Já não são quinhentas mortes
Já não são quinhentas mil
A desgraça toma corpo
No coração do Brasil
Não são mortes naturais
As mortes de Silvas e Bragas
São mortes provocadas
Por vírus, pestes e pragas
Praga viva inda mata
Homem, menino e mulher
Mata completamente
Do jeito que o bicho quer
Maldito Coronavírus
Que pega e mata gente
O Brasil está morrendo
Nas garras do presidente
Presidente também morre
De morte matada ou não
Lugar de quem não presta
É lá no fundo da prisão!
Seguir o blog
terça-feira, 19 de julho de 2022
BOLSONARO TRAMA GOLPE
segunda-feira, 18 de julho de 2022
FORÇAS DESARMADAS
"Quem trata de eleições são forças desarmadas e, portanto, as eleições dizem respeito à população civil que, de maneira livre e consciente, escolhe seus representantes".
À respeito desse tema, eleitoral e urnas eletrônicas, sugiro leitura imediata do novo número da revista Piauí, que se acha nas bancas. A Piauí traz uma bela e conclusiva reportagem sobre o tema aqui abordado. Título: Trincando os Dentes, assinada pela jornalista Marina Dias. No "olho" da reportagem, lê-se que "o Tribunal Superior Eleitoral enfrenta o maior desafio de sua história".
O TSE foi criado em 1932, portanto há 90 anos.
Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/governo/bolsonaro-reune-embaixadores-e-critica-stf-tse-e-urnas/)
© 2022 Todos os direitos são reservados ao Poder360, conforme a Lei nº 9.610/98. A publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia são proibidas.
Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/governo/bolsonaro-reune-embaixadores-e-critica-stf-tse-e-urnas/)
© 2022 Todos os direitos são reservados ao Poder360, conforme a Lei nº 9.610/98. A publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia são proibidas.
domingo, 17 de julho de 2022
ATILIO BARI É DO CARALHO! (2, FINAL)
VEJA MAIS: LIMA DUARTE NO PERSONA • MIGUEL FALABELA NO PERSONA • OTHON BASTOS • FERNANDA MONTENEGRO NO PERSONA
sábado, 16 de julho de 2022
ATILIO BARI É DO CARALHO! (1)
sexta-feira, 15 de julho de 2022
E AS FORÇAS ARMADAS, HEIN?
quinta-feira, 14 de julho de 2022
EU E MEUS BOTÕES (29)
quarta-feira, 13 de julho de 2022
EU E MEUS BOTÕES (28)
terça-feira, 12 de julho de 2022
EU E MEUS BOTÕES (27)
segunda-feira, 11 de julho de 2022
VIVA A VIDA!
sexta-feira, 8 de julho de 2022
JOÃO MARQUES: O HOMEM E A BANDA
quinta-feira, 7 de julho de 2022
VIVA A SANFONEIRINHA FRANCINE MARIA!
![]() |
| Estande Cordel e Repente, na 26ª Bienal Internacional do Livro de SP |
FRANCINE MARIA
A BIENAL DAS MULTIDÕES
“Eu nunca vi tanta gente reunida num evento só”, disse o cordelista Klévisson Viana.
O radialista baiano Carlos Silvio, vai na mesma linha: “É muita gente, de fato. É um evento de encher os olhos e esvaziar o bolso, pois por cá está tudo muito caro”.
Klévisson e Silvio referem-se à 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, aberta ao público às 10 horas de sábado 2 no Expo Center Norte.
A Bienal reúne 500 editoras distribuídas em 182 estandes e espaços culturais como Cordel e Repente, que tem à frente Klévisson Viana e o apoio de várias editoras. “A Câmara Brasileira do Livro, CBL, está nos dando muito apoio”, diz Klévisson.
O presidente da CBL, Vitor Tavares, diz esperar um público de 600 mil pessoas. Mas é quase certo que esse número já passou. Pode chegar à casa do milhão.
A 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo tem nesta edição nomes famosos como o criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa; o filósofo Sérgio Cortella; o historiador Darlan Zurc; o cantor e compositor Tom Zé e os jornalistas Míriam Leitão e Laurentino Gomes.
Maurício e sua turma provocaram grandes filas na Bienal, deixando o famoso desenhista todo pimpão. “Os meus personagens são baseados em histórias reais, histórias que me contam ou que eu mesmo vivi”, conta.
A Cortez Editora, além de Cortella, está lançando 4 novos títulos: As Aventuras do Monge Tantan; Mãe, pode levar?; O estranho dia de Zacarias; Diferentes Sim. Desiguais, jamais! e Didática Sensível, contribuição para a Didática na Educação Superior.
Darlan Zurc, que está lançando o livro A Fúria de Papéis Espalhados, diz que está entusiasmadíssimo: “Essa é a primeira vez que participo de um lançamento de livro meu num evento tão importante como esse”.
![]() |
| À esquerda: João Gomes de Sá, Klévisson Viana e Carlos Silvio. Ao centro: Darlan Zurc |

trajetória na música popular: Tom Zé, O Último Tropicalista, de Pietro Scaramuzzo (Sesc).
Miriam Leitão, jornalista de grande prestígio, também estará na Bienal no próximo sábado 9 lançando mais um livro: A democracia na armadilha — crônicas do desgoverno (Intrínseca). Além dela, outras duas jornalistas,vão estar na Arena Cultural da Bienal discutindo problemas atuais que vivem o Brasil e o mundo: Daniela Arbex e Ilze Scamparini.
Laurentino, que já vendeu em 10 anos cerca de 3,5 milhões de títulos, está lançando o último volume da trilogia Escravidão.
Entre os autores internacionais se acham: o português Valter Hugo Mãe, a moçambicana Paulina Chiziane, o norte-americano Nathan Harris e a espanhola Elena Armas.
Além dos nomes até aqui citados, há muitos outros nacionais como Rouxinol do Rinaré, Itamar Vieira Jr, Ailton Krenak, João Gomes de Sá e Moreira de Acopiara, que lançou um novo livro: Lampião na Trilha do Cangaço.
Na enormidão do Expo Center Norte há espaço para crianças e deficientes se
![]() |
| Moreira de Acopiara, na Bienal |
Num desses espaços havia contadores de histórias para cegos e surdos. Entre esses contadores, Andréia Aparecida da Silva Queiroz e Larissa Purvinni.
Uma das publicações que mais despertaram a curiosidade da petizada foi Dorinha e a Turma da Mônica — Brincando pelo Brasil, em braille e com belíssimas ilustrações.
Braille é uma linguagem para cegos, criada no século 18 pelo francês Louis Braille.
Fora brincadeiras e contação de histórias, artistas populares do Nordeste deram a sua graça como a menina sanfoneira Francine Maria. “Ela faz um forró arretado! É encantadora”, diz Carlos Silvio que saiu da Bienal levando leitura para o filho Murilo.
Klévisson Viana, autor de muitos livros e centenas de folhetos de cordel, está lançando A Mala do
![]() |
| Francine Maria |
A Bienal Internacional do Livro de São Paulo teve origem em 1951, com o título: Feira Popular do Livro. Essa Feira começou na Praça da República, no centro da Capital paulista e em 1956 teve sua última edição no Viaduto do Chá.
Naquele mesmo ano, o mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967) lançava o seu livro mais famoso, Grande Sertão: Veredas.
Em 1961, com apoio do Museu de Arte de São Paulo (Masp), a Feira virou Bienal Internacional do
Livro e das Artes Gráficas. A ideia era divulgar livros, editores e autores, naturalmente. Em 1970, sem o apoio do Masp, a Bienal ganhou o nome que tem hoje: Bienal Internacional do Livro de São Paulo.A Bienal deste ano é dedicada a Portugal.
O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve pessoalmente prestigiando o evento. Enquanto isso, o presidente do Brasil achava-se sabe-se lá onde!
Curiosidade: Pesquisas indicam que um brasileiro lê dois ou três livros por ano. Ai, ai, ai.
No repertório da nossa música popular há vários títulos que tratam de literatura. Exemplo: O Livro, de Tereza de Fátima Rodrigues de Carvalho e Eduardo Pacheco de Carvalho. Ouça: https://youtu.be/hyxlaVnfUH4
Tom Zé está lançando um novo álbum, contendo 11 faixas. Dentre essas: A Língua Brasileira. Ouça também: https://youtu.be/MtnyOboxCYk E por não ter lá muito o que fazer, fiz:
quarta-feira, 6 de julho de 2022
CONGRESSO DE MALANDROS
segunda-feira, 4 de julho de 2022
SEM BALÃO NO CÉU
domingo, 3 de julho de 2022
JOSÉ NÊUMANNE, UM CRAQUE DAS LETRAS (2, FINAL)
![]() |
| Assis e Nêumanne no lançamento do livro Lua Estrela Baião − A História de Um Rei |
Circulei por vários jornais, TVs e emissoras de rádio.
Deixei a TV Globo para assumir a chefia da assessoria de imprensa da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. Por lá fiquei pouco tempo, pois Nêumanne queria-me na sua equipe de política do Estadão. E lá fui eu chefiar a editoria de Política do famoso jornal criado em 1875 por um grupo de liberais republicanos.
Tempos agitados e Nêumanne firme, fazendo história.
Em breve depoimento, narra Nêumanne:
A vida de jornalista profissional me encaminhou para a política quando assumi a editoria dos assuntos no Estadão a convite do editor Miguel Jorge em 1986. Antes fui repórter de polícia no Diário da Borborema de Campina Grande e da Geral na Folha de S.Paulo, tendo me mudado para a sucursal de São Paulo do Jornal do Brasil. Fui para a sede do jornal no Rio para assumir a secretaria e depois a chefia da redação. Voltei para a Sucursal, quando recebi o convite para o Estadão, onde, depois, seria editorialista daquele diário e depois chefe dos editorialistas do Jornal da Tarde. Quando este fechou, tornei-me editorialista do Estadão, até sair da empresa em 2 de fevereiro de 2021. Como editor de Política, cobri a Assembleia Nacional Constituinte, ocasião em que a atividade política no País deixou de ser um serviço público e passou a ser um negócio sórdido. A consciência disso e a virada para comentarista na rádio Jovem Pan e na Eldorado e também nas emissoras de TV das Redes Manchete e SBT e da TV Gazet me tornou uma figura solitária no jornalismo brasileiro. Não me considero um jornalista imparcial, porque tenho lado, o do cidadão e contribuinte. Mas, sim, independente, livre de amarras com governo, partido político ou ideologias. É nessa condição que exerço o jornalismo hoje em vídeos diários no canal José Nêumanne Pinto no YouTube.
Uiraúna é uma pequena e bela cidade do Alto Sertão paraibano. Fica a cerca de 470 km da capital, João Pessoa. É conhecida por suas bandas de música. José Nêumanne Pinto, pai de quatro filhos, é o cara mais famoso de lá.
Vocês já ouviram Nêumanne declamar? Se sim ou se não, ouçam-no:
LEIA MAIS: PINTO NOVO QUER BRIGAR • O NOBEL E O JOSÉ NÊUMANNE PINTO • A PENA ANTENADA DE JOSÉ NÊUMANNE • JOSÉ NÊUMANNE, LUIZ GONZAGA E VIRADA CULTURAL
sábado, 2 de julho de 2022
JOSÉ NÊUMANNE, UM CRAQUE DAS LETRAS (1)
![]() |
| Assis e Nêumanne, por Fausto Bergocce |
É poeta esse Pinto
Como o Pinto de Monteiro
Com viola ou sem viola
Com rabeca ou sem pandeiro
Esse Pinto quando pinta
Faz bagunça no terreiro
É metido esse Pinto
Em todo canto quer estar
Mexe daqui, mexe dali
Já marcando o seu lugar
Esse Pinto não é mole
Nem cresceu, já quer brigar
Esse Pinto já tem pinta
Pra com ele vadear
Vadeando ele vai
Todo ancho a rebolar
Ai, ai, ai, que Pinto besta!
A onde ele quer chegar?
(PINTO NOVO QUER BRIGAR, letra de Assis Ângelo e música de Jarbas Mariz)
Antes de mais nada é bom que se diga que o paraibano de Uiraúna José Nêumanne Pinto é um gigante do jornalismo brasileiro. Sabe de tudo e um pouco mais, especialmente de política.
Admirado e premiado o tempo todo, Nêumanne é simples, gente da gente. Olho no olho, com ele nos identificamos em quaisquer cenas da vida. Facilmente.
Quando pedi ao cartunista Fausto que fizesse uma ilustração para o texto que estava escrevendo, este, foi rápido: “Ótimo, ótimo, deixa comigo!”.
Fausto conheceu Nêumanne em 2006, quando estava lançando o livro de cartoons Traço Extra. Foi no Estadão, lembra, “apresentei-me dizendo que era seu fã”.
José Nêumanne, como todos nós, foi menino. Sonhador. Perguntei-lhe outro dia de suas lembranças juninas. E ele: “Na infância, eu adorava os arraiais de São João porque a quadrilha era o único estilo que eu sabia dançar. Depois de adulto, o forró tornou-se ritmo por excelência em Campina Grande e pude, então, lançá-lo, como fazia quando criança. Também fui adepto da culinária e dos folguedos juninos em torno das fogueiras”.
Jornalista com carreira iniciada no Diário da Borborema, de Campina Grande, PB, Nêumanne muito cedo foi atraído pela cultura de sua terra, incluindo as grandes datas de São João, Natal e Carnaval. E muito cedo também decidiu trocar Uiraúna e Campina Grande pelo mundo desconhecido chamado São Paulo, espécie de El Dorado. Um puta desafio!
Na Capital paulista, pintou e bordou. Trabalhou nos principais jornais da cidade: Folha e Estadão.
Paraibano que sou também, de João Pessoa, eu o reencontrei ali pelos meados dos anos de 1970, em Sampa. À época, ele era o bambambam da sucursal do Jornal do Brasil, que funcionava ali na avenida São Luís. Não lembro o andar, mas lembro da boa conversa que tivemos e até saímos para um
Eu sempre andei com livros e revistas, para ler nos ônibus, táxi, metrô. Sempre foi assim.
E ele: “Eu não sabia que você gostava do Graciliano”. Gosto, eu disse. E adoro o Vidas Secas, dos anos 30.
Eu sempre gostei dos romances regionalistas, de autores como Zé Lins e Zé Américo. A Bagaceira é uma jóia, um marco do romance regionalista.
Eu comecei a minha carreira profissional no jornal O Norte. Fui editor de Local do jornal Correio da Paraíba e colunista do terceiro mais antigo jornal do país, A União. Mas essa é outra história.
Sempre ousado, José Nêumanne Pinto desbravou veredas na dita “terra da garoa”.
Jornalista famoso, Nêumanne achou de burilar palavras e transformar a vida em versos. Já escreveu vários livros com poemas incríveis. Entre esses Barcelona, Borborema; As Tábuas do Sol e Solos do Silêncio (acima).
E como se ainda não bastasse, inventou de fazer parcerias musicais com nomes como Gereba, Théo Azevedo, Capenga, Mirabô e Zé Ramalho.
Em 1999, Zé Ramalho e eu interpretamos juntos o poema de Zé Nêumanne intitulado Desafio de Viola Repentina e Guitarra Cética. Uma jóia. A produção dessa faixa coube a Robertinho de Recife e os demais poemas do repertório à Téo Azevedo.
Perguntei-lhe porquê tanta diversidade. E a resposta foi uma risada.
São muitas as histórias em que se acha Nêumanne. Histórias bonitas, muitas delas cheias de graça.Lembro, por exemplo, da história de um bode. Eu, Nêumanne e Ronaldo Cunha Lima (1936-2012), ex-governador da Paraíba.
sexta-feira, 1 de julho de 2022
DIA DE ALBERTINHO FORTUNA
quinta-feira, 30 de junho de 2022
HÁ 20 ANOS O BRASIL GANHAVA O PENTA

quarta-feira, 29 de junho de 2022
SÃO PEDRO ENCERRA SÃO JOÃO
Em 1956, Inezita Barroso tinha 5 anos de carreira em disco. Suas duas primeiras gravações, pelo extinto selo Sinter, foram feitas em 1951. Títulos: Curupira e Funeral D'um Rei Nagô. Dois anos depois, gravou seu primeiro grande sucesso: Ronda, de Paulo Vanzolini.
No começo do ano de 1956, Inezita se achava em curta temporada musical no Rio de Janeiro.
A edição de 26 de maio de 1956 da revista Radiolândia trazia uma reportagem em página dupla com a cantora vestida de caipira de festa junina (acima). Nessa reportagem é exaltada o talento da artista paulistana.
O repertório de Inezita é extenso. Todas as músicas que gravou eram de autores de diversas partes do país.
Certa vez perguntei a Inezita se ela nunca se aventurara a compor, além de cantar. Ela riu e disse que fez uma ou duas besteiras. Entre estas besteiras Noites de Junho, em parceria com o seu amigo pianista Túllio Tavares. Até uma cópia da letra ela me deu (ao lado). E perguntei mais: por que nunca gravara essa música. De novo ela riu. O tempo passou, e para minha surpresa, Inezita findou por gravar Noites de Junho. Foi o que me disse. Acho que no último ou penúltimo disco dela. Não lembro bem.
Bom, o ciclo junino termina hoje 29.
O dia é de São Pedro e também de São Paulo.
A existência da marcha junina, musicalmente falando, tem a ver com o baiano Assis Valente e o pernambucano Luiz Gonzaga.
É difícil achar um cantor brasileiro que não tenha no seu repertório uma música junina.
Há clássicos no repertório junino como Jackson do Pandeiro e tantos e tantos.

E a sanfona, hein?
A sanfona é um instrumento musical surgido na China, antes de Cristo.
A história da sanfona é incrível.
Foram os europeus que deram forma à sanfona como tal a conhecemos hoje. E rapidamente ela firmou-se no Brasil. São muitos os grandes sanfoneiros a partir de Giuseppe Rielli.
Gilberto Gil começou a carreira tocando sanfona, como João Donato e Jorge Mello.
Jorge Mello, piauiense, começou a tocar sanfona ali pelos 10 anos de idade (ao lado direito). Depois abandonou o instrumento e seguiu vida à fora tocando violão. É um dos nossos grandes compositores.
Luiz Gonzaga, o rei do baião, deixou alguns clássicos enriquecendo o cancioneiro junino. Ouça:
terça-feira, 28 de junho de 2022
ARTISTAS CANTAM NA DESPEDIDA DE LUNA
![]() |
| Jarbas Mariz e Roberto Luna |
![]() |
| Raimundo José e Célia e Celma, com Roberto Luna |
Simples e verdadeiro.
segunda-feira, 27 de junho de 2022
QUE NEM CANTOR DE TANGO...
domingo, 26 de junho de 2022
ADEUS, ROBERTO LUNA!
o cantor paraibano de Serraria, Roberto Luna.
Roberto Luna era o nome artístico de Valdemar Farias."Luna já havia tomado 3 doses da vacina contra o novo Coronavírus. Perdeu 16 kgs, 10 de massa muscular. Ficou muito debilitado e praticamente cego", contou o amigo Raimundo José que mora no mesmo prédio onde morava Luna.
Habitante da Capital paulista desde o começo dos anos 1950, Roberto primeiramente trocou a Paraíba pelo Rio de Janeiro. E começou como ator, fazendo um monte de coisas.
Gravou o primeiro disco em 1952.
Eu o o chamava de Voz de Pluma ou o Rei do Bolero. Ele achava graça.
Falávamos muito, ora por telefone ou pessoalmente. Veio muitas vezes a minha casa.
Numa dessas vindas, talvez a última, disse-me ter tido a alegria de encontrar cá em casa o artista Téo Azevedo e seus amigos José de Arimathéia, Ibys Maceioh, Carlos Sílvio, Tone Agreste e Rômulo Nóbrega (foto acima).
No dia 7 de abril de 2019, o radialista Carlos Sílvio levou Luna para uma entrevista no programa Paiaiá na Conectados. Nessa entrevista Luna fala da alegria de ter ajudado a divulgar a música popular brasileira. Mas hoje, segundo ele, os tempos são outros. Sílvio aproveitou, no programa, para ressaltar a voz do artista.
A voz de Roberto Luna era abaritonada, como a voz de Luiz Gonzaga. No programa Paiaiá na Conectados,
Luna revela fatos pouco conhecidos da sua carreira. Falou da amizade que nutria por Nélson Gonçalves, Tim Maia, etc.Confira, na íntegra, a entrevista com Carlos Sílvio: Paiaiá na Conectados com Roberto Luna
Roberto Luna morreu ao lado de sua mulher, Magali. "Ela cochilava e quando despertou, Luna havia partido", conta Raimundo José.
Raimundo José e Roberto Luna eram amigos desde os fins de 1950.
No começo da noite de 22 de março de 2019 Roberto Luna estava na minha casa e aproveitamos para trocar um dedo de prosa. Foi tudo de improviso e fantástico! Confira:
POSTAGENS MAIS VISTAS
-
Coisas da vida. Zica Bergami, autora da valsinha Lampião de Gás partiu. Tinha 97 anos completados em agosto. O caso se deu ontem por volta d...
-
http://www.youtube.com/watch?v=XlfAgl7PcM0 O pernambucano de Olho da Agua, João Leocádio da Silva, um dos mais inspirados compositores...
-
Cegos e demais pessoas portadoras de deficiência, seja ela qual for, come o pão que o diabo amassou. Diariamente. SER CEGO É UMA MERDA! Nã...
-
Este ano terrível de 2020 está chegando ao fim, sem deixar saudade. Saudade é coisa que machuca, que dói. É uma coisa que Deus botou no mund...
-
Escondidinho de carne seca e caldinho de feijão antecederam o tirinete poético travado ao som de violas repentistas ontem à noite, na casa ...
-
Intriga, suspense, confusão, mentira, emoção atentado contra a ordem e a lei e otras cositas mas . O cantor, compositor e instrumentista To...




























