Um século
depois, em 1961, o jornalista piauiense de Teresina Carlos Castelo Branco, o
Castelinho, virava assessor de imprensa do presidente mato-grossense Jânio da
Silva Quadros. Sua passagem por esse setor, foi meteórica.Seguir o blog
quinta-feira, 18 de junho de 2020
CASTELINHO: 100 ANOS
Um século
depois, em 1961, o jornalista piauiense de Teresina Carlos Castelo Branco, o
Castelinho, virava assessor de imprensa do presidente mato-grossense Jânio da
Silva Quadros. Sua passagem por esse setor, foi meteórica.quarta-feira, 17 de junho de 2020
IMB É TEMA DE MATÉRIA NO JORNAL A UNIÃO
EROSÃO ESTÁ ENGOLINDO A TERRA
Dia disso e daquilo servem para reflexão. Exemplo?
Em 2006 ou sete convenci a deputada conterrânea Luiza Erundina a apresentar à Câmara um projeto para instituir o Dia Nacional do Forró. Foi aprovado. Esse dia, 13 de dezembro, serve para todos nós lembrarmos da importância do gênero musical criado por Gonzaga e Zé Dantas, em 1949.
Hoje é o dia nacional de combate à desertificação.
Esse dia foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O mundo está ficando deserto, ao contrário da população que se multiplica rapidamente.
Cerca de sete bilhões de pessoas habitam esse planetinha eternamente judiado pela maldade humana.
A Terra existe há cerca de 4,6 bilhões de anos. Mais um tempinho, daqui há um bilhão e meio, tudo vai pra o espaço.
Os mares avançam, engolindo praias e terras em volta.
A desertificação, a erosão, é visivelmente devastadora no Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco e Paraíba.
Em fins dos anos 80 o Rei do Baião gravou (Som da Gente, 1981) a pérola na forma de alerta composta por Walter Santos e Tereza Souza (Ouça, acima).
Meu amigo, minha amiga, você sabe onde se acha o ponto mais oriental das Américas?
Esse ponto, se acha há 14 quilômetros do centro da Capital Paraibana.
É nesse ponto do nosso Continente que o sol nasce primeiro. Pois é: é um privilégio ou não é?
Agora, atenção! O lugar, comumente chamado de Ponta do Seixas, está sofrendo com o avanço rápido das águas do mar. O cenário é triste. Veja:
terça-feira, 16 de junho de 2020
ACORDA BRASIL
Os ataques irracionais dos bolsonaristas contra a
Democracia me lembraram do dia 8 de dezembro de 1980, quando radicais de
direita atiraram contra a sede da Agência Brasileira de Reportagens, ABR, no
bairro paulistano de Perdizes. Eu e uma dúzia de colegas integrávamos essa
agência. Ninguém ficou ferido, só a Democracia.
O atentado em Brasília fez-me lembrar, também, de
reportagem que publiquei na Folha, denunciando a ausência do Estado na
periferia do município paulista de Ribeirão Pires. O Estado me processou, em
1983, mas fui absolvido.
Estamos vivendo momentos perigosos e de angústia.
Essa onda de violência provocada pela direita
radical faz com que fiquemos todos em estado de alerta.
O atual ministro da justiça e e segurança, André
Mendonça, acaba de invocar a lei de segurança nacional contra o jornalista
Ricardo Noblat e Aroeira, autor de uma charge que associa Bolsonaro ao Nazismo.
Os cidadãos de bem e as entidades democráticas
não podem se descuidar do que ora ocorre em Brasília.
Quem não lembra dos ataques incendiários às
bancas de revistas, entre 1979 e 1980?
E da bomba que explodiu na Sede da OAB, em 1980?
E do atentado ao Rio Centro em 1981?
E do atentado contra o Estadão em 1983?
Não podemos nos esquecer disso nem das outras barbáries
cometidas contra a democracia no tempo da ditadura militar (1964-85).
O Brasil não pode ser tomado pelas forças
irracionais do obscurantismo.
Não custa lembrar: em 1983, a Lei de Imprensa,
foi aplicada pela última vez, acho, contra mim. À época o governador de São
Paulo era o biônico José Maria Marim, em última instância o cara que levou o
jornalista Vladimir Herzog (1937-75) à morte, nos porões do DOI-Codi.
No Brasil o presidente
Torce por ditadura
Gosta de quem não presta
E de quem presta ele tortura
Que bicho tem na cabeça?
Um vírus doido, sem cura!
Aparece na tevê
Com pinta do Grande Irmão
Aquele do George Orwell
Sujeito sem coração!
Bolsonaro quer o povo
Comendo na sua mão
Pandemia da burrice
Ataca bolsonaristas
Que aos berros vão às ruas
Detonando jornalistas
Como nos velhos tempos
Faziam os nazi-fascistas
Os bobos dançam de quatro
Como pede o presidente
É uma dança esquisita
Uma dança diferente
Como diria Gonzaga
No seu cantar inocente...
Leia mais acessando: https://institutomemoriabrasil.com.br/
segunda-feira, 15 de junho de 2020
BRASIL, POBRE BRASIL. QUE VERGONHA!
domingo, 14 de junho de 2020
O NEGRO NA HISTÓRIA (1)
ESTOU FELIZ. VOLTEI A FAZER CAFÉ
sábado, 13 de junho de 2020
SEM BALÃO NO CEU
Estou falando dos festejos juninos que foram suspensos ou cancelados neste inesquecível 2020.
O amigo Carlos Sílvio conta que artistas nordestinos, como ele, estão se apresentando no Arraiar Virtual. Entre os nomes famosos do forró, da cachaça e da fogueira, têm comparecido à internet, em sessões lives, Adelmario Coelho, Elba Ramalho, Flávio José, Targino Gondin, Alceu Valença.
Em maio passado, Sílvio entrevistou Adelmario. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=FXlGrhg9k8E
A cantora Anastácia, chamada de Rainha do Forró sequer sabe o que é live. Está na dela. A propósito, ontem 12 à noite ela ligou feliz da vida pra dizer que nas plataformas tipo Spotify já podem ser ouvidas 5 músicas novas de sua autoria que sairão em discos brevemente, após a Pandemia.
E viva Santo Antônio! E viva São João! E viva São Pedro! E que ninguém encha o ceu e balões!
Curiosidade: uma em nove cidades brasileiras trás o nome de Santo da Igreja Católica. Isso quer dizer que há cerca de 650 cidades que atendem, Brasil a fora, pelo nome de um santo. São José dá nome a 60 cidades brasileiras, seguidos de São João (54), Santo Antônio (38), e São Francisco (27).
O nome completo de Paiaiá, povoado baiano há 225 km de Salvador é São José do Paiaiá, cuja população anda na casa de 600 pessoas. "Mas com a minha saída, é possível que a população tenha diminuído", diz o engraçadinho Sílvio, que logo mais (às 19h; Intagram @cspaiaia) entrevistará Jorge Rivers, cantor e compositor angolano, autor de We Are Together. Essa música fala da Pandemia dos tempos nervorsos que ora vivemos, é interpretada em 5 línguas. Ouço:
https://www.youtube.com/watch?v=9Dh30asiqas
Téo Azevedo e eu compusemos uma marchinha junina para o amigo Emídio Santana gravar.
Letra: Assis Ângelo Música: Téo Azevedo Interpretação: Emidio Santana
Para ouvir é só clicar:
É TEMPO DE FESTA JUNINA (1)
sexta-feira, 12 de junho de 2020
NAMORO SEM CANJICA
Pela primeira vez os festejos juninos são suspensos no país inteiro. Motivo? O coronavírus.
Não faz sentido nenhum fazer São João fora de época.
Hoje 12 é o Dia dos Namorados.
No São João tradicional, celebrado no dias 13, 24 e 29, tem quadrilha, fogueira, pamonha, canjica e muita música.
Amanhã é o dia de Santo Antonio, que entrou na cabeça do povo como o Santo Casamenteiro.
Santo Antonio nasceu em Lisboa e morreu em Pádua, antes de completar 30 anos de idade, solteirinho da silva.
Quer saber mais? Clique:
https://assisangelo.blogspot.com/2014/06/hoje-e-dia-de-santo-antonio.html
As festas juninas tem história, no Brasil e no mundo. Confira:
DIA DOS NAMORADOS
O Dia dos Namorados, no Brasil, foi criado pelo pai do governador Dória. Ele fez isso para movimentar o mercado, os consumidores de tudo quanto é tranqueira.
Em 1964, o paraibano Geraldo Vandré gravou a pérola Samba em Preludio. Essa música é de autoria de Vinicius e Baden Powell, de Ana Lúcia e Vandré. Clique:
O CRIMINOSO BOLSONARO
quinta-feira, 11 de junho de 2020
O BRASIL, SEGUNDO TOM
quarta-feira, 10 de junho de 2020
A DEMOCRACIA CORRE RISCO
O Brasil volta a viver momentos de grande apreensão.
Não à toa, o governo Bolsonaro continua militarizando o Ministério da Saúde e outros ministérios. São cerca de três mil o número de militares da ativa e da reserva atuando no governo. Muitos deles, em postos chave.
As lamentáveis e perigosas ações que o Presidente tem efetivado são inadmissíveis ao posto que ocupa. Igualmente perigosos e lamentáveis são seus seguidores. A democracia corre risco. É preciso que todos estejamos atentos.
Há poucos dias a sociedade civil está se organizando em movimentos como o que traz a assinatura do ex-presidente FHC, Ciro Gomes, Marina Silva, Fernando Haddad, Luiza Erundina, Sepúlveda
Lula recusou-se a assinar esse manifesto, que tem por título, Estamos Juntos.
Justificando o fato de não endossar esse manifesto, Lula disse que não assinaria papel algum em que se achasse pessoas ou personalidades que apoiaram "o golpe contra Dilma".
Ciro, por sua vez, no seu jeito "pega pra capá" de ser, disse que quem não assinasse documento público contra Bolsonaro é "traidor".
O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva sempre foi um político de pensamentos e ações radicais. Ele mesmo disse há sete anos, que se o seu projeto de Constituição tivesse sido aprovado pelo Congresso Constituinte, "o país ficaria ingovernável". À época (1988) o PT era representado por apenas dezesseis deputados federais.
Em 1988 eu respondia pela Chefia de Editoria de Política do jornal O Estado de S.Paulo. E semanalmente publicava debates que eu mediava no Estadão. De um desses debates participaram, Lula, Sepúlveda Pertence, José Serra... (registro acima).
Os brasileiros de bem têm que se juntar contra o governo Bolsonaro, pelas loucuras que tem anunciado e cometido.
WILSON SERAINE
O amigo pesquisador de cultura popular Wilson Seraine telefona de sua terra, Piauí, pra dizer que lá está chovendo. Lembrou que a crise sanitária piorada pelo Coronavírus está um horror, fazendo mal a todo mundo. Tomara que isso tudo logo acabe. Seraine concluiu dizendo que tem sentido saudade das rodas de viola. Do Piauí, pra mim, estão chegando doce de buriti, rapadura, cordel e livros. O que tenho a dizer? Obrigado, Seraine.
terça-feira, 9 de junho de 2020
BOLSONARO VIRA LENDA URBANA
segunda-feira, 8 de junho de 2020
O TERRÍVEL MALAMÉM...
domingo, 7 de junho de 2020
SE ESSA MODA PEGA...
Um ser sobe num cavalo...
O simbolismo, muitas das vezes, é marcante.
Bolsonaro desceu de um helicóptero pago pelo bolso brasileiro.
O mesmo Bolsonaro, contrariando todas as normas de saúde, sobe num cavalo.
A imagem que fica é, para mim, o apocalipse montado num cavalo.
Quando ouvi no rádio e na TV essa história, lembrei-me de Calígula.
Ele foi o terceiro imperador romano, entre 37 e 41 da Era Cristã.
Calígula foi no seu tempo um governante o mais violento possível. Matou, mandou matar, estuprou e, assim, satisfez-se em todas as orgias.
Tudo pelo poder.
Tempos passaram e o Bonaparte virou inspiração de Hitler, que viu em Mussolini o seu complemento.
Não podemos esquecer: Nero se matou, Hitler se matou.
Na América Latina também houve napoleônicos e hitleristas, mussolinistas etc.. Exemplos? Stroessner, Videla, Pinochet, Chavez, Fidel...
E por cá já tivemos Getulio, Medici, Geisel...
Mussolini, Hitler...
O que estamos vendo hoje no Brasil é um perigo dos infernos.
O juiz decano do STF Celso de Mello disse o que disse no WhatsApp de caso pensado.
Com isso, falou fora dos autos que Brasil, América Latina e o mundo correm perigo.
Tudo pensado, como, aliás, Bolsonaro e seus milicianos o fazem.
O treinamento militar de milicianos está sendo feito nos subterrâneos da internet (deep web).
O ser descendo do céu, que meus olhos cegos viram, parece cena apocalíptica...
O mesmo ser, montado num cavalo, enquanto 30 mil mortos se estendem no chão...
Esse ser, simbolicamente, pode ser Calígula ou Napoleão, faltando-lhe apenas uma espada.
O acervo do Instituto Memória Brasil (IMB) tem discos com discursos, entre outros, de Hitler Mussolini, Geisel, Medici...
JORNALISTAS & CIA DISCUTE FUTURO DO JORNALISMO
Os depoimentos indicam a natural preocupação de todos nós temos sobre o futuro que invade nossa porta, com fúria.
A crise política, econômica e sanitária que desabou sobre o mundo vai deixar marcas profundas, indeléveis.
Desgraça de todos os tipos marcaram o mundo desde o dilúvio.
A literatura mostra pandemias como as provocadas pela peste negra e espanhola. No Brasil, inclusive.
A peste Negra, ou bubônica, matou um mar de gente nas três vezes que mostrou sua cara, nos séculos XIV, XVII e XIX.
Em 1918, a gripe Espanhola matou pelo menos 350 mil pessoas no Brasil. Isso em menos de 3 meses. Um horror. Ler Chão de Ferro, de Pedro Nava; e as memórias de Nelson Rodrigues.
A Imprensa não apendeu muito com essas desgraças, até porque ainda engatinhava.
As pessoas nada ou muito pouco aprenderam com isso tudo que passou. Pena, fazer o que?
Essa edição especial deve ser lida, relida, espalhada e depois arquivada com carinho por todos aqueles que fazem Jornalismo e encontram no Jornalismo a via básica para a consolidação da Democracia, ora tão massacrada pelos poderosos de plantão.
A newsletter Jornalistas & Cia tem demostrado no correr dos últimos 25 anos sua importância para formandos e formados em Jornalismo. É o que eu acho. E acho também que haverá grandes adaptações na prática do Jornalismo. As redações, por exemplo, se multiplicarão nas moradias dos profissionais, que redigirão colunas e tal. Darão entradas ao vivo no Rádio e TV etc. Mas a figura do repórter continuará tão importante quanto hoje, pois dela dependerá a notícia que estará sempre na rua.
Com essa edição especial de Jornalistas & Cia, o Diretor Eduardo Ribeiro fez mais um gol de placa.
Ah! Sim, ia-me esquecendo: a edição aqui referida finda com o cordel Jornalismo e Liberdade nos Tempos de Pandemia (capa Fausto, acima). De minha autoria, modéstia à parte.
Confira:
http://emkt.jornalistasecia.com.br/emkt/tracer/?2,6262003,55599147,bf0b,1
Em momentos diferentes, o radialista Carlos Sílvio, levou ao seu programa os jornalista Edu Ribeiro, Ignácio de Loyola Brandão, Sílvio Lancellotti, Paulo Caruso, e José Hamilton Ribeiro.
Confira, clicando:
https://www.youtube.com/watch?v=kYS5RhoNPz0&t=281s
https://www.youtube.com/watch?v=VPhFmJrWBVE&t=404s
https://www.youtube.com/watch?v=ugfb8PuCN1Q&t=767s
https://www.youtube.com/watch?v=q5MaashLQ8M&t=1262s
https://www.youtube.com/watch?v=fwZf5d38T20&t=6s
COVID-19 CARREGA REPENTISTA
A Covid-19 continua matando gente atuante em todas as áreas, no mundo todo.
Nos últimos 3 meses a Pandemia que caiu em todos os recantos da Terra matou músicos, poetas, médicos, enfermeiros etc. No Brasil, inclusive.
Edivaldo da Silva foi o primeiro poeta repentista que a Covid levou ao túmulo. Era cego. Tinha 48 anos e seu berço foi o município paraibano de Monteiro, a 300 km da capital João Pessoa.
O repentista morreu quinta 4, na capital paulista. Deixou vários discos gravados.
Um dia depois da morte de Edivaldo da Silva, foi a vez de nos deixar o poeta cordelista Arievaldo Vianna. No diz seguinte 6, partiu para a Eternidade outro cordelista: Luiz Eduardo Serra Azul.
DÉBORA GARCIA
A poeta Paulistana Débora Garcia idealizadora do Sarau das Prestas é a convidada especial do apresentador Carlos Sílvio. Ela vai estar falando sobre questões raciais, sempre em pautan no programa Em Quarentena.
Para acompanhar o Instagram: @cspaiaia
sábado, 6 de junho de 2020
ARIEVALDO É ESTRELA NO CEU
Ontem 5 sexta fez uma semana que o Brasil perdeu um dos mais importantes poetas da cultura popular: Arievaldo Vianna.
Ari, como as pessoas das suas proximidades o chamavam, deixou uma trintena de livros e mais de uma centena de folhetos de cordel publicados. "Juntando o que ele e eu publicamos chega à casa dos 300", diz o irmão de Ari, Klévisson Vianna.
Conheci de perto o Arievaldo.
Ele era um cara bonachão e cheio de graça. Tinha uma agilidade mental das mais brilhantes. Era bom de verso, traço, copo e piada.
Ari era um artista completo, daqueles que cativam de bate pronto.
Depois de ler pra mim o cordel que escreveu em homenagem ao irmão, Klévisson contou-me que hoje o Ceará perdeu o cordelista Luiz Eduardo Serra Azul.
Luiz Eduardo partiu antes do tempo, como Ari. "Os dois tinham um medo danado de médico", lembra Klévisson.
Leim:
A CENSURA ESTÁ CHEGANDO...
Já chegou a 35 mil o número de mortes provocadas Covid-19. Isso, no Brasil.
A Pandemia da Espanhola durou cerca de 3 meses. E em 3 meses, cá no Brasil, esses números já se empareiam.
Em menos de 1 mês, o Brasil teve 2 ministros da Saúde. Mandetta e Teich. Hoje, o Ministério está sem ministro.
Até há poucos dias os números de mortes curados e contaminados eram divulgados às 17hs. Depois, às 19hs e, agora, às 22hs.
Ninguém precisa ser considerado gênio por entender que aí tem o dedo malandro e pornográfico da Censura.
O Governo Bolsonaro está testando o povo e as instituições democráticas.
O sonho de Bolsonaro é implodir a Rede Globo, a Folha, O Estadão e tudo que possa significar entraves no seu comportamento e ações.
Bolsonaro segue passo a passo os movimentos do seu ídolo Trump.
Primeiro disse que o Coronavírus era uma "gripezinha".
Depois disse que essa "gripezinha" era invenção de laboratório chinês.
Disse também que Cloroquina era a salvação da lavoura.
E disse muito mais.
O presidente Norteamericano acusa de arruaceiros os manisfestantes que foram as ruas protestar contra o assassinato do George Floyd.
Bolsonaro, ao saber disso, já começou a xingar as pessoas que prometem ir às ruas amanhã 7 contra seu Governo.
Tudo que o Trump faz, Bolsonaro tenta fazer.
O número de mortes pela Covid-19 nos EUA, já passa de 100.
O Tump disse essa semana que ainda bem que não seguiu o comportamento do seu fã brasileiro, no tocante às medidas tomadas contra o Coronavírus, "tal ok?" Se tivesse feito isso, o número de pessoas mortas por essa pandemia chegaria a 2,5 milhões.
Bolsonaro, não sei não é no mínimo um sem noção.
BOLSONARO TIRA O SONO DO BRASIL
DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
quinta-feira, 4 de junho de 2020
JORNALISMO É HISTÓRIA
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