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| Xilogravura de Regina Drozina |
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| Valdeck, Assis Angelo e Regina no Instituto Memória Brasil |
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| Xilogravura de Regina Drozina |
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| Valdeck, Assis Angelo e Regina no Instituto Memória Brasil |
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| Ilustração de Fausto Bergocce |
| Geraldo Nunes como repórter-aéreo, em 2004 |
É dever do Estado, da sociedade e da família assegurar à pessoa com deficiência, com prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à sexualidade, à paternidade e à maternidade, à alimentação, à habitação, à educação, à profissionalização, ao trabalho, à previdência social, à habilitação e à reabilitação, ao transporte, à acessibilidade, à cultura, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à informação, à comunicação, aos avanços científicos e tecnológicos, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, entre outros decorrentes da Constituição Federal, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo e das leis e de outras normas que garantam seu bem-estar pessoal, social e econômico.E destaca mais:
A pessoa com deficiência tem direito ao trabalho de sua livre escolha e aceitação, em ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas.
Atualmente, aposentado, Geraldo Nunes escreve livros sob encomenda. Mas, segundo ele, poderia estar atuando na reportagem ou dirigindo uma redação, pois talento para isso não lhe falta.
Quanto a mim, faço minhas as palavras dele. Com um agravante: procurei sarna pra me coçar ao decidir adaptar Os Lusíadas de Luís de Camões para Canto e Cordel. O meu desejo, com isso, era levar a adaptação da obra-prima de Camões ao teatro como Ópera Popular. Não, não está dando, mesmo sendo 2022 o ano de comemoração, por que não dizer, da primeira edição de Os Lusíadas.
Os Lusíadas foi publicado em 1572, em Portugal.
Como cego dos olhos, apenas dos olhos, a meu modo continuo a ver a vida. Ouça: POEMAS DOS OLHOS
Um dos meus maiores desejos atualmente é voltar às rádios, ou televisão, para apresentar um programa provisoriamente intitulado Visão Cidadã.
Enquanto isso, continuo escrevendo poemas, canções e folhetos de cordel.
Você conhece o Instituto Memória Brasil? Clique: https://institutomemoriabrasil.com.br
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| Assis Angelo e Getúlio Mac Cord |
GETÚLIO MAC CORDTodos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade...Noutras palavras: é livre o ir e vir, movimento esse garantido firmemente pela Constituição. Infelizmente na prática, porém, isso não ocorre 100% como deveria ocorrer.
São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados…Números divulgados pelo IBGE em 2019 indicavam que mais de 13 milhões de brasileiros viviam na pobreza.
Quase 46 milhões de brasileiros declararam ter algum grau de dificuldade em pelo menos uma das habilidades investigadas (enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus), ou possuir deficiência mental / intelectual (…) A deficiência visual estava presente em 3,4% da população brasileira; a deficiência motora em 2,3%; deficiência auditiva em 1,1%; e a deficiência mental/intelectual em 1,4%...Em 2013, eu perdi a visão dos olhos.
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Assis Angelo e Jarbas Mariz |
Amanhã 24, a partir das 15h, estarei proferindo palestra no espaço cultural Fábrica de Cultura.
No último fim de semana, o jogador do Corinthians chamou de macaco um jogador
do Internacional. O corintiano acusado, Rafael Ramos, português, foi preso em
flagrante e levado à Delegacia para esclarecimentos, foi solto após seu time
pagar fiança.
Lamentável, sob qualquer aspecto. E isso tem origem.
O
professor João Baptista conta no seu livro que os programas de rádio com
auditório atraíam, e ainda atraem, público diverso:
“Tão acentuada é a presença da mulher de cor entre esses frequentadores de auditórios, e é de tal maneira efervescente, barulhento e espetaculoso o seu comportamento, que nos meios radiofônicos tais grupos promocionais são chamados depreciativamente de “macacas de auditório”, numa alusão direta àquelas generalizações populares que procuram identificar características negróides a traços simiescos.”Mas, evidentemente, no geral o rádio representa muito no Brasil.
“O Rádio sobreviveu e sobrevive a toda evolução no mundo inteiro. Desde a chegada da Televisão que se popularizou até a chegada da Internet e todas as suas ferramentas até aqui criadas, o Rádio se mantém na liderança como o principal veículo de comunicação.Pois é, apesar de tudo.
Como Radialista, digo que o Rádio é o maior companheiro, sendo a principal razão de que uma vez sendo um meio de comunicação auditivo podemos escutá-lo enquanto realizamos outras atividades, desde os afazeres domésticos às mais variadas funções.”
VEJA E OUÇA MAIS:
CLAUDIO JUNQUEIRA NO PAIAIPA NA CONECTADOS
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SÍLVIO MENDES NO PAIAIÁ NA CONECTADOS
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JÚLIO MEDAGLIA NO PAIAIÁ NA CONECTADOS
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PAULO CARUSO NO PAIAIÁ CONECTADOS
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JOSÉ HAMILTON RIBEIRO NO PAIAIÁ NA CONECTADOS
Foto e reproduções: Flor Maria e Anna da Hora.
“Do total de radialistas, 1.854 (83,7%) são homens e 362 (16,3%) são mulheres: destas, 334 (15%) são brancas e apenas 28 (1,2%) são de cor; enquanto no grupo masculino, 1.610 (72,6%) são brancos e 244 (11,4%) são pretos ou mulatos. Observa-se portanto que o número de homens brancos não chega a ser 7 vezes o total de profissionais não-brancos, ao passo que o número de mulheres brancas chega a ser quase 12 vezes o de mulheres de cor. Nota-se, também, que o total de profissionais brancos mal atinge 5 vezes o número de mulheres brancas; já o número de profissionais de cor chega a ser quase 9 vezes superior ao total de mulheres não-brancas.Os dados antigos, dos anos de 1950.
No grupo branco, as 334 mulheres correspondem a 17,6% do total de profissionais; por sua vez no grupo de cor, as 28 mulheres representam 11,4% do total de radialistas com as mesmas características raciais. Estes dados permitem estabelecer a percentagem diferencial entre elementos brancos e de cor, nas diferentes categorias de sexo: dentro do grupo feminino, 92,3% são brancas e 7,7% são de cor. No masculino, 86,8% são brancos e 13,2% são pretos ou mulatos.”
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| Carlos Silvio (esq.) e Salomão Ésper |
"Em várias áreas, o negro ainda tem pouca representatividade. Fato. No mundo do rádio, não é diferente.Pois é, e o problema se agrava. Sempre.
Uma rápida passagem pela memória, não conseguir lembrar, de bate-pronto, se há negros trabalhando no rádio paulistano. Ou há?
Num País mestiço como o Brasil, em que muitas vezes pessoas se identificam como 'moreno' ao invés de negro, a ausência é mais evidente.
Quando morava na Bahia eu ouvia muito as transmissões futebolísticas, pela Rádio Sociedade da Bahia, uma das principais vozes era o narrador Silvio Mendes, um negrão.
Hoje, com 76 anos e narrando futebol pela Rádio Metrópole e Salvador, Mendes diz que vai narrar futebol até os 80 anos.
Mendes simboliza que o negro pode e deve estar em todos os lugares e profissões, sem que haja a necessidade de incluir em qualquer tipo de 'cota'.
Negro, assim como o branco, amarelo, albino ou sei lá o que mais, é capaz"
No próximo domingo 22, a partir das 14h, o poeta e cantador Téo Azevedo vai lançar o livro Léxico Catrumano. O lançamento será no espaço cultural Casa di Fatel. Está todo mundo convidado.

"Toffoli nega abertura de ação de Bolsonaro contra Moraes no STF
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta quarta-feira 18 a notícia-crime apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro contra o ministro Alexandre de Moraes por abuso de autoridade. O argumento de Toffoli é de que os fatos descritos na ação proposta por Bolsonaro não trazem indícios de possíveis delitos cometidos por Moraes, relator de investigações que miram o presidente. Também nesta quarta, o presidente entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Moraes".
"Esse Bolsonaro não tem jeito mesmo, abre a boca só pra dizer besteira", disse Lampa pausadamente enquanto lambia seu inestimável punhalzinho.
"Oxente, quem disse que meu ouvido ouviu foi o Lampa véio de guerra?", indagou surpreso o paraibano Mané.
"Hmmm... Fui eu mesmo!", resmungou irritado o velho pernambucano.
Realmente, o Brasil corre perigo, pessoal. Pois temos um presidente sem noção...
"Outro dia eu ouvi no rádio o artista Jorge Ribbas cantando uma música que dizia que era sua e dele, seu Assis. Essa música eu até já decorei. Mas bom mesmo é ouvir com o Ribbas", contou Jão perguntando: "Alguém aqui quer ouvir essa música?".
Todos disseram que sim, até pra relaxar o clima. E Jão pegou o celular e de repente a música saiu. Essa:
Já não são quinhentas mortes
Já não são quinhentas mil
A desgraça toma corpo
No coração do Brasil
Não são mortes naturais
As mortes de Silvas e Bragas
São mortes provocadas
Por vírus, pestes e pragas
Praga viva inda mata
Homem, menino e mulher
Mata completamente
Do jeito que o bicho quer
Maldito Coronavírus
Que pega e mata gente
O Brasil está morrendo
Nas garras do presidente
Presidente também morre
De morte matada ou não
Lugar de quem não presta
É lá no fundo da prisão!
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| A dupla Caju & Castanha em estúdio |
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| Os comediantes José Vasconcelos e Zé Fidelis |
O estatuto da Rádio Sociedade não incluía noticiário político e religioso. Também excluía propaganda comercial.Vejo o programa do Assis quase como um acidente, um negócio completamente fora daA fala de Tinhorão é uma referência ao programa especial de 1º aniversário quando Fagner, de Salvador (BA), entrou cantando por telefone uma canção que acabara de gravar. Mas que dali esquecia-se da letra e do estúdio seu parceiro Gereba lembrava, acompanhando-o no violão.realidade, pois é um programa brasileiro, e uma coisa brasileira no Brasil é uma coisa muito difícil. O brasileiro hoje é um cidadão segunda classe dentro de seu próprio país. Acredito que dentre em breve vamos ter que usar a ‘carteira 19’, documento que é feito para estrangeiro e, talvez andar com passaporte no bolso. De repente você tem uma oportunidade, como no programa de hoje, onde aconteceu aquela coisa assombrosa: o Fagner cantando da Bahia e o Gereba acompanhando-o ao violão, no estúdio. Isso não estava programado: foi uma coisa totalmente improvisada. Essas coisas altamente criativas, que se realizam de forma plena, só podem acontecer em condições como esta, num programa ao vivo e cheio de vida, condições que normalmente são repetidas por um sistema que privilegia um produto acabado. É uma coisa milagrosa a existência desse programa . Vamos torcer para que o ‘subdesenvolvimento’ criativo consiga romper com essa barreira durante mais algum tempo.
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| O radialista Almirante |