a situação que ora vivemos.
O presidente do Brasil continua xingando e provocando jornalistas.
Mais de 50 países já estão vacinando seus cidadãos.
Na Indonésia, a vacinação começou hoje.
Na Turquia, começa amanhã 14.
No nosso País ainda não há sequer um plano nacional de vacinação, embora o general titular do Ministério da Saúde diga que a vacinação começará "no dia D e na hora H".
Enquanto isso, o número de óbitos no Brasil já passa de 205 mil.
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta terça-feira (12) que "continuar dependendo da soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia".pic.twitter.com/FgHbJt5txt
— Renan Brites Peixoto (@RenanPeixoto_) January 12, 2021
Eu tive um amigo de nome Pedro Caetano. Era compositor. Deixou coisas incríveis no campo da nossa música popular.
Pedro morreu atropelado. Faz tempo. No Rio de Janeiro. Foi autor de alguns clássicos da nossa música popular. Fez música até para a baianinha Miss Brasil Martha Rocha. Clique: MARTHA ROCHA, A MISS CANTORA
Muita gente morreu e morre atropelada no Brasil. No mundo. E das formas mais diferentes.
Em novembro de 2020, o cidadão baiano William de 48 anos, deficiente físico, foi atropelado por um motoqueiro na Av. Ibirapuera. O atropelador queria que o atropelado ainda lhe pagasse 2.500 reais...
William teve quebrada a perna esquerda em duas partes e a direita em três.
William é exemplo de cidadão que se reinventa, que se refaz perante as intempéries.
Semana passada William soube que a amiga Ivone estava às voltas com um problema doméstico: vazamento de um cano na parede do banheiro da sua casa.
"Aí ele telefonou perguntando se poderia me visitar. Eu disse que sim, mas como ele chegaria na minha casa se não estava podendo andar?".
William, um desses milhões de brasileiros simples e determinados, chegou à casa de Ivone num andador e findou por resolver o problema que ela apresentara. Detalhe: "Eu já havia contatado dois pedreiros, que foram a minha casa e não mais voltaram", lembrou Ivone.
O amigo de Ivone, William é um brasileiro que faz e sabe o que é solidariedade.
Solidariedade é uma coisa muita bonita que anda em extinção neste mundo doido em que vivemos.
O Brasil continua sendo atropelado, principalmente pelos mandachuvas governantes.
O Brasil está desgovernado, sem governo.
O Brasil está perdido, num mato sem cachorro.
Ouço no rádio o general titular do Ministério da Saúde dizer que a vacinação contra a Covid-19 começará no dia "D", na hora "H".
Meu amigo, minha amiga, você sabe o que diabo é isso que o general da "saúde" disse ontem 11?
O dia 6 de junho de 1944 foi um dia fundamental para a liberdade dos povos.
Mais de 100 mil soldados da Inglaterra e Estados Unidos, e também da França, desembarcaram de milhares e milhares de embarcações em cinco praias da Normandia, França.
Falo da 2ª Grande Guerra.
As forças do Eixo, formadas pela Alemanha, Itália e Japão, foram pegas de surpresas. Resultado: milhares de mortos.
Os Aliados venceram. E o mundo livre, também.
O dia "D" foi um dia marcado pela inteligência das forças aliadas e a hora "H" foi a hora prevista. Não podia passar daquilo, da hora "H".
O desembarque dos Aliados na Normandia estava previsto pro dia 5 de junho. Era noite de lua e de maré baixa. Porém, de repente, o tempo mudou e tempestades desabaram na região. Mas deus tudo certo.
O general titular da usou, na sua linguagem atravessada, um modo de dizer à população que estava tudo certo. Dia "D" na hora "H". Ou seja: que o início da vacinação contra a Covid-19 tinha data e hora marcada para começar. Não é verdade.
Nós, população brasileira, estamos mais perdidos do que cego em tiroteio.
Esse ministro, que não gosta de falar à Imprensa, é uma besta quadrada que nem o seu chefe.
Hoje está se completando um ano que a Covid-19 fez sua primeira vítima fatal. Foi um chinês de Wuhan, que se achava num criadouro ou mercado de animais.
A praga denominada Novo Coronavírus já infectou 90 milhões de pessoas mundo afora. Só no Brasil, mais de 8 milhões.
O mundo inteiro está sofrendo, está pagando pecados, mudando a rotina.
O compositor e instrumentista arranjador pernambucano Jorge Ribbas, diretor musical de um conservatório musical de Campina Grande, PB, telefona pra dizer que anda de cabeça pra baixo. Culpa da pandemia que a todos nos ameaça.
E Jorge contou um pouco de sua história pessoal. Que nasceu em Garanhus, PE, em março de 1964. "Sou filho da Ditadura", disse brincando.
Desse assunto eu conheço, pois sou da safra de 1952.
Em 1952, Vargas era o presidente paz e amor. Antes, de 1930 e 1945, ele foi o cão chupando manga. Prendia e arrebentava. Fez parceria com Deus e o Diabo e, assim, findou por dar identidade política, econômica e cultural ao Brasil de hoje sob as rédeas do ex-capitãozinho Bolsonaro.
No dia 24 de agosto de 1954, ele deu um tiro no peito. E foi-se.
Bom, Jorge contou que deixou Garanhus pra se aventurar na grande Campina Grande. Tinha uns 19 anos quando chegou lá, terra do mungangueiro Genival Lacerda. Lá cresceu e virou um gigante da boa música.
Engraçado, essa história me lembra outra. É o inverso.
No dia 12 de janeiro de 1944, nasceu em João Pessoa o menino que virou pintor chamado João Câmara Filho.
Eu tinha menos de 19 anos quando conheci João Câmara, que virou meu professor de História da Arte da divisão artística da Universidade Federal da Paraíba.
João Câmara tinha 16 anos quando trocou João Pessoa por Orlinda, PE. E lá continua compondo sua obra pictórica.
O que tem a ver Jorge, João e eu nessa história toda?
Jorge ainda muito jovem oferecia-se como professor de música de porta em porta.
João fazia o mesmo batendo de porta em porta, oferecendo seus quadros.
E eu com isso?
Bom, como pintor não fui lá grande coisa e no jornalismo encontrei o meu caminho, a partir dos jornais O Norte, Correio da Paraíba, A União, Projeção, Diário da Borburema e Rádio Correio da Paraíba, ofereci-me ao mundo.
Troquei João Pessoa pela Capital paulista em agosto de 1976. E o Jorge virou meu parceiro musical. Ouça:
O Brasil que pensa e sofre chorou ontem 7 a morte de 200 mil brasileiros provocadas pela Covid-19.
Triste demais.
Enquanto isso, o presidente saído das urnas em 2018 continua tirando sarro do povo. Vamos morrer mesmo, não é?
Os primeiros 100 mil mortos pela Covid foram registradas, oficialmente, no sábado 8 de agosto de 2020. Para lembrar, leia: COVID-19 MATA 100 MIL, NO BRASIL
Bolsonaro e seu governo não estão nem aí com a pandemia que tantas mortes já ceifou. Nem plano de vacinação ainda foi feito.
Bolsonaro prefere brigar com governador João Dória, de São Paulo, e dar rabissaca para o povo e o País.
A briga de Bolsonaro com Dória é uma briga que tem por alvo a politização da vacina contra a Covid-19. E nós que nos lascaquemos.
Até agora 50 países iniciaram campanha de vacinação contra o mau que, no mundo, já matou pelo menos 2 milhões de pessoas. O ranking é liderado pelos EUA e Brasil.
Os óbitos alcançados ontem 7 no País foram sucedidos pela boa notícia de pedido do Butantan e FioCruz à Anvisa para uso emergencial das vacinas chinesa e britânica, CoronaVac e Pfizer.
Mas como eu disse a pouco, ainda não há plano de vacinação traçado pelo Ministério da Saúde.
Incrível. Inimaginável. Estou chocado.
Não vi, mas ouvi o alarido da direita brucutu que invadiu ontem 6 o Congresso norte-americano.
Os brucutus ou cachorros loucos trumpistas babavam ódio e gritavam palavras de baixo calão contra o presidente eleito Joe Biden.
Os violentos malucos invadiram o Capitólio e fizeram uma quebradeira dos diabos. Quatro pessoas morreram. Entre elas uma mulher do lado Trump.
O quebra-quebra e ameaças visavam fazer com que o Congresso não reconhecesse a vitória de Biden. O argumento era: eleições fraudulentas.
Não demorou e a cópia malamanhada de Trump, Bolsonaro, deu as caras abrindo a boca pra dizer besteira: "Se nós não tivermos o voto impresso em 22, uma maneira de auditar o voto, nós vamos ter problema pior que os Estados Unidos".
O voto impresso é atraso total. E foi esse tipo de voto que gerou essa esculhambação toda nos EUA.
Bolsonaro carece de uma boa e novinha camisa de força. Isso sim.
A fala dele é para cada vez mais dividir o Brasil. Mas não podemos ter medo dele e do que ele diz.
Hoje 7 cedo recebi um telefonema do cantor e compositor pernambucano Luiz Wilson dando conta do falecimento do forrozeiro paraibano Genival Lacerda, conhecido como Rei da Munganga.
Genival, vítima da Covid-19, iria fazer 90 anos de idade no próximo dia 5 de abril.
O artista começou a carreia aos 25 anos de idade. Seus primeiros discos foram gravados no formato de 78 Rpm. Sua primeira gravadora foi a extinta Mocambo, de Recife. Sua primeira música: Coco de 56, dele e do parceiro João Vicente.
Genival gravou meia dúzia de 78 Rpm, 32 LPs e vários CDs. No total, uns 70 discos.
Genival Lacerda alcançou grande sucesso com Severina Xique-Xique, Radinho de Pilha (Ela deu o Rádio) e Mate o Véio, Mate.
Eu conheci Genival durante as comemorações juninas em João Pessoa, PB. Na ocasião ele fora contratado pela direção do extinto jornal O Norte, onde iniciei a carreira de jornalista. Faz tempo, né?
Quando fui convidado para apresentar o programa São Paulo Capital Nordeste, na Rádio Capital AM 1040, em 1998, convidei Genival para uma entrevista. Foto ao lado. Foi a primeira entrevista do programa, como artista.
Ele morreu depois de 38 dias internado num hospital da Capital pernambucana.
ARTÚLIO REIS: ARTÚLIO REIS, FORRÓ E SAMBA
O atual presidente do Brasil está fora do lugar. Não sabe o que quer, não sabe o que fazer.
O atual presidente do Brasil, se acha no caos.
O presidente de qualquer país procura fazer bem ao povo que o elegeu. Não é o que acontece conosco, brasileiros.
O atual presidente do Brasil joga contra o Brasil, apostando simplesmente numa parte que o tem como ídolo.
O atual presidente da República Federativa do Brasil é radical e tem um grupo minoritário igualmente radical.
O presidente atual do Brasil joga contra o Brasil. É um jogador sem técnica apurada, que chuta de bico. Pena.
Nem tem identidade pessoal tem. É um pária!
Vivemos um momento que nunca será esquecido pelos jovens e todos nós que formamos atualmente a nossa sociedade.
São cinco os países mais populosos do mundo, em números redondos:
Ontem 5 o atual presidente do Brasil diz que o País está "quebrado". Disse isso depois de dizer que a mídia, isto é a Imprensa, tem culpa pela pandemia que paira no nosso País.
Hoje 6, Dia de Reis, o mesmo presidente saído das urnas em 2018, disse ironicamente que o Brasil não está quebrado, "está uma maravilha".
Claro, hoje ainda ele aproveitou para descer a ripa de novo na Imprensa.
Meus amigos, minhas amigas, digam com franqueza: Vocês acham que o atual presidente merece se sentar na cadeira de presidente da República Federativa do Brasil?
O atual presidente do Brasil não dá bola pro Brasil.
Vivemos uma pandemia.
O mundo inteiro vive uma pandemia por um vírus maldito chamado coronavírus, que já matou 2 milhões de pessoas.
São cinco os países mais populosos do mundo, em cuja a lista se acha o Brasil.
Meu amigo, minha amiga, preste atenção: a China já está vacinando seu povo, a Índia também, os EUA idem, a Indonésia... Todos esses quatro países estão vacinando seu povo.
O Brasil ainda não tem sequer um planejamento para vacinação do seu povo. Triste, não é? Diante disso tudo, meu protesto:
| Visualizações do Blog do Assis Angelo em 2020 |
Meu amigo, minha amiga, estou de volta.
Quem me possibilita essa volta é Anna da Hora, estudante de Artes Visuais da UniÍtalo.
A Folha do dia 25 passado disse que Anna é estudante de Artes Plásticas. Também, né?
Artes Plásticas tem a ver com artes visuais e vice-versa.
Estou de volta neste 2021, cheio de esperança.
No ano que passou, este Blog foi visitado por 84.8 mil pessoas. É pouco, mas é muito se levarmos em consideração os temas aqui abordados: cultura e política, política e cultura, cultura e política.
Este Blog existe pra falar e discutir Brasil. E o seu titular, que sou eu, há anos não se acha nas mídias convencionais, como Rádio e TV.
É uma satisfação pessoal saber que este Blog é referência e ferramenta para quem tem interesse em cultura popular, especialmente.
No ano triste que passamos, cinco textos aqui publicados despertaram atenção e discussão de quem tem interesse pela história do Brasil. Para lembrar, clique:
A Internet é completamente importante na vida humana.
Em termos de internet, não é possível haver retrocesso.
O retrocesso será sempre possível pela idiotice humana.
Internet é máquina, além do ser humano.
Voltemos à Terra: 46% dos acessos a este Blog são de brasileiros, no Brasil. O 2ºdo lugar no que se refere a acessos à este Blog, coube em 2020 aos EUA: 28%. O 3º lugar, nesse ranking, coube à Alemanha: 7%. O 4º lugar, Itália: 5%. A Rússia, mãe da Sputnik V, apareceu em 5º lugar como o país que mais acessou este Blog: 3%.
E que todas as vacinas contra a Covid-19 sejam nos brasileiros aplicadas.
Pois é meu amigo, minha amiga, chegamos a mais um final de ano.
Não terei saudade de 2020. Terei pena desse ano.
O ano de 2020 marcou o maior desespero que o mundo já sofreu, nos últimos cem anos.
Quase dois milhões de pessoas morreram vítimas da Covid-19. Mas disso não quero falar. Eu quero dizer o seguinte: À esperança!
O que nos resta, como seres humanos, é a esperança e a solidariedade.
Caso não aprendamos com o maldito vírus que nos mata, dificilmente aprenderemos num futuro a sermos uno, unidos, parceiros, caminhando num mesmo caminho.
Este é o sétimo dezembro que vivo sem a luz dos olhos.
Eu quero aproveitar este espaço no último dia do ano pra mandar meu carinho, meu respeito, minha admiração, meu tudo de bom às pessoas que estiveram até este momento comigo: Carlos Silvio, Darlan Zurc, Anderson Gonzaga, Silvya Jardim, Cilene Soares, Ivone, Soraia, Anninha da Hora, Vito Antico. Poxa, eu amo quem me ama.
Ah! Essas pessoas lindas, meus tesouros, caminharam comigo profissionalmente expondo seus sonhos a mim e eu a elas.