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quinta-feira, 4 de abril de 2019

POBRE PAÍS DE "TIGRÕES"

O ministro Paulo Guedes, da economia, disse que em 2018 o Brasil gastou 700 bilhões de reais para pagar os aposentados. Nesse mesmo ano, foram gastos 70 bilhões na área de educação. Justificando o projeto de reforma da Previdência, Guedes disse que ou o Congresso aprova ou aprova, e se não aprovar o Governo quebra de vez.
O projeto de reforma da Previdência já tomou a atenção dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer, mas não foi em frente.Á época lula e dilma falaram claramente sobre a importância da aprovação de um projeto de equlíbrio á pravidência.
 Clique:
 https://www.youtube.com/watch?v=JRHKx3SDglA


E o motivo é simples: o projeto é totalmente impopular. E por falar em Previdência, o que se viu e ouviu ontem, 3,  na CCJ da Câmara foi um horror, muita baixaria.
Um deputado chegou a comparar Paulo Guedes a um Tigrão e a uma tchutchuca.
Na linguagem marginal Tigrão é o nome que se dá aos traficantes que nos bailes funk obrigam mulheres a satisfazê-los, sexualmente. Tchutchucas são essas mulheres. 
O funk veio da soul music. Coisa dos americanos do Norte, da periferia, dos arrabaldes e chegou ao Brasil nos já distantes anos de 1980. Entre nós ficou conhecido como "funk carioca". Esse tipo de ritmo ensurdece, deixam os ouvidos moucos. Faz um mal danado à sensibilidade humana. A barulheira é infernal. É música de putaria, como diz um amigo meu.
Lembrando o tal do Tigrão eu peço desculpa pelo post abaixo:


Um tal Leandrinho integrante ou ex integrante do Bonde do Tigrão, soltou uma nota à imprensa lamentando a provocação do deputado para irritar o ministro.Disse que isso não se faz. Também acho.
O Governo Bolsonaro está se mostrando um governo sem futuro sob quase todos os aspectos.
O Ministério do Turismo é uma josta. Prá que serve o Ministério do Turismo?
O caos que ora ocorre no Ministério da Educação é absolutamente sem precedentes. Nunca tivemos um ministro estrangeiro comandando esta pasta e o que esse cara está fazendo nem um doido absoluto deveria fazer. Não há projetos desse ministro. A cabeça dele parece completamente oca, tão oca quanto a de Bolsonaro e de seu alter ego ou guru, como queiram, Olavo de Carvalho.
Como pode um presidente da República ser tão influenciado por um boboca como esse Carvalho? Aliás ele mora na Virgínia, EUA...
A última do ministro da Educação, o mal educado Ricardo Vélez Rodriguez: disse que não houve golpe militar em 1964 e que os livros didáticos que tratam disso serão revistos.
Como papagaio, Rodríguez repete tudo o que o seu chefe diz.
É muita confusão que se vê em 3 meses de governo. A Educação está no lixo, como no lixo está cultura.
Um povo sem cultura é um povo perdido, sem rumo, sem futuro.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

É LOUCURA MATAR GENTE

O nosso mundinho feito por Deus está uma josta. Anda loucamente prá lugar desconhecido. E nele, dentro dele, perdidos também estamos nós.
A história contada na Bíblia Sagrada envolvendo pais e filhos e filhos e pais, uns por outros mortos, continua clara que nem o sol.
Matam-se adoidadamente por nada hoje em dia. Desde sempre. E as desculpas, quando as há, são as mais óbvias e inverossímeis. Exemplo? O sujeito mata o pai ou a mãe por nada. E nem sempre é condenado por isso. Basta dizer, aliás, que ouviu uma voz no pé do ouvido. Uma voz distante, uma voz não sei de onde... Pronto! O sujeito não vai prá cadeia, vai para um hospital de tratamento mental. Essa história e tantas outras acham-se em textos da literatura popular, também.
O poeta paraibano Leandro Gomes de Barros (1865-1918) falou muito dessas histórias doidas de que pessoas aparentemente normais são vítimas, e vice-versa, porque neste mundo tudo é doido, doidura. Somos fortes, belos e frágeis que nem cristais.
Mas, diachos!, por que estou falando sobre isso?
Num ano que não me lembro do século passado, um cara chamado Jim Jones, ordenou que cerca de mil pessoas se matassem. Naquela hora e tudo mais. E todos se mataram.
Mas por que estou falando sobre isso?
Foi, não foi, ouvimos notícia dando conta de que um americano qualquer, do Norte, invadiu uma escola e meteu bala. Isso nem é mais notícia, diga-se de passagem. Lá. Aqui, no Brasil, começa a ganhar forma essa ação amalucada.
Fora isso ainda tem aquela história de que o assassino é vítima de bullying...
O sofrimento é uma característica natural do ser humano. E é característica também tentarmos justificar o absurdo. O que aconteceu há menos de um mês em Suzano, SP, foi mais um desses absurdos em que o sujeito mata por matar e é perdoado por isso, pelo gesto trágico, dramático, praticado...
Quem perder que conte. Isso é dito popular.
Na primeira parte dos anos de 1940, o novaiorquino J. D. Salinger publicou um texto sequenciado no formato de revista contando a história de um menino de 16, 17 anos atormentado pela realidade. Nesse texto o personagem central, Holden Caulfield, demonstra suas contradições, a sua incapacidade de relacionar-se com naturalidade na escola e nos ambientes sociais. Era virgem e contava lorotas. Ele conta num fim de semana o que se passou com ele. É uma história simples, mas interessante.
Holden tem problema de tudo quanto é tipo e não confia seus pensamentos a ninguém. Exceção a sua irmã caçula, pequena, de dez anos talvez. Não tem papo com pai, não tem papo com mãe, o papo que tem com professor é rasteiro e inconsequente. Enfim, Holden é um alienado, sem futuro. Mas nem por isso saiu com uma metralhadora, um revólver ou uma faca matando quem encontrasse pela frente. O contrário do adolescente que invadiu a Escola de Suzano e matou alunos e professores.
O texto pulicado em formato de Revista por Salinger ganhou formato de livro em 1951.
A história, O Apanhador no Campo de Centeio, The Catcher in the Rye, transformou-se num sucesso estrondoso. Foi traduzido em várias línguas. E o resto desta história todo mundo sabe, inclusive que J. D. Salinger morreu aos 91 anos de idade. Em resumo: matar não é legal. Matar gente não é legal. Gente que mata gente não é, em suma, gente que presta. O mais, deixemos aos psicólogos e demais profissionais da mente.

ARY BARROSO NO SESC PINHEIROS. NÃO PERCA!




O 31 de março é um dia como outro qualquer. Não, o 31 de março não é um dia qualquer. Você sabe por que eu digo isso?
O dia 31 de março é um dia marcante na vida brasileira.  Nesse dia, em 1904 nasceu Araci Cortes. O nome de batismo de Araci era Zilda de Carvalho Espíndola, filha de um chorão de nome Carlos.
Araci Cortes foi pioneira em muita coisa bonita.
Essa Araci começou a vida artística com 16 anos de idade e já falando palavrão que era uma coisa maravilhosa, embora chocante para boa parte da sociedade da época. o rastro de Araci vieram Dercy Gonçalves e Aracy de Almeida, principal interprete feminina de Noel Rosa (1910-1937). O tempo passou e Araci Cortes transformou-se na Rainha das Atrizes do Brasil em 1937, dois anos depois no dia 16 de junho, ela interpretou Aquarela do Brasil pela primeira vez na revista “Entre na Faixa”, de Luís Iglésias.
Estão se completando 80 anos da primeira gravação de Aquarela do Brasil, feita pelo rei da voz Chico Alves (1898- 1952). Essa música Chico gravou no dia 18 de agosto de 1939. O resto é história. Isso tudo se acha no acervo do Instituto Memória Brasil, IMB. No IMB também se acham as raríssimas gravações de Ary ao piano. O LP que aparece  na foto aí foi lançado pela Funarte em 1984. Nele há faixa de Araci cantando e dando depoimento sobre a sua vida.
Atenção, pessoal! amanhã 2, às 10h, estarei falando sobre o samba Aquarela do Brasil e seu autor, o mineiro de Ubá, Ary barroso. Ao meu lado estarão as conterrâneas de Ary, irmãs cantoras que o Brasil todo conhece: Célia e Celma. Endereço? É ali no SESC Pinheiros,  R. Pais Leme, 195, Pinheiros, São Paulo. O papo é na faixa . Quer saber mais? Click https://musicaemletras.blogfolha.uol.com.br/2019/03/12/celia-e-celma-contam-e-cantam-a-vida-de-ary-barroso-em-curso-em-sao-paulo/



domingo, 31 de março de 2019

O ERUDITO E O POPULAR NUMA JANGADA LÍQUIDA

Bonita, sensacional, a apresentação dos meninos e meninas que formam a Orquestra de Metais Lyra
Bragança, que ouvi hoje 31 nas duas últimas horas da manhã na Sala São Paulo (acima).  No repertório títulos do erudito ao popular. Começou com Strauss, o craque a valsa vienense, e seguiu com Villa-Lobos e Ary Barroso.
Surpreendi-me com o tom dado pelos meninos e meninas regidos por Marcos Bonna especialmente no samba Aquarela do Brasil, do mineiro Ary Barroso. Arrepiei-me. O arranjo dado a essa música de Ary foi diferente dos muitos que já ouvi. Aquarela foi gravada pela primeira vez em Agosto de 1939, pelo rei da voz, Chico Alves.
A sala São Paulo esteve lotada com pessoas de todas as idades e sexos. Os aplausos a orquestra duraram minutos que pareceram horas. Lindo, lindo, lindo. Ainda há quem diga que brasileiro não gosta do que é bom. Ora, ora....Mais de 1300 pessoas aplaudiram a performance da Orquestra de Metais Lyra Bragança, que é de Bragança Paulista naturalmente.
Depois de assistir os meninos e meninas de Bragança fui almoçar, que ninguém é de ferro. No prato, um baião de dois para ninguém botar defeito. Em seguida voltei ao lar doce lar, troquei de roupa e fui findar a tarde escutando Schumann   (1810-1856) no Teatro São Pedro, que fica aqui perto de casa. No repertório, músicas que remetem ao triangulo amoroso em que se inclui Brahms (1833-1897).
Schumann como Brahms, marcaram tempo na história representando o romantismo.
Schumann foi um cara que comeu o pão que o diabo amassou, até suicídio ele tentou, atirando-se ao rio Reno.
Toda história romântica é besta e é besta porque é romântica e se não fosse o romantismo o que seria de nós pobres coitados, atirados neste mundo louco....?
Finda a tarde deste domingo, voltei ao meu quadrado e fui relaxar mais ainda, ingerindo uma Jangada,  que o amigo Rômulo Nóbrega trouxe especialmente de Campina Grande, enquanto eu ingeria a cachaça, no toca discos rolava a toada praieira assinada pelo mestre Dorival Caymmi (1914-2008). Essa eu divido com vocês. Click:






sábado, 30 de março de 2019

NO PAIAIÁ O MELHOR DE SEMPRE


Faz uma semana hoje 30 que estive mais uma vez no programa Paiaiá na Conectados apresentado pelo paiaiaense Carlos Silvio e que vai ao ar todo os sábados, ao meio-dia na rádio web Conectados.
É coisa boa. Digo sempre e direi: o programa Paiaiá é algo muito especial que  pode se localizar no mundo fantástico da Internet ( www.radioconectados.com.br ). Seu apresentador é um cara que tem uma cabeça pensante, no melhor sentido do termo. 
Ele pensa, age. É cultura boa, das boas, com que apresenta todos os sábados pela Conectados. Conectados é nome de uma rádio mantida pela Fundação Nossa Senhora Auxiliadora ( FUNSAI). Umas instituição filantrópica.
A FUNSAI é uma instituição que existe há mais 122 anos. Saiba como contribuir com uma doação acessando o site : www.funsai.org.br
Somando a minha idade e a idade de Carlos Sílvio, não chega as esses 122 anos.
Que saber mais sobre ela? Clique: www.funsai.org.br
Eu disse, no início,  que sábado estive,  mais uma vez, no programa Paiaiá. Na verdade, eu estive junto com o cartunista Fausto Bergocce o biógrafo de Rosil Cavalcanti, o paraibano Rômulo Nóbrega. Foi uma conversa muito boa, como boa é toda conversa que conta com a presença de Carlos Sílvio. Foi muito bonito o papo. Esse papo, aliás, foi registrado no traço (abaixo) do Fausto.
E não vou falar mais disso, pois melhor do que isso é ver e ouvir o que rolou no Paiaiá na Conectados.
Isso tudo aconteceu sábado passado 23 na Conectados. Óbvio. No dia seguinte estivemos eu e Rômulo,mais o cantador de Alto Belo MG Téo Azevedo, no programa Pintando o Sete. Levado ao ar todos os domingos pela Rádio Imprensa, a primeira FM do Brasil. Esse programa é apresentado há mais de 10 anos pelo cantor e compositor pernambucano Luiz Wilson. Foi tudo muito bom etc. Confira aí meu amigo,  minha amiga:  https://www.facebook.com/100009969570638/videos/843574785984833/UzpfSTEwMDAwMjEzNDQ0NDY2NDoyMTM3Mzk3MTIzMDA4MDgy 

sexta-feira, 29 de março de 2019

CULTURA POPULAR E CONFUSÃO PALACIANA

Ouço no rádio autoridades de alta patente falando sobre ruídos em Palácio. Eu, por mim, noto um bulício no País.
O Presidente eleito, Bolsonaro, parece que ainda não se deu conta de que é ele o chefe do Executivo. Nesse plano, ele parece que anda brincando de presidente. Na verdade, ele é presidente. E como tal deve se comportar, deve procurar unir pensamentos para solucionar os problemas que o Brasil todo enfrenta. Enfim são mais de 13 milhões de brasileiros desempregados e outros 5 milhões que já desistiram de procurar emprego. É triste, muito triste tudo isso. É triste o presidente da República não se dar conta da sua importância como triste é o número espantoso de brasileiros desempregados.
Vivemos um tempo de doidura infernal.
No Brasil, mais de 60 mil brasileiros são assassinados anualmente.
No Brasil tem crescido o número de mulheres assassinadas, inclusive por seus maridos e ex- maridos e ex- namorados, etc.
O ex-juiz e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, tem feito o possível e o impossível para convencer os senhores deputados e senadores a aprovar o seu pacote de medidas anti-crimes. Ouvi-o tirar de debaixo da toga, o velho dito popular: "não importa o cor do gato, importa que pegue o rato".
Ele falou isso numa referência a um pacote de idéias parecidas com as dele, que o ministro do STF Alexandre de Moraes também estará apresentando aos congressistas.
Mas ruídos, murmúrios e futricas palacianas à parte, o fato é que há desencontros lamentáveis que nos chegam ao conhecimento. Exemplo: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, alfineta o ministro Sérgio Moro dizendo que seu pacote anti-crime é uma espécie de Cttl C Ctrl V, mas Moro deixou para lá, não entrou na onda do Maia. Como se não bastasse, Bolsonaro dá umas alfinetadas no ego de Maia. E o pau canta. Não pode, né?
Como se tudo isso ainda não bastasse, tem o cabeçudo Olavo de Carvalho, mandando em Bolsonaro. Esse cara, gosta tanto do Brasil que foi morar nos Estados Unidos e de lá manda Bolsonaro fazer coisas horrorosas e pior, Bolsonaro faz. E foi assim que Bolsonaro pôs no comando das Relações Exteriores um cabra meio abestalhado de nome ernesto Araújo. Nada contra, mas parece que o cara tem a cabeça oca. E não me refiro à Zica. Coisas da vida, como diria Roberto Carlos.
E o ministro da educação heim!
Será que não temos um brasileiro capacitado, de verdade, para assumir o ministério da Educação?
São muito milhões de crianças e adolescentes carecendo de rumo no nosso País.
Há um tempo eu e Gereba compusemos um hino para a molecada que estuda na rede de ensino denominada CEU. Dominguihos, nosso grande sanfoneiro, gravou. Confira:


quarta-feira, 27 de março de 2019

O BRASIL PEGANDO FOGO...É O COMEÇO DO FIM


O JORNALISTA E PESQUISADOR DE CULTURA ESTÁ ATENTO A TUDO E A TODOS OS FATOS.

CLIQUE NO LINK E OUÇA:

https://soundcloud.com/user-41034881/assis-angelo-o-brasil-pegando-fogo-e-o-comeco-do-fim

A TERRA É AZUL, VIVA A MULHER NO ESPAÇO!


O JORNALISTA E PESQUISADOR DE CULTURA ESTÁ ATENTO A TUDO E A TODOS OS FATOS.

CLIQUE NO LINK E OUÇA:
https://soundcloud.com/user-41034881/assis-angelo-a-terra-e-azul-viva-a-mulher-no-espaco

LUA E MARTE NA CULTURA POPULAR


O Cosmos sempre foi alvo de curiosidade do homem, em todos os tempos. 
Não é de hoje que o homem quer voar, quer conquistar o espaço sideral e a outros planetas.
O satélite lua e o planeta Marte há muito são temas na cultura popular do mundo inteiro, inclusive no Brasil. Para lembrar:



A Nasa nunca apostou em mulher no espaço. É fato. Pioneiros nesse campo foram os russos. Não, não vou falar daquela história do Garrincha.
Ouço nas mídias a notícia do cancelamento de uma dupla feminina que faria manutenção na estação espacial. Na última hora a missão foi cancelada. Motivo: faltou uma roupa especial para uma das duas meninas.
No dia 12 de abril de 1961, o cosmonauta Yuri Gagarin achou no espaço a cor do nosso plante: azul.
Gagarin foi o primeiro homem a enfronhar-se nos mistérios do Cosmos. Depois dessa aventura, ele passou seus ensinamentos a um grupo de mulheres dentre o qual destacou-se Valentina Tereshkova.
Valentina foi a primeira mulher a voar em volta da Terra. 
Isso tem a ver com uma coisinha que eu quero dizer, agora: Bolsonaro quer alugar a Base de Alcântara para o seu amigo do peito, Trump. Para nós, brasileiros, isso não é bom. Como não é bom Bolsonaro determinar que se comemore nos quartéis o 31 de março. Ou seja, o dia do Golpe efetivado pelos militares, em 1964. E por falar nisso, o governador do Rio de Janeiro disse há pouco que o que ocorreu em 1964 não foi golpe militar. Segundo ele, foi um movimento patrocinado pelo próprio povo. Que coisa! O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Não sei de Quê disse coisas lamentáveis nessa mesma linha...
Valentina Tereshkova nasceu no dia 06 de março de 1947. Ela tinha 26 anos de idade quando foi ao Cosmos: Deu 48 voltas em torno da Terra no espaço-tempo de 71 horas, no dia 16 de junho de 63. Está viva e quer ser a primeira mulher a ir a Marte e lá ficar definitivamente.



Yuri Gagarin nasceu no dia 09 de março de 1934 e tinha 27 anos quando lá de cima viu a terra azul. Gagarin morreu no dia 27 de março de 1968, aos 34 anos.

MILITARIZAÇÃO

Bolsonaro e seus meninos quando abrem a boca é só prá dizer besteira. Boa parte dos ministros, também. O Ernesto Araújo, também. O da Educação, Vélez Não sei o quê, deve ter gostado da tragédia ocorrida na Escola Raul Brasil. Faz hoje duas semanas que a tragédia ocorreu, em Suzano, SP. Pois não é que nem o sangue das vítimas havia sido limpado e o ministro já estava mandando mensagem ao Secretário de Educação Paulista dizendo-se disposto a fazer o possível e o impossível para tornar a escola militarizada? A ideia gorou, pois o Secretário de São Paulo não lhe deu a mínima atenção. O Brasil, pelo jeito, pode ficar todo militarizado. Isso não é bom.

segunda-feira, 25 de março de 2019

CARLOS GOMES, FILHO DUMA TRAGÉDIA



A manhã do dia 26 de julho de 1844 trouxe a surpresa de um corpo feminino inanimado. Nele havia a marca de um tiro e quatro facadas. A vítima, Fabiana, tinha 28 anos de idade e era mãe de Antônio Carlos Gomes (1836-1896), a época criança de oito anos.
Até hoje não se sabe exatamente quem matou Fabiana. Suspeitas recaíram sobre um negro alforriado, Francisco, que teria sido usado por uma Maria poderosa, de alta linhagem burguesa. Era baronesa. Suspeitas também recaíram sobre o marido de Fabiana, Manuel, o Maneco.
O crime ocorreu no lugar hoje chamado Campinas, SP.
Na obra do maestro e compositor Carlos Gomes essa tragédia aparece de modo implícito. Mas aparece.
Carlos Gomes, uma sumidade nacional, é considerado o maior compositor erudito das Américas. A propósito: Gomes, apadrinhado por D. Pedro I, estreou artisticamente no Teatro ALLA SCALA de Milão, Itália, com a Opera Il Guarany, baseado no romance homônimo do cearense José de Alencar. Essa estreia deu-se na noite do dia 19 de março de 1870.
Sem dúvida: Antônio Carlos Gomes é um gênio, morreu pobre e tal, em Belém do Pará. Sua casa em Campinas não foi preservada, como preservada também não foi a casa em que viveu boa parte da vida o poeta baiano Castro Alves.
Eu escrevi um livro sobre Carlos Gomes.
No acervo do Instituto Memória Brasil se acham livros sobre o compositor campineiro e quase toda a sua obra, incluindo a primeira gravação completa (ai na foto), em três LPs, feita na extinta Continental. Essa gravação foi feita em 1969, portanto exatamente 50 anos.

domingo, 24 de março de 2019

Viva São José!



Um em cada nove municípios brasileiros, são 5570, trás o nome de um Santo. A informação é o IBGE. Dentre esses Santos, São José é o cara.
Há pelo menos 60  municípios com o nome de São José como Padroeiro. Até de Estado como o Ceará.
Em Pernambuco há 23 municípios cujo o nome começa com José. São josé do Egito, por exemplo.
São José é um Santo bonito. São José foi o companheiro de Maria: Maria de José, o carpinteiro, Mãe de Jesus.
Na tradição Cristã, São José é o padroeiro dos trabalhadores e da família.
São José é grande e em todo canto seu nome é grorificado.
O maior país católico do mundo é o Brasil. É muita gente acreditando em Deus, a ideia que se fez gente em Jesus.
Jesus apanhou para se lascar, e se lascou. Tudo em nome do Brasil e do mundo todo.
Hoje (19/03) é dia de São José, o Santo que em nome de Pedro manda chuva para onde acha-se necessário.
São José é tão grande que dá força e ilustra outro nome belíssimo: PAIAIÁ.
Paiaiá é um nome de origem indígena e significa coisa bonita, bela. E não é atoa que o nome que antecede Paiaiá é São José. Na Bahia há dois lugares com o nome de Paiaiá. Um fica localizado na região de Sabto Estavam.
Eu tenho um amigo, Carlos Sílvio, que nasceu lá em São José do Paiaiá.
Ah, não se esqueça que até na Califórnia, Estados Unidos, há os índios Paiaiá. Bom, né?
Estou falando de São José, porque São José, além de ter sido companheiro de Maria é pai de Jesus. É a esperança de chuvas em 19 de Março.
O dia 19 de Março é dia São José. Patenteado por Gregório XV.
Está chovendo pouco no Nordeste do Brasil,  mas o correspondente desse blog, em Campina Grande, PB, (Rômulo Nóbrega), garante que a tarde de hoje terminou com nuvens carregadas.
Obs.; esse texto foi escrito em 19 de março de 2019 e só postado hoje em função de alguns pequenos problemas de conexão de internet.

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