Importantíssimo foi o discurso de posse da matogrossense do sul Simone Tebet, hoje 5 em Brasília, como titular do Ministério do Planejamento. Muita gente de posição graduada participou da solenidade. Ela foi incisiva, falando com firmeza os planos que tem para por em prática no Ministério. Lá pras tantas, disse:
"Os pobres estarão prioritariamente no Orçamento público. A primeira infância, idosos, mulheres, povos originários, pessoas com deficiência, LGTBQIA+. Passou da hora de dar visibilidade aos invisíveis. Tem de abarcar todas essas prioridades, sem deixar de ficar de olho na dívida pública."
"Vamos ter uma ação que respeita o multilateralismo, mas vamos atuar internamente para que o Brasil volte, em vez de pária ambiental, ser o país que vai nos ajudar a finalizar o acordo com o Mercosul, que a gente consiga trazer os investimentos, que consiga abrir o mercado para nossos produtos, que a gente deixe de ser o pior cartão de visitas para nossos interesses estratégicos e passe a ser o melhor cartão de visita."
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| Alckmin no traço de Fausto, à época de seca em São Paulo |
"É imperativa a redução da emissão de gases de efeito estufa, o estabelecimento de uma política de apoio a uma economia de baixo carbono, privilegiando tecnologias limpas e dando início a um processo produtivo eficiente e sustentável."
Em 2014/2015 Alckmin era governador de São Paulo e no período houve uma crise hídrica que atingiu todo o território paulista. Ele disse ter feito tudo para evitar racionamento, mas não foi possível. Aconteceu: houve racionamento, embora tenha desenvolvido uma campanha pedindo compreensão da população para evitar desperdício de água. "É preciso equilíbrio, para evitar racionamento", disse em vão.
































