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segunda-feira, 10 de junho de 2024
ADEUS MARIA TAVARES!
DE NOVO CHEGOU SÃO JOÃO!
A agenda de shows juninos do artista pernambucano Cacá Lopes começou ainda em maio, quando levou o seu forró na Virada Cultural pra Biblioteca Municipal Lenyra Fraccaroli no Bairro Vila Carrão –SP.Dia 02 de junho fez sua estreia no São João de Caruaru com uma apresentação no Polo do Repente, acompanhado por três músicos da cidade e dois de São Paulo, a convite da Fundação Cultural de Caruaru.Dia 08 o artista se apresentou em Mogi das Cruzes-SP na Mostra Eles e Elas que decantam o Nordeste, produção de Elielma Carvalho via Secretaria de Cultura. Também esteve neste evento os poetas: Moreira de Acopiara, Varneci Nascimento, Cidrão (filho de Patativa do Assaré) Peneira e Sonhador, Lena Santos, o paraibano Jocélio Amaro, a escritora Nireuda Longobardi entre outros.Dia 11 (amanhã) Cacá Lopes estará às 18h com o Bloco do Baião na Praça das Artes (Complexo do Theatro Municipal de São Paulo), no Lançamento da Circulação SP Forró que vai percorrer até o final do ano várias Casas de Cultura e Centros Culturais da Capital.Dia 20 fará abertura do show de Alceu Valença em Araripina-PE, após um intervalo de 22 anos sem cantar no São João de sua cidade natal.29 dia de São Pedro Cacá Lopes encerra o mês junino com show no Projeto Kombi Cultural em Itaquera –SP.Esse ano (2024) o artista está completando 40 anos da gravação do seu primeiro disco, um compacto de produção independente com as músicas: BRILHAR e VOCÊ QUE SONHA, ambos de sua autoria.
Aí em baixo eu conto a história dos festejos juninos. Com muita música, claro:
LEIA MAIS: SÃO JOÃO DA PANDEMIA • A MELHOR FESTA DE SÃO JOÃO É AINDA NO BRASIL • ESTÃO DESCARACTERIZANDO O SÃO JOÃO • VIVA SÃO JOÃO!
domingo, 9 de junho de 2024
FOI UMA FESTA, PÁ!
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| Ricardo Kotscho e Assis |
Quando digo brasileiros quero dizer de brasileiros e brasileiras que vislumbram na boa luta um país melhor para todos.
A discordância entre nós brasileiros é lamentável.
Será que somos meros vira-latas que ladram e brigam à toa sem entender e sem aprender nada?
Fico matutando tudo isso cá com meus botões...
Gostei de estar na noite de sexta 7 última batendo palmas pra meu querido amigo e colega de profissão Ricardo Kotscho, que recebia como prêmio o troféu Audálio Dantas de Jornalismo. Foi no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, onde em agosto de 1998 os vereadores desta fantástica cidade me agraciaram com o título de Cidadão Paulistano. Mas essa é outra história.
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| Assis Angelo e amiga Denise |
Bom, cheguei à Câmara pelas mãos do amigo Magrão, que lá me deixou e seguiu pra compromisso em Pinheiros, zona oeste da Capital.
Na Câmara fui abraçado por muita gente bonita e lá mesmo fiz um novo amigo de infância: Júnior do Peruche, que disse estar escrevendo um livro sobre samba. Contei-lhe que fui amigo de Geraldo Filme e que tenho comigo ainda uma boa reportagem que escrevi sobre ele, publicada no extinto tabloide D.O. Leitura. Matéria Grande de duas páginas. A capa da publicação foi feita para ilustrar belo texto sobre o samba paulista assinado pelo craque José Ramos Tinhorão (1928-2021).
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| Denise, Assis Angelo, Paulo Markun; Ricardo Kotscho, Assis e Jr do Peruche |
Fazia tempo que Kotscho e eu não nos encontrávamos. E não custa dizer e repetir à exaustão: Kotscho é um jornalista que honra a profissão.
Foi uma noite bonita.
É isso!
Ah! Ia me esquecendo: voltei pra casa pelas mãos de Júnior do Peruche, que imita a voz do amigo Oswaldinho da Cuíca como ninguém.
LICENCIOSIDADE NA CULTURA POPULAR (104)
Hilda Furacão é o romance do mineiro de Ferros Roberto Drummond (1933-2002) adaptado para TV em 1998. No enredo a bela jovem Hilda se apaixona por um religioso considerado santo da cidade em que vive, Belo Horizonte. O real, mais uma vez, se mistura com a ficção.
O livro foi lançado em 1991.
No mesmo ano em que foi lançada a novela, Hilda Furacão virou paródia no programa Sai de Baixo, da TV Globo. Miguel Falabella interpreta a personagem título.
O religioso da história de Roberto Drummond é interpretado pelo humorista Tom Cavalcante.
Há um momento em que o religioso fala a assumir a Furacão, precisa largar a batina. No que, de imediato, ela fala: “Não precisa largar a batina não, seu trouxa! Basta suspender…”.
Os paraibanos José Américo de Almeida (1887-1980), José Lins do Rego (1901-1957) e Moacir Japiassu (1942-2015) legaram à posteridade obras originais como A Bagaceira (1928), Menino de Engenho (1932) e A Santa do Cabaré (2002), respectivamente.
Em Menino de Engenho, Zé Lins faz do personagem Carlinhos uma espécie de alter ego.
A história começa quando o menino presencia a morte da mãe pelo pai que é preso, colocado num manicômio e de lá some.
Levado à fazenda de um rico parente, Carlinhos descobre as delícias do sexo antes de ser posto num colégio de padres. Seu “professor” de putaria é um certo Guedes empregado da fazenda.
Carlinhos ganha o apelido de Doidinho no segundo romance do seu criador, Zé Lins.
Em Doidinho, Carlinhos passa a se excitar com muita frequência. Pensa na prima Maria Clara, na Maria Luísa e lê livros de safadeza que o tio Juca guardava no quarto. Foi estudar no Colégio, mas lá aprendeu muito pouco as letras que o avô tanto prezava.
No seu terceiro romance, Banguê, Zé Lins traz de novo Carlinhos e aí já grande.
A Bagaceira trata do dia a dia num engenho. No engenho de um coronel que violenta uma jovem de nome Soledade.
Esse coronel, Dagoberto, é pai de um advogado recém formado de nome Lúcio, que se apaixona por Soledade. Tem rolo. Virou filme.
Uma vez Japiassu me disse que era aparentado de Guimarães Rosa. Achei estranho, mas ele falou com tanta firmeza que não tive dúvida.
A obra de Rosa é toda recheada de encantos, incluindo amores proibidos.
Em 1888 Raul Pompeia (1863-1895) publicou na forma de folhetim o romance O Atheneu. Saiu no jornal Gazeta de Notícias, RJ. Nesse mesmo ano, o Atheneu foi à praça no formato de livro. Provocou muita polêmica.
Pompeia morreu quando tinha 32 anos de idade, afirmando não ser homossexual.
Logo após sua morte, Machado de Assis escreveu:
Raul Pompeia suicidou-se em casa, com um tiro no coração. Mas não morreu instantaneamente. Ele ainda teve tempo de perceber que a sua irmã, ao vê-lo, tivera uma crise nervosa; por isso, murmurou à mãe que cuidasse dela.
A polêmica ocorreu por causa da prática homossexual entre estudantes do Colégio que dá título ao livro.
Sobre o escritor cearense José de Alencar, já andei falando. Mas não custa dizer algo mais, né?
Alencar foi um dos mais inspirados e prolíficos escritores do século 19. Fez carreira no Rio, RJ. Foi jornalista, dono de jornal e tal. Seu primeiro grande sucesso literário aconteceu com a publicação do romance O Guarani, sua primeira grande obra publicada no formato de folhetim, em 1857. Virou ópera. A história se passa bem no começo do século 17, com estreia mundial na Itália. A Ária dessa ópera foi gravada por vários tenores, incluindo Caruso.
Ainda no século 19, a partitura de O Guarani foi impressa e vendida em várias partes do mundo. Até no Brasil. No Rio, as moçoilas de antigamente tocavam essa peça ao piano. Há registro disso no romance Casa de Pensão, do escritor naturalista Aluísio Azevedo.
Foto e reproduções de Flor Maria e Anna da Hora
sexta-feira, 7 de junho de 2024
KOTSCHO RECEBE PRÊMIO AUDÁLIO DANTAS
quinta-feira, 6 de junho de 2024
CIRANDA DE PEDRA: 70 ANOS
Em 1954, o Brasil comemorou os primeiros 450 anos de fundação do município de São Paulo. Nóbrega e Anchieta foram os fundadores, jesuítas chegados por cá naquele tempo.
Os jesuítas eram, nos primórdios, quase sempre mal recebidos por onde andavam. Mas essa é outra história.
Você minha amiga, meu amigo, certamente conhece tanto quanto eu a trajetória de sucesso literário da escritora paulistana Lygia Fagundes Telles (1918-2022).
Pois bem, Lygia estreou como romancista em 1954. Há 70 anos, portanto. O livro de estreia foi Ciranda de Pedra, que recebeu elogios inimagináveis do respeitadíssimo crítico Antonio Cândido (1918-2017).
Em Ciranda de Pedra a autora põe em movimento três mulheres, a princípio. Duas delas são filhas legítimas de pai e mãe, Otávia e Bruna.
Irmã de Otávia e Bruna por parte de mãe é Virgínia, a caçula.
A vida corre bem até quando os pais de Otávia e Bruna se separam. O rompimento do casal deve-se ao instante em que entra Daniel, um médico que põe de cabeça pra baixo a vida de Laura.
Laura é a mãe das três meninas.
O corneado é o marido de Laura, o advogado Natércio
Essa é uma interessantíssima história da craque Lygia Fagundes Telles. Virou novela da TV Globo.
Na classe média do mundo todo acontece o que conta Lygia em Ciranda de Pedra.
Na Ciranda de Lygia tem adultério a dar com pau.
Entre as personagens há uma que se casa, tem amantes e tal. E outra que acha no mesmo sexo, o feminino, o caminho do seu prazer sexual.
Fora isso, tem uma jovem virgem disputada por três machos.
Sim, mas o final não conto.
quarta-feira, 5 de junho de 2024
É PRECISO PRESERVAR O PLANETA
terça-feira, 4 de junho de 2024
LOBATO E PERSONAGENS ADÚLTEROS
segunda-feira, 3 de junho de 2024
HOJE É DIA DE JOSÉ LINS DO REGO
domingo, 2 de junho de 2024
LICENCIOSIDADE NA CULTURA POPULAR (103)
A Pedra do Reino, um calhamaço de 750 páginas, trata de histórias fantásticas.
Delícia de se ler, do velho Ariano, são também o Santo e a Porca e O Auto da Compadecida.
Nesse Auto, os personagens fazem estripulias impagáveis.
A santa Compadecida é interpretada pela atriz Fernanda Montenegro.
Além de santa, Fernanda também interpretou Teresa uma lésbica na trama criada por Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga. Título: Babilônia, que esteve no ar pela Globo em 2015.
Nessa novela ocorreu o primeiro beijo lésbico na TV brasileira. A respeito da personagem que interpretou, Fernanda declarou: “Considero o papel uma declaração de não preconceito a respeito da opção sexual”.
É bom que se diga que antes de Babilônia, a Globo pôs no ar a novela Amor à Vida. Essa novela, de Walcyr Carrasco, também tem personagens gays: Félix e Niko.
Depois disso, o tema virou feijão com arroz na telinha. Porém, não custa dizer que foi o cearense Adolfo Caminha (1867-1897) o primeiro escritor brasileiro a publicar um livro abordando de maneira claríssima a relação sexual entre pessoas do mesmo sexo. O caso se acha no livro Bom-Crioulo (1895), cujos personagens principais são o ex-escravo Amaro e Aleixo. Esse Aleixo é conquistado por uma cafetina e com ela teve a primeira transa. Gostou e por gostar deixou Amaro. Termina em sangue.
Do mesmo Caminha são os livros Voos Incertos (poesia, 1886), Judith e Lágrimas de um Crente (contos, 1887) e Cartas Literárias (crítica, 1895).
Do mesmo autor são os romances A Normalista (1893) e Tentação (1896).
A Normalista conta a história de uma menina que perde a mãe e o pai e é criada por um padrinho, que nutre por ela uma obsessão, chegando a engravidá-la.
Até parece que aí tem um dedo de Nelson Rodrigues, mas não. Nelson nasceu em 1912 quando Caminha já havia morrido há 15 anos.
Curioso nessa história também é o último livro de Caminha: A Tentação. Na trama há um troca-troca entre dois casais. E mais não digo.
Foto e reproduções de Flor Maria e Anna da Hora
sábado, 1 de junho de 2024
LICENCIOSIDADE NA CULTURA POPULAR (102)
Nísia publicou duas dezenas de livros, alguns na França. O primeiro deles, Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens, foi publicado quando ela tinha 22 anos de idade.
Estudiosos acreditam que Nísia Floresta baseou-se no texto inglês Woman Not Inferior to Men, sem autor conhecido, para escrever o seu livro de estreia.
O município Nísia Floresta ganhou este nome em sua homenagem. Fica a cerca de 40 km de Natal, RN.
No Rio de Janeiro destacaram-se Júlia Valentim da Silveira Lopes de Almeida (1862-1934) e Albertina Bertha de Lafayette Stockler (1880-1953).
Júlia publicou poemas, contos e livros. Falou de adultério e coisa e tal. Dentre seus livros destacam-se A Falência, A Viúva Simões e A Intrusa.
No romance A Falência (1901), a autora põe à baila questões sociais que tanto afligiam as mulheres.
Tempos patriarcais, no sentido mais completo. A protagonista Camila dá uns pulinhos de cerca com um médico amigo da família. Mais um triângulo, não é mesmo? Como terminará essa história, hein?
Em 1916 foi a vez de Albertina Bertha estrear em livro. Título Exaltação, um romance que deu o que falar.
O escritor Lima Barreto (1881-1922), em artigo publicado no jornal Gazeta de Notícias de 26 de outubro de 1920, destacou:
Depois de Balzac, de Daudet, de Maupassant, etc., o romance Exaltação de D. Albertina Bertha, na leitura, nos surge cheio de um delicioso anacronismo. Aparece-nos como uma novela de grande dama, linda e inteligente, para quem a existência só tem o merecimento e mesmo é o seu principal fim o de terminar o amor de um casal, senão de condição real, mas suficientemente principal.
Os triângulos amorosos na vida real e na ficção se sucedem desde sempre.
Esse tipo de amor triangular é encontrado também no romance Anna Karenina de Leon Tolstói (1828-1910).
A protagonista é burguesa e tal. Seu casamento logo dá vez ao tédio. Irrita-se com tudo referente ao maridão, inclusive com seu modo peculiar de andar e de comer. Mas com o corpo ardendo de desejo, ela começa a pular cerca. É uma viagem incrível que o autor russo nos propicia. Termina com um trem anunciando num apito a presença da morte.
Em tragédia também termina o clássico do gênero Madame Bovary, de Gustave Flaubert (1821-1880). A personagem central é uma jovem sonhadora, viciada em histórias românticas. Casa-se com um médico interiorano a quem premia com um belo par de ganchos na testa. Pois é.
quinta-feira, 30 de maio de 2024
DUAS OU TRÊS COISINHAS...
BIBLIOGRAFIA
LIVROS
CORDÉIS
MÚSICAS
ENTREVISTAS COM ASSIS
DEPOIMENTOS LEVADOS AO AR DURANTE O PROGRAMA SÃO PAULO CAPITAL NORDESTE — RÁDIO CAPITAL, AM 1.040
Opiniões
NOS JORNAIS E REVISTAS
“Assis Ângelo sempre soube emprestar aos seus enfoques culturais a agilidade do seu talento versátil”, artigo de Paulo Dantas, o suplemento cultural do Diário Oficial do Estado de São Paulo.“Assis Ângelo é uma espécie de guerrilheiro da crítica musical brasileira”, José Nêumanne, jornalista.“Assis faz a simbiose da música popular nordestina integrada ao magma paulistano”, Lourenço Diaféria em crônica para o Diário Popular.“Assis Ângelo, scrittore e giornalista, lotta per la preservazione della cultura e del patrimônio storico del Brasile”, reportagem de Lúcia Helena Oliveira e Eduardo T. Fiora para o jornal Il Corriere.“Assis Ângelo: o líder que não aceita lixo”, artigo da Revista Imprensa.“Assis Ângelo: Um porta-voz do Nordeste em São Paulo”, título de reportagem do Jornal da Paraíba.“Assis Ângelo an authority on brazilian regional music”, Bill Hinchberger em antigo para a revista norte-americana Variety.“A cultura popular não morrerá nunca”, Assis Ângelo em manchete do jornal Diário do Povo do Piauí.“Assis Ângelo promove o encontro do Brasil com sua riqueza musical”, reportagem do jornal paulistano Hora do Povo.
NOS DEPOIMENTOS DE ARTISTAS
“Assis Ângelo é um grande comunicador e poeta que exalta a nossa cultura, a nossa terra”, Raimundo Fagner, cantor e compositor.“Acompanhar as crônicas de Assis Ângelo é quase como conversar com ele: conhecimento tranquilo, empatia discreta, amor incrível”, Paulo Vanzolini, cientista e compositor.“Assis é a voz, o coração e o cérebro do nosso sertão”, Targino Gondim, sanfoneiro, cantor e compositor.“Assis Ângelo domina a árdua tarefa da pesquisa”, maestro Eleazar de Carvalho.“O compadre Assis é aquele soldado da palavra escrita e falada, que defende a Pátria-amada-gentil do jeito mais sublime. Que Deus sempre o ouça. E as pessoas também”, Rolando Boldrin, cantor e apresentador.“Mais que estudioso do folclore e da música popular, Assis Ângelo revela-se, um grande contador de histórias do povo”, Carmélia Alves, cantora.“Assis é uma das mais legítimas bandeiras alteadas em prol da música popular deste país. Eu continuo reverenciando o seu trabalho, desenvolvido com denodo e inteligência”, Luiz Vieira, cantor e compositor.
INSTITUTO MEMÓRIA BRASIL, IMB
- 150 mil fragmentos de cultura guardada e compartilhada - Rede Brasil Atual
- Jornalistas & Cia, Especial Cultura Popular: Roteiro Musical de São Paulo
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quarta-feira, 29 de maio de 2024
UMA TARDE COM OLD PARR E CUNHÃO!
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| Clarissa, Marcelo e Assis |
Quem bateu à porta já no final da tarde, carregando com insuspeita alegria um Old Parr, foi meu compadre jornalista Marcelo Cunha; que chamo de Cunhão.
Marcelo foi das pessoas que conheci na vida a mais aparentemente sabida. Certamente ele vai rir dessas cositas que horas estou a falar. Mas sem brincadeira. Eu o levei a trabalhar comigo no tempo em que eu dirigia o Departamento de Imprensa do Metrô de São Paulo. Isso faz 35 anos. Meu Deus! Daqui a pouco o tempo vai chegar e, quem sabe, capaz de eu achar que vou estar ficando velho...
Bom, a minha casa e o meu coração ficam bem quando chega um amigo ou amiga cá na minha casa.
Tenho respeito e admiração por Marcelo Cunha. O mesmo por sua mulher Ângela e crias Luiza, Isadora e Arthur.
Um dia vou perguntar ao Arthur se ele conhece a história do Rei Arthur. E se ele se interessar, contarei a história desse rei.
A vinda do Marcelo em visita cá em casa a mim trouxe muitas lembranças. Falamos de tudo e mais um pouco. Falamos da Cleide, que saiu do Metrô para cuidar da sua mãezinha lá em Santos; do Osmar japonês que não para de estudar a língua japonesa, sem aprendê-la; do Marquinhos fotógrafo que partiu sem se quer se despedir de mim e, do roqueiro Rodrigo...um covarde!
De repentemente o telefone toca e do outro lado é Maurício Pereira.
Conversa vai, conversa vem, o Marcelo pergunta se a minha ex-secretária Patricia tem ligado, tem me visitado...
Eu puxei pela memória e, posso estar errado, mas a Patty deve estar completando sei lá uns 42 no máximo. Digo isso contando meu tempo de vida: uns 50...sei lá! Quero dizer o seguinte: a querida Patty aniversaria amanhã 30. Beijos e parabéns, parabéns. Que a vida continue rendendo alegria e saúde pra você, Patty.
ATENÇÃO: RADIOCÊNICA NO AR!
terça-feira, 28 de maio de 2024
VISITA COM BOM PAPO CULTURAL
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| Batendo um rango: Alfredinho, Edson, Dantas do Forró, Fatel e Assis |
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| Assis Angelo, Alfredinho e Fatel Barbosa |
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