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domingo, 8 de agosto de 2021
LUÍS GAMA VIRA TEMA DE FILME
sábado, 7 de agosto de 2021
UM NOME PRA SER LEMBRADO
Antes de mais nada, o seguinte: já passou da hora de José Ramos Tinhorão virar nome de um prêmio cultural, seja em que esfera for. Particular, inclusive.
O jornalista e historiador José Ramos Tinhorão fechou os olhos e partiu para a eternidade terça-feira 3.
Esse José eu conheci de perto.
Frequentei o seu espaço desde o tempo em que ocupava um minúsculo apartamento da Rua Maria Antônio, SP.
Costumávamos, nos últimos anos, molhar o gogó com uma boa cana ou um bom vinho na minha casa.
Muitas vezes, depois que perdi meu par de olhos, ele com toda simplicidade do mundo e atenção lia livros pra mim.
Sinto profundamente a sua falta. Era inteligentíssimo, persistente e arguto. Deixou uma trintena de livros publicados sobre a nossa formação cultural.
Nos últimos anos, nos últimos vinte e poucos anos, a historiadora aposentada pela USP, Maria Rosa, sua companheira, foi de grande importância na sua vida. Ele a ouvia com muita atenção. Maria o ajudava passando a limpo seus textos, já que ele costumava escrever à mão.
Guardo boas lembranças do amigo.
Lembro do "esporro" que me deu quando cheguei à Câmara Municipal de São Paulo para receber o título de Cidadão Paulistano, em 1998.Por ali. Eu estava atrasado para a solenidade e ele a minha espera do térreo do elevador que nos levaria ao andar onde recebi o título. O esporro deveu-se ao fato de eu não está engravatado. Só de bleize. "Como é que você vem receber o título de cidadão da cidade mais importante do Brasil, sem gravata?". Passo seguinte, tirou a própria gravata e a enfiou no meu pescoço.
Muitas histórias.
Muita gente passou a vida esculhanbando Tinhorão, dizendo que ele era um chato e tal. Não era.
Tinhorão era um doce de pessoa: afávio, solícito e atencioso.
Ganhei muito discos e livros dele. Eu retribuia-o com livros e discos que trazia das minhas andanças por lugares distantes da capital paulista.
Uma vez Tinhorão me disse que ficara curioso com um ritmo musical que até então desconhecia: o Rasga, de origem portuguesa e que não existe mais. Foi quado lhe disse que tinha um discos de 76 rpm(voltas) e com isso ele encerrou sua pesquisa que resultou no livro O Rasga.http://assisangelo.blogspot.com/2011/07/jose-ramos-tinhorao-e-sua-grande-obra.html
Pra encerrar: uma vez nos encontramos em Lisboa e foi uma festa. Comemos uma ótima bacalhoada regada a vinho do porto http://assisangelo.blogspot.com/2011/02/jose-ramos-tinhorao-83-viva.html .
Tinhorão merece ser sempre lembrado.
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
TINHORÃO ERA DOS BONS
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| Assis, Tinhorão, Cilene, Colibri e Davi |
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| Audálio, Tinhorão e as gêmeas |
quarta-feira, 4 de agosto de 2021
TODA PERDA É LUTO. ESTOU DE LUTO
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| Tinhorão e Fausto, no Instituto Memória Brasil |
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terça-feira, 3 de agosto de 2021
ADEUS, TINHORÃO
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domingo, 1 de agosto de 2021
VOTE BEM, VOTE JORGE RIBBAS!
O músico pernambucano Jorge Ribbas está participando do Festival Rádio MEC.
São muitos os concorrentes ao festival. Detalhe: os internautas podem influir na escolha dos melhores participantes. Para tanto, basta clicar: https://radios.ebc.com.br/festival-de-musica-radio-mec/2021/07/votacao-semifinal-festival-radio-mec-2021
Sobre Jorge Ribbas, leia: https://assisangelo.blogspot.com/2019/07/o-rock-tem-cronista-jorge-ribbas.html
https://assisangelo.blogspot.com/2019/07/jorge-ribbas-uma-historia-cidada.html
CEGUEIRA COMO PAUTA
Até agora, o radialista Carlos Sílvio entrevistou dois jornalistas cegos: Eu e Filipe Oliveira, 32 anos.
A entrevista com o menino Filipe foi feita ontem 31, ao vivo, no programa Paiaiá na Conectados. Durou 55 minutos.
https://www.youtube.com/watch?v=0zxZVgHmPbY&t=550s
Foi uma bela entrevista. Natural. leve.
Começou com o apresentador falando da vida pregressa do entrevistado.
A primeira pergunta tratou de sua infância.
Depois, a entrevista ganhou corpo com diversos temas postos à mesa. E Filipe, falou, falou, falou. Bonito e rindo. Sempre rindo. Disse do seu interesse pela vida, pela profissão, pelo conhecimento. È também músico. Pianista.
Disse que sua cegueira tem aumentado no decorrer do tempo.
Filipe chegou a fazer tratamentos específicos, em Cuba e tal.
Chamou-me a atenção o fato de Filipe falar pouco sob sua condição de deficiente visual. Contratado pela jornal Folha e São Paulo é titular do blog semanal Haja Vista.
Segundo dados da ONU, a cada minuto uma pessoa fica cega no mundo.
No Brasil, o IBGE até agora não nos deu dados relacionados à questão. Fala de quinhentos e não sei quantos mil, 1 milhão, sei lá!
Há pessoas que nascem cegas, outras não.
Eu nasci vendo e agora já não vejo.
Para meu problema, houve uma explicação: descolamento de retina.
No começo, não foi fácil encarar a situação.
Submeti-me a nove cirurgias, a maioria no HC.
Foi terrível, principalmente na hora que os especialistas me deram a notícia de que pra meu caso, não há solução.
Meu mundo caiu, como na canção de Dolores Duran. Só que no meu caso, a questão não era de amor. Era de dor profunda na alma.
Os anos passaram e eu renasci, revivi.
Estou-me reinventando e a minha vontade maior, agora, é levar avante um programa pra tv. Título: Visão Cidadã.
Já andei falando sobre esse projeto.
Leia:
https://assisangelo.blogspot.com/2021/04/j-aborta-tema-o-deficientes.html
Filipe Oliveira é paulistano do bairro da Bela Vista.
Ia-me esquecendo: há pouco ouvir uma belíssima fala do filósofo Clóvis de Barros.
Clóvis é jornalista e filósofo, perdeu um olho e agora corre o risco de perder o outro. Ele fala isso com toda naturalidade do mundo. Paulista de Ribeirão Preto, 55 anos. Confira:
https://www.youtube.com/watch?v=0zxZVgHmPbY&t=550s
sábado, 31 de julho de 2021
NOSSA LÍNGUA, NOSSA ALMA
Depois de quase seis anos em obra, o museu da Língua Portuguesa volta a ser reinaugurado.
A solenidade de reinauguração ocorreu hoje e amanhã 1° será aberto à população. O museu da Língua Portuguesa, instalado no complexo da Estação da Luz, SP, foi engolido pelo fogo na madrugada de 1° de dezembro de 2015.
O incêndio engoliu tudo, incluindo um bombeiro que lutava contra as chamas.
É de grande importância esse museu. Ele conta a história da nossa língua e de línguas que influenciaram a língua portuguesa.
Convidados, os ex-presidentes FHC e Michel Temer compareceram e falaram a respeito da nossa língua. Lula e Dilma declinaram do convite. Bolsonaro, preferiu brincar de motociclista no interior de São Paulo.
Nove países falam português, entre os quais Angola e Moçambique, que herdamos de Portugal.
Eu estive na solenidade de entrega da área onde se acha o museu. À época eu estava à frente da assessoria de imprensa do Metropolitano.
Também estive na reinauguração do museu, mas não estive hoje na sua reinauguração.
O Brasil está de parabéns por ter uma museu tão importante.
No calendário oficial de comemorações, há um dia especial para lembrarmos a importância da língua que falamos, 5 de maio.
BARONCELLI, UM CRAQUE DA TECNOLOGIA
O radialista baiano Carlos Sílvio continua emplacando boas entrevistas no programa Paiaiá na Conectados, feitas ao vivo pela internet. Leia-se Youtube.
Durante a Pandemia que ora maltrata a humanidade Sílvio já entrevistou mais de 260 personagens, muitos das quais do meio cultural e jornalístico. Seu entrevistado mais recente foi o jornalista paulistano Wilson Baroncelli.
Baroncelli, editor executivo do news latter Jornalista & Cia, falou de sua vida pessoal e da sua vida profissional. Disse, por exemplo, que a tecnologia veio pra botar de ponta cabeça o jornalismo mundial. E que nesse área se considera um craque. Lembrou também dos grandes jornalistas como Zuenir Ventura, Jânio de Freitas e José Hamilton Ribeiro, "um exemplo de jornalista". Ressaltou a importância de Samuel Wainer (1910-1980) e Audálio Dantas(1929-2018). Disse que nasceu no bairro da Bela Vista e, antes do jornalismo, chegou até a trabalhar em instituições bancárias.
Foi uma bela entrevista.
Confira:
JORNALISMO QUE NÃO SAI DE MODA
sexta-feira, 30 de julho de 2021
O BRASIL FAZ BONITO NO JAPÃO
EU E MEUS BOTÕES (2)
Barrica, que é chegado a um bom mé, fez hic e disse: "Tenho andado quieto, sem ter o que fazer".
sábado, 24 de julho de 2021
ZURC AGORA É DIGITAL
“A fúria de papéis espalhados” é um livro que reúne 24 textos do crítico literário Darlan Zurc. Nesses textos, o autor demonstra uma leveza inusual ao comentar e descrever os personagens que escolheu para o seu livro, entre eles Paulo Francis, José Ortega y Gasset e Karl Marx.
É curioso também o destaque que Zurc também dá ao espanhol Ortega y Gasset (1883-1955): “Na sua incrível obra ‘Estudos sobre o amor’, o filósofo espanhol José Ortega y Gasset chama a atenção para o aspecto segundo o qual uma falsa ideia, tipo a imagem stendhaliana sobre a relação amorosa, é altamente nociva porque ela suplanta a verdadeira, dando origem a equívocos sucessivos”.
Gasset marcou profundamente a vida literária de boa parte não só do seu país, mas de outros países.
Segundo Marx, escreve Zurc, a ideia de modo de produção “baseia-se na premissa segundo a qual, em determinadas épocas da história, um tipo de relação econômica é hegemônico, desenvolve-se por um tempo perante outros possíveis e define a sociedade e a cultura”.
E por aí vai o autor de “A fúria de papéis espalhados”.
No portal da Amazono livro pode ser acessado a qualquer hora do dia e da noite pela quantia não tão irrisória de R$25. Mas vale a pena. Garanto.
Ler Zurc é um prazer.
Em papel (R$40): Amazon(clique qui), Estante Virtual (clique aqui), Livraria Martins Fontes (clique aqui) e Mercado Livre (clique aqui).
quinta-feira, 22 de julho de 2021
150 ANOS DO HINO "A INTERNACIONAL"
Ouço no rádio notícia dando conta que um novo software (Pegasus) está na praça aterrorizando jornalistas.
É de origem israelense e já se acha nas mãos de governos que desrespeitam as pessoas e seus direitos.
O jornal The Guardian, de Londres, foi o primeiro jornal a dar notícia, sábado 18/07. E como uma coisa puxa a outra, lembrei-me que Londres foi o lugar que acolheu Karl Marx (1818 – 1883). Marx tinha 23 anos quando começou a ser perseguido pelos governos. Da sua terra, inclusive.
Lembrei-me também que foi em Londres que Marx (e Engels) lançou o Manifesto Comunista, em 1848.
Lembrei-me ainda que foi a partir das ideias de Marx (e Engels) que o Exército Prussiano meteu bala e encheu de sangue as ruas de Paris, em 1871.
Foram muitos os mortos naquele ano, precisamente no decorrer da última semana de maio. Há 150 anos, portanto.
Ates e depois de 1871, os jornais de direita tascaram o pau em Marx. Entre esses jornais, o Liberatión, que chegou a publicar uma carta falsa assinada por Marx. Pois é, Fake News já naquele tempo.
O massacre de 1871 resultou na morte de pelo menos 30 mil integrantes e simpatizantes da Comuna de Paris. Além dos mortos, entre os quais mulheres e crianças, foram presas pelo menos 15 mil pessoas.
Logo após o massacre, que entrou para a história como o mais violento do século XIX da Europa, o poeta francês Eugène Pottier (1816 - 1887) escreveu a letra do hino A Internacional. Essa letra ganhou melodia do franco-belga Pierre De Geyter (1848 –1932). Resultado: essa obra foi gravada em muitos idiomas. Mas cá pra nós: ainda prefiro a canção Pra Não Dizer que Não Falei de Flores, do paraibano Geraldo Vandré.
Detalhe: não custa lembrar que Marx foi o primeiro filósofo a expor a ideia favorável a imposto único, escola gratuita para todos, direitos do trabalhador, trabalho zero para criança e respeito às mulheres.
Marx nasceu em berço macio, na Alemanha, e comeu o pão que o diabo amassou depois dos 20 anos de idade. Teve 7 filhos, mas só três chegaram à idade adulta. Eram mulheres, mas duas delas se suicidaram.
domingo, 18 de julho de 2021
O BRASIL EM MOVIMENTO
Ainda não leram pra mim esse livro, mas o colega jornalista José Antônio Severo descreveu-me o conteúdo. Trata-se de um mergulho na história do nosso País. E começa com o autor já falando da chegada de Cabral à Costa baiana. Segue com a Independência, a Escravidão e Proclamação de República.
A história do Brasil é uma história complexa, cheia de roubos, confusões e movimentos sangrentos.
Antes de Cabral aportou no Brasil o navegador Duarte Pereira.
Pereira chegou ao Brasil em 1498. Parou ali pelo Norte.
http://assisangelo.blogspot.com/2017/04/historia-pra-bopi-dormir.html
Antes do primeiro movimento referido por Rebelo ocorrido em 1500, antes mesmo de Duarte Pereira, Portugal fechou "negócio" com a Espanha. Desse negócio surgiu o Tratado de Tordesilhas. Isso em 1494.
Aldo Rebelo encerra o seu primeiro movimento fazendo referências ao Tratado de Madrid, que nada mais era do que mais um negócio entre Portugal e Espanha. Tratava da separação de espaços da região sul americana para cada um dos países citados. Nós no cardápio.
Àquela altura, o Tratado de Tordesilhas era completamente desrespeitado por Portugal e Espanha. O novo tratado pôs ordem na bagunça lá deles.
O autor de O Quinto Movimento destaca o grito, que não houve, do Imperador Pedro I. Dos horrores da escravidão e do Golpe Militar que mandou às favas o Segundo Império.
Para Aldo Rebelo, O Quinto Movimento está pra ser desenvolvido pelas forças democráticas do Brasil.
A atual situação política no nosso país é grave e prenuncia confusão.
E Bolsonaro, hein?
Bem, eu diria: aos quintos!
JANSEN FILHO, UMA ESTRELA DE JULHO
Diferentemente de Augusto dos Anjos (1884 - 1914), Jansen deixou uma obra repleta de otimismo. Na sua poética, há os mais diferentes temas. Falou de mãe, pai, família, negro, tudo.
O Nordeste foi seu grande foco e o humanismo também.
Deixou um bom punhado de livros, sendo o primeiro Auroras e Crepúsculos (1948).
Nascido em Monteiro, terra do mais rápido repentista do Brasil (Severino Lourenço da Silva Pinto; 1895 – 1990), Jansen Filho cresceu ouvindo os violeiros da sua terra. Aos seis anos de idade já fazia poemas. Alfabetizou-se ouvindo os pais lendo folhetos de cordel. Seus primeiros estudos formais ocorreram em Monteiro.
Ainda muito jovem, trocou sua cidade pela cidade do escritor Monteiro Lobato (Taubaté, SP), onde concluiu o curso secundário.
No decorrer da sua vida, Jansen chegou a trabalhar na rádio Inconfidência, MG.
Em 1981, já residindo na Capital paulista, participou do programa Som Brasil.
Num ano que já não me lembro, comprei num sebo de Belo Horizonte, MG, o livro Obra Completas (ao lado), do poeta.
Jansen, que nasceu no dia 1 de março de 1925, precisa ser descoberto ou redescoberto pelas gerações mais novas.
O poeta morreu no dia 18 de julho de 1994, em Sampa. Leia:
https://flaviochaves.com.br/2018/08/23/l-i-t-e-r-a-t-u-r-a-eu-e-mamae-jansen-filho/
http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/paraiba/jansen_filho.html
https://poesiaspreferidas.wordpress.com/2013/07/20/lua-cheia-jansen-filho/
sábado, 17 de julho de 2021
VIDA CEGA
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De olhos fechados, Ana e Clarissa "mergulham" no mundo dos cegos.
Essa é uma espécie de homenagem ao pai, Assis |
sexta-feira, 16 de julho de 2021
EU E MEUS BOTÕES (1)
Meus botões tem nome: Zé, Mané, Jão, Biu, que é Severino lá no Nordeste; Lampa, inspirado naquele de lá que caiu na grota de Angico; Zoião, Barrica, Zilidoro.
quarta-feira, 14 de julho de 2021
LER LIVROS É FUNDAMENTAL
TEM LAMA NO PLANALTO
Será que um bom susto não cura isso?
A Câmara deve aprovar hoje 14 projeto que limita a presença de militares no Governo. Isso é bom, pois o lugar de militar é no quartel.
terça-feira, 13 de julho de 2021
E SE GRITAR PEGA LADRÃO, HEIN?
sexta-feira, 9 de julho de 2021
MINHA AERONÁUTICA?
A frase ai, ameaçadora, saiu da boca do tenente brigadeiro do ar, Carlos de Almeida Baptista Junior, em entrevista publicada hoje 8 no jornal carioca O Globo. Rendeu manchete.
O autor dessa lamentável frase vem a ser, nada mais nada menos, do que o chefe da nossa briosa Aeronáutica.
E tudo começou há dois dias, com uma declaração do Senador Omar Aziz, presidente da CPI que apura incompetências e irregularidades no Ministério da Saúde. Noutras palavras, corrupção. Disse Aziz, na ocasião: “os bons das Forças Armadas devem estar muito envergonhados com algumas pessoas que hoje estão na mídia. Fazia muitos anos que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatrua dentro do Governo".
quinta-feira, 8 de julho de 2021
FERNANDO COELHO, UM POETA MÁGICO!
OSWALDO MENDES, LIÇÃO DE VIDA E ARTE
LUGAR DE MILITAR É NO QUARTEL
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